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Estudo canadense revela potencial terapêutico do extrato de dente-de-leão contra câncer colorretal in vitro e in vivo

  • Foto do escritor: Dakila News
    Dakila News
  • 28 de ago.
  • 2 min de leitura

Atualizado: 29 de ago.

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  • Versão simplificada: Ideal para quem não é da área, mas tem curiosidade sobre o assunto.

  • Versão técnica: Direcionada a leitores com conhecimento prévio ou interesse profissional no tema. Escolha a leitura que combina mais com você — ou aproveite as duas! Pesquisadores da University of Windsor, no Canadá, descobriram que o extrato da raiz de dente-de-leão foi capaz de eliminar mais de 90% das células de câncer de cólon em laboratório. O estudo mostrou que o composto natural, denominado DRE, provoca a morte programada dessas células sem afetar as saudáveis. O composto ativo chamado taraxasterol foi identificado como responsável por interromper o crescimento dos tumores e ativar processos que levam à autodestruição das células cancerosas. Além dos resultados em laboratório, testes em modelos animais confirmaram o potencial anticâncer da planta. Porém, é importante lembrar: ainda não há testes com humanos que comprovem sua segurança ou eficácia no tratamento real. Outro desafio é a falta de investimento, já que compostos naturais como o DRE não são patenteáveis, o que reduz o interesse da indústria farmacêutica. Linguagem acessível: (Notícia produzida com auxílio de IA) Pesquisadores da University of Windsor, Canadá, conduziram estudos com o Dandelion Root Extract (DRE) e observaram que o extrato da raiz de Taraxacum officinale induz apoptose em mais de 90% das células de câncer de cólon em 48 horas, preservando células normais. O mecanismo de ação está relacionado ao taraxasterol, um fitosterol com atividade anti-inflamatória e antitumoral, que modula vias intracelulares, incluindo a ativação de caspase-8, despolarização mitocondrial e geração de espécies reativas de oxigênio (ROS), culminando na morte celular programada. Em modelos animais, a administração oral do DRE resultou em redução superior a 90% no crescimento tumoral, o que reforça seu potencial como agente terapêutico com alta seletividade e baixa toxicidade. Entretanto, a ausência de estudos clínicos em humanos e o desinteresse comercial gerado pela não patenteabilidade do extrato são obstáculos relevantes para a evolução dessa pesquisa até a aplicação terapêutica prática. Linguagem técnica: (Notícia produzida com auxílio de IA)

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