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  • Foto do escritorDakila News

Além das Dimensões: A Teoria das Cordas e a Sinfonia do Multiverso

Considerando as partículas subatômicas como notas musicais, a teoria propõe que "cordas" unidimensionais, com comprimento de Planck, são os menores componentes da matéria.



Aproximadamente em 1960 surgiu a Teoria das cordas, que cada vez mais vem passando por atualizações com o intuito de unificar as forças fundamentais da natureza. Essa teoria foi inspirada em ideias de Pitágoras que constavam que a matemática da música seria perfeita para explicar a diversidade de todas as coisas. Traduzindo isso na atualidade, muitos cientistas acreditam que as partículas subatômicas são notas musicais.


Esse princípio foi o que deu nome à teoria, sendo que as “cordas” seriam os menores componentes da matéria. Isso inclui elas serem unidimensionais e apresentarem um comprimento de Plank (10-35 m) e a oscilação dessas cordas seria responsável pela modelagem de cada partícula do Universo.



Sendo assim, o que difere um quarks de um elétron é a diferente vibração de cada corda, assim como em um violão obtemos notas diferentes de acordo com o conjunto de cordas que estão sendo tocadas.


Um dos motivos dessa teoria ter se tornado tão famosa é a sua relação com o multiverso. Importante ressaltar que a existência de universos paralelos são um efeito colateral corriqueiro das equações que evidenciam o cosmos.


Tanto no campo teórico quanto no campo da ficção, existem diferentes formas de retratar a possibilidade de multiversos. A mais palpável é a de que o nosso Universo seja infinito, tornando viável que cada mínima diferença dos átomos que compõem a matéria ocorra em algum lugar.


Esse seria o princípio usado na obra cinematográfica “Tudo em todo lugar ao mesmo tempo” da A24, onde um universo em que as pessoas possuem salsichas no lugar dos dedos das mãos é possível.



Outro cenário muito abordado é a ideia de que o Universo esteja em permanente ramificação, sendo cada ramificação uma linha do tempo alternativa. Esse panorama também é chamado de Interpretação dos Muitos Mundos e é recorrente nas obras cinematográficas da Marvel, principalmente na série “Loki”.



Entre os diversos cenários dos multiversos, realidades paralelas e a teoria das cordas o pensamento do físico Niels Bohr é certo: o presente só é capaz de nos dar conhecimentos sobre diferentes futuros possíveis.


Isso significa, que a ciência atual só pode calcular probabilidades. Bohr ainda ia além e afirmava que algumas coisas não são passíveis de serem definidas com valores e medidas. Exemplo disso é a nossa consciência, a qual nenhum estudioso foi capaz de explicar.


Apesar disso, existem alguns estudos que indicam que a frequência de vibração universal para todas as moléculas é o formato tetraédrico. As moléculas de água apresentam esse formato que gera energia eletrostática da vida. Esse raciocínio é similar à teoria das cordas, pois nos traz de volta a ideia de vibração, oscilação que define todas as coisas.

 

 

Referências:

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