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  • Foto do escritorDakila News

Manipulação genética da raça humana: Dos anunnakis aos dimensionais

Otávio Reis foi o convidado da Live “Manipulação genética da raça humana: Dos anunnakis aos dimensionais” no canal da TVCH, no dia primeiro de junho deste ano.

O pesquisador abordou desde as teorias de evolução existentes na ciência tradicional até as traduções de tabuletas sumérias e a agenda apocalíptica.


Partindo do início, foram discutidas as teorias de Lamarck, onde a evolução consiste por meio da adaptação ao meio, a lei do uso e desuso, essa teoria também aponta uma evolução progressiva e linear.

Apesar disso, estudos mostram que existiram diversos “booms” de existência e extinção de espécies, no sentido em que surgiram e desapareceram de maneira inesperada. Dentro desse cenário, Otávio Reis aponta duas hipóteses: mutação viral e a manipulação genética.


Hipótese 1

Segundo a ciência, os vírus são os grandes agentes de mutação. Isso permite a interpretação das mutações virais terem colaborado com a variabilidade genética, permitindo esses surgimentos inesperados de novas espécies.

Porém, essas mutações são muito lentas para que modifiquem espécies inteiras de uma vez. Além disso, grande parte dessas mutações geram problemas genéticos podendo até ser letais.


Hipótese 2

Alguns textos sumérios e egípcios relatam a manipulação genética dessas espécies por outros seres. Também existem textos em Ratanabá, que inclusive demonstrando como se “fazer” um ser humano.

Pesquisas apontam, no que concerne o Homo sapiens, pelo menos três tipos de Adão, criados em épocas diferentes, sugerindo criações distintas.



Seguindo com a história da humanidade, Otávio discorre sobre os estrangulamentos genéticos. Esse evento é também chamado de efeito gargalo e significa a redução de variabilidade genética de uma população, levando muitas vezes a extinção. O primeiro registro é de 75 mil anos atrás, onde ocorreu estrangulamento dos seres humanos, chimpanzés, orangotangos, guepardos e tigres.


Geralmente esses eventos ocorrem em sequência de grandes catástrofes e a hipótese mais plausível para esse primeiro evento é a erupção do vulcão de Sumatra que gerou um inverno vulcânico.


Outra hipótese levantada é a ocorrência de um evento nuclear, pois o inverno vulcânico é extremamente similar ao inverno atômico. Apesar de parecer incoerente, pesquisadores até encontraram vestígios de um reator nuclear na África.


Durante a Live, o pesquisador ainda ressaltou que esse estrangulamento não afetou os Denisovas e nem os Neandertais, questionando o porquê essa redução drástica dos Homo sapiens se outras espécies similares não passaram por isso.


Independente de ter sido uma erupção ou uma consequência nuclear, após qualquer mini era glacial ocorre o degelo. Isso implica num grande volume de água em estado sólido voltando a ser líquido, podendo ser representado como um dilúvio por exemplo.


O pesquisador Reis trouxe ainda diversos questionamentos equiparando ciência e religião. Ademais, diversas crenças religiosas e mitologias apresentam a mesma narrativa: existe uma civilização que sofre com grandes catástrofes e recebe auxílio de outras formas de consciência escapando de uma extinção completa.


Estima-se que existam cerca de 25 mil tabuletas sumérias e grande parte delas ainda não foram traduzidas. Nesses escritos encontrasse o Ukubi ullegara, que significa homem colocado antes. De acordo com estudos de Dakila, sabe-se que isso é uma referência aos seres humanos criados pela civilização Muril, ou seja a criação anterior à dos Anunnakis.



Os Muril vieram ao Sistema Terra há 450 milhões de anos, se fixando na atual Amazônia criaram bases e tecnologias. Essa civilização é conhecida por viajar pelo universo desenvolvendo e criando oportunidades de desenvolvimento, foram eles que criaram a receita do ser humano.


Por conta de alguma catástrofe, essa civilização migrou para as montanhas e só voltaram há 450 mil anos, quando os anunnakis já estavam aqui, juntamente com outras raças. Consequentemente deu-se início a Guerra dos Mundos, com dois grupos bem distintos: as raças planificadoras e as raças a serviço de si mesmas. A primeira visava o equilíbrio e o desenvolvimento de todos, enquanto a segunda, como o próprio nome diz, visava somente o interesse individual.


Não é só a raça humana que guerreia, manipula, explora e rouba. Apesar de todo caos do universo e a agenda apocalíptica do governo oculto, o pesquisador relembra que não se pode focar só no negativo e desistir de tentar.


“O mais importante, é como que você se posiciona no mundo para permitir que o mundo interfira em você ou não. Qual frequência você emite pro mundo, pra determinar quais cenas você vai criar ao seu redor" – Otávio Reis


O objetivo dos dimensionais é desarranjar essa agenda, divulgando informações, modificando as frequências, desenvolvendo a humanidade, acelerando a vibração do sistema Terra, resgatando as memórias cósmicas. Resumindo é limitar a interferência dos anunnakis.


Além de tudo o que foi colocado acima, Otávio Reis trouxe informações sobre o gene MIR 941. Específico do ser humano, esse gene se encontra na parte não codificante do DNA e está relacionado à sinalização dos neurotransmissores. O micro RNA 941 possibilita um salto quântico de capacidade mental quando ativado.


Importante ressaltar que tudo o que foi discutido na Live não é questão de fé, “precisamos pensar e não acreditar em tudo cegamente “ afirmou o pesquisador. Cada um deve fazer sua própria pesquisa e adquirir o que entrar em consenso dentro da sua consciência, aprender a pesquisar e buscar conhecimento é fundamental para se formar uma opinião própria.


Artigo citado na live:


Confira também a live completa:

https://www.youtube.com/live/WD_X_4C5Vqs?feature=share


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