Manifesto de Dakila contra Folha: análise crítica da abordagem jornalística e implicações para pesquisa colaborativa
- Dakila News
- 6 de out.
- 3 min de leitura
Atualizado: 7 de out.
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A associação Dakila Pesquisas publicou um manifesto repudiando uma matéria da Folha de S. Paulo, na qual afirma que teria mantido um acordo com o governo de São Paulo. Conforme a nota pública, o título da reportagem “Criador da teoria do Ratanabá manteve acordo com gestão Tarcísio” é sensacionalista e induz o leitor ao erro, reduzindo um trabalho de pesquisa a uma caricatura.
No comunicado, a Dakila esclarece que o protocolo de intenções com o governo paulista foi solicitado pelo próprio Estado e que não envolveu qualquer repasse de dinheiro público — todas as atividades de campo e pesquisa foram custeadas com recursos próprios da entidade. A parceria, segundo Dakila, visava apenas cooperação em tecnologia, turismo e suporte científico.
Entretanto, a reportagem da Folha afirma que Dakila manteve um “convenio vencido” com o governo do Estado para interagir com prefeituras do litoral paulista (Cananéia, São Vicente), e que o protocolo público teria sido cancelado em dezembro de 2024. A Dakila rechaça essa narrativa e acusa o veículo de jornalismo oportunista e manipulação de fatos.
Para quem quer acompanhar: a Dakila reafirma seu compromisso com a “ciência livre, transparente e independente” e promete seguir com suas investigações sobre o Caminho de Peabiru — via rota indígena histórica — sem recursos públicos e sem submissão editorial.
Linguagem acessível: (Notícia produzida com auxílio de IA)
No dia 2 de outubro de 2025, o jornal Folha de S. Paulo publicou matéria com o título “Criador da teoria do Ratanabá manteve acordo com gestão Tarcísio”, acusando a Dakila de ter mantido convênio com o governo paulista. A Associação Dakila emitiu, em 5 de outubro, um manifesto em que contesta não apenas esse título, mas toda a abordagem da reportagem, afirmando que se tratou de uma apuração enviesada e carente de rigor jornalístico.
Segundo o posicionamento oficial da Dakila, o protocolo de intenções assinado com o governo de São Paulo (por meio da Secretaria de Turismo) não previa repasse financeiro algum, nem contrapartidas econômicas — todas as atividades de pesquisa e campo foram executadas com recursos próprios da entidade. A Dakila sustenta que foi buscada pelas autoridades estaduais, não o contrário, e que o objetivo do protocolo era auxiliar o estado com conhecimento técnico, mapeamento e fomento ao turismo científico.
A reportagem da Folha, por sua vez, afirma que a parceria já estava vencida ao ser usada em contatos com prefeituras costeiras (Cananéia e São Vicente) e que o protocolo teria sido cancelado em dezembro de 2024. Ademais, há questionamentos sobre a utilização do termo "convênio" pela Dakila após o término oficial do protocolo, inclusive para se apresentar perante as prefeituras.
Especialistas em arqueologia e institutos de pesquisa têm criticado a teoria da cidade de Ratanabá (vindoura de pressupostos extracientíficos) e questionam a tentativa de legitimá-la por meio de protocolos públicos. A Sociedade de Arqueologia Brasileira (SAB) não reconhece tais teorias, e o historiador Artur Barcelos chegou a produzir dossiê apontando o histórico de tentativas da Dakila de obter permissões de pesquisas inéditas na Amazônia com base nessas linhas controversas. Em seu manifesto, a Dakila acusa a Folha de abandonar seu próprio código de ética, ao priorizar narrativas convenientes em vez da exatidão.
Linguagem técnica: (Notícia produzida com auxílio de IA)
ACESSE ESSA PUBLICAÇÃO: https://www.instagram.com/p/DPewsXuEoHF/?igsh=Ym03bTd3NmRuNHZ6

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