Sistema visual do tubarão-da-Groenlândia revela adaptação funcional apesar do parasitismo ocular
- Dakila News
- há 22 minutos
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Versão técnica: Direcionada a leitores com conhecimento prévio ou interesse profissional no tema. Escolha a leitura que combina mais com você — ou aproveite as duas! Por décadas, o tubarão-da-Groenlândia foi conhecido como um animal quase cego, vivendo lentamente nas águas geladas do Ártico e do Atlântico Norte. No entanto, um novo estudo científico revelou algo surpreendente: apesar de sua aparência e da idade extrema — podendo ultrapassar 400 anos de vida —, essa espécie consegue enxergar melhor do que os cientistas imaginavam.
O estudo mostra que, mesmo com os olhos frequentemente cobertos por parasitas, o tubarão-da-Groenlândia ainda consegue perceber contrastes e movimentos no ambiente. Isso é essencial para sua sobrevivência em águas profundas e escuras, onde a luz é escassa e cada estímulo visual conta.
Os pesquisadores descobriram que a visão do animal não depende de detalhes finos, mas de uma alta sensibilidade à luz, permitindo identificar sombras e silhuetas. Na prática, isso significa que ele não precisa “ver bem” como um ser humano para localizar presas ou se orientar no oceano.
Essa descoberta muda a forma como enxergamos — literalmente — um dos vertebrados mais longevos do planeta. Longe de ser um gigante cego à deriva, o tubarão-da-Groenlândia se mostra um exemplo extremo de adaptação ao ambiente profundo e gelado em que vive há séculos. Linguagem acessível: (Notícia produzida com auxílio de IA) Um estudo publicado na Nature Communications analisou a função visual do tubarão-da-Groenlândia (Somniosus microcephalus), espécie conhecida por sua longevidade extrema, estimada em até 400 anos. Embora os indivíduos apresentem frequentemente parasitas aderidos à córnea, os resultados indicam que a visão permanece funcional.
A pesquisa demonstrou que a retina do tubarão é adaptada para ambientes de baixa luminosidade, apresentando elevada sensibilidade à luz em detrimento da acuidade visual. Esse padrão sugere um sistema visual especializado na detecção de contrastes e movimentos, em vez de detalhes espaciais finos.
Segundo os autores, mesmo com a obstrução parcial causada pelos parasitas, a transmissão luminosa ainda é suficiente para permitir respostas visuais relevantes do ponto de vista ecológico. Isso desafia a ideia de que a infestação ocular tornaria o animal funcionalmente cego.
Os achados reforçam a compreensão de que o sistema sensorial do tubarão-da-Groenlândia evoluiu para maximizar eficiência em ambientes profundos, frios e escuros, evidenciando uma adaptação fisiológica coerente com sua extrema longevidade e nicho ecológico. Linguagem técnica: (Notícia produzida com auxílio de IA) Fontes: The visual system of the longest-living vertebrate, the Greenland shark | Nature Communications Tubarões da Groenlândia vivem 400 anos e enxergam bem; estudo descobre como | CNN Brasil
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