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  • Foto do escritorDakila News

Supostas 'Múmias Extraterrestres' apresentadas na Assembleia Pública sobre UAPs no México

No dia 12 de setembro, ocorreu no México uma Assembleia pública para a regulação dos fenômenos aéreos, anômalos não identificados (UAPs), onde foram apresentados dois corpos não humanos encontrados próximos as linhas de Nazca no Peru.

Essa apresentação gerou inúmeras polemicas na internet, sendo que apenas pelas imagens e vídeos divulgados os corpos começaram a ser reconhecidos como “múmias extraterrestres” e uma fraude.


Abordando de forma imparcial, estaremos expondo o que foi apresentado na assembleia, pelos participantes desse estudo que repetiram diversas vezes para audiência formar uma conclusão própria e de fato investigar o que estava sendo discutido.

“Em princípio eu convido você a não confiar completamente no que eu digo. Vamos para os fatos e evidências” – Josh Mantilla


“Comecem com a hipótese de que tudo é falso, mas investiguem mais de perto para que tirem suas próprias conclusões. Este tesouro apareceu no Peru, mas é um legado para toda humanidade”. – José Jaime Maussan


“Aceitamos que ainda há muito para se descobrir e estamos abertos a comunidade científica e ao mundo para que ajudem a somar esforços e definirmos o que está diante de nós”. – José de Jesús Zalee Benítez


Em média, 20 cadáveres foram desenterrados no Peru em 2017. Tais corpos, foram descobertos de maneira informal por violadores de túmulos em uma mina de diatomáceas entre as cidades de Palpa e Nazca.


Essa mina de diatomácea foi interpretada como uma informação chave para as pesquisas, isso porque a terra de diatomácea permite o ressecamento de corpos assim como impede o crescimento de bactérias, fungos e fauna cadavérica no local. Só isso, já colocaria os corpos em um local ideal para uma conservação natural.


Porém também foi encontrado no local cloreto de cádmio (CdCl2) que é uma substância não natural, ou seja, ela precisa ser fabricada para existir. O cádmio, é um elemento químico tóxico, atacando principalmente rins e ossos. Além disso, ele é muito usado na prevenção de corrosão de aço, ferro e outros metais.


Na época em que esses corpos foram encontrados, o Instituto Inkarri de Cusco foi o primeiro a anunciar a descoberta. Alguns anos depois em 2019, a Universidade Nacional de Ica no Peru recebeu alguns exemplares para custódia e estudo.


O pesquisador Josh Mantilla se queixou de que na época da descobertas, grandes referências da arqueologia descredibilizaram os achados clamando fraude. Porém o pesquisador também aponta, que esses cadáveres estão há 4 anos na Universidade Nacional de Ica e nenhum desses arqueólogos se preocupou em averiguar o que havia sido exposto.


Desde então, a equipe vem realizando inúmeros exames e análises. No intuito de confirmar a integridade do corpo, análises das células do tronco, cabeça e membros foram realizadas. Ademais os corpos foram categorizados como répteis humanoides, por conta de seu aspecto estrutural similar aos seres humanos e a presença de formas sobóides no tronco de alguns corpos, o que sugere uma gestação por ovos característico de répteis.



Amostras dos ditos ovos, foram enviadas ao Instituto Inkarri de Cusco e para Universidade de São Petersburgo, na Rússia. Os cientistas confirmaram que tais formas sobóides são materiais orgânicos, recriaram tridimensionalmente o embrião por meio da tomografia e realizaram comparações com o feto humano. Ademais, esse estudo foi replicado em outro exemplar que também continha formas sobóides em seu interior.


Também encontraram alguns implantes metálicos em três exemplares, portanto alguns engenheiros metalúrgicos analisaram as amostras. Os resultados indicaram que 85% da composição é cobre de alta pureza, o que afirmaram ser tipicamente pré-colombiano, e ósmio que é geralmente encontrado na telecomunicação, satélites e outros, os engenheiros acreditam que esse elemento possuía uma função de localização ou de biomedicina.


Durante a apresentação da Assemblei, José de Jesús Zalee Benítez mestre em medicina forense estava presente e colaborou descrevendo detalhadamente a anatomia dos exemplares expostos na Câmara. Acompanhado do biólogo José de La Cruz Ríos, ambos pesquisadores realizaram a descrição com base nos resultados do raio-x, tomografia computadorizada, reconstrução tridimensional, histologia de carbono 14, antropologia forense, análises macro e microscópicas, análises de DNA e anatomia comparativa.


A descrição completa ocorre na metragem de 2 horas e 54 minutos da Assembleia e termina em 3 horas e 3 minutos. Em resumo, o especialista revela que são corpos de aproximadamente 60 cm, com estrutura humanoide, ou seja, composta por cabeça, tronco, abdômen e membros que terminam em mãos e pés tridáctilos. Crânios pneumatizados, permitindo leveza e rigidez ao mesmo tempo e com uma grande cavidade intracraniana. Impressões digitais retas e lineares de maneira horizontal distinguindo-se de inúmeras espécies conhecidas.



Destacando os membros tridáctilos, isto significa presença de três dedos, os pesquisadores compararam essa forma anatômica com diversas imagens e figuras em cerâmicas, petróglifos e pinturas de dezenas de milhares de anos, em locais como: Palpa e Huánuco no Peru, Argentina, Cuba, Irã, Venezuela entre outros países.

Finalizando a apresentação da equipe, Ricardo Rangel Martínez, especialista em inteligências imunogenética e histocompatibilidade, trouxe as análises de DNA e seus resultados. As amostras foram retiradas de tecidos do exemplar conhecido como Victoria, devido a descoberta informal desses corpos, os pesquisadores realizaram um estudo piloto para verificar o estado das moléculas e suprir possíveis alterações e desgastes.


A partir disso, confirmaram a presença de DNA degradado e pequenas moléculas não degradas, sendo possível realizar o sequenciamento. Os pesquisadores utilizaram-se da técnica NGS (Next Generation Sequencing/ Sequenciamento de Nova Geração) em amostras de osso do pescoço e de tecido muscular do quadril. Os resultados mais intrigantes vieram do tecido muscular que identificou 36,28% da sua sequência, sendo 100% contaminação, e 63,72% não foram identificadas, ou seja, não coincidiram com nenhuma espécie conhecida.

Essas comparações foram realizadas através de uma ferramenta de banco de dados, onde é possível executar comparações com todas as sequências de genomas conhecidas na plataformas, o que compreende 700.000 amostras, compreendendo pelo menos uma espécie de cada táxon. Sendo assim, a equipe concluiu que esses corpos apresentam uma probabilidade acima de 50% de serem seres não humanos e uma probabilidade maior que 50% de que não correspondem com nenhum ser vivo conhecido até hoje no planeta Terra.


A equipe de pesquisadores também ressaltou que esses estudos e resultados estão publicados e disponíveis a quem queira analisar e ou deseje dar continuação ao estudo. Alguns pesquisadores independentes, como o Rafael Hungria, participante do Ecossistema Dakila e o historiador André de Pierre realizaram uma live abordando o assunto e investigando os dados trazidos nessa Assembleia. Um destaque que André traz é o fato de que aqueles que estão descredibilizando o estudo não realizaram nenhum estudo em cima dos exemplares e o mínimo que precisaríamos para comparar os dois pontos de vista seria uma pesquisa igualmente abastada de informações e dados comprovando a fraude.


Assembleia Pública do México – vídeo completo:

Obs.: caso deseje assistir só a parte comentada ela se inicia em 2h e 29min e termina em 3h e 14min


Sequenciamentos realizados pela equipe:


Reconstrução tridimensional apresentada pela equipe:


Referências:

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