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Mapeamento inédito revela cinco épocas do desenvolvimento cerebral e redefine cronologia da maturação neural

  • Foto do escritor: Dakila News
    Dakila News
  • há 4 dias
  • 3 min de leitura

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    Escolha a leitura que combina mais com você — ou aproveite as duas! Pesquisadores revelaram que o cérebro humano não evolui de forma contínua, como muitos acreditam. Na verdade, ele passa por cinco grandes “eras”, marcadas por mudanças profundas na forma como as conexões neurais funcionam. Esses marcos ocorrem, em média, aos 9, 32, 66 e 83 anos, segundo um estudo feito com quase 4 mil pessoas, de recém-nascidos até idosos de 90 anos.

    A pesquisa mostra que a infância, até por volta dos 9 anos, é um período de intensa reorganização. Já a adolescência vai dos 9 até os 32 anos, quando finalmente o cérebro atinge o modo “adulto”. Esse dado chama atenção, pois indica que nosso cérebro continua se estruturando e passando por grandes transformações até bem depois dos 20 anos.

    A partir dos 32 anos, o cérebro entra em sua fase mais longa: a era adulta, marcada por estabilidade e refinamento das funções. Por volta dos 66 anos, inicia-se a fase de “envelhecimento inicial”, seguida, aos 83 anos, por um estágio de envelhecimento avançado, onde as conexões começam a declinar de forma mais acentuada.

    Segundo os cientistas, compreender essas mudanças pode ajudar a identificar momentos de maior vulnerabilidade a problemas de saúde mental e doenças neurodegenerativas. E mais: essa descoberta abre portas para novas estratégias de prevenção e cuidados ao longo da vida. Linguagem acessível: (Notícia produzida com auxílio de IA) Um dos mapeamentos mais abrangentes da neuroarquitetura humana identificou cinco épocas estruturais do cérebro, definidas por quatro pontos de inflexão neurobiológica aos 9, 32, 66 e 83 anos. A pesquisa analisou dados de conectividade e organização estrutural de quase 4 mil indivíduos entre 0 e 90 anos, caracterizando transições marcantes na eficiência, compartmentalização e dinâmica das redes neurais.

    A primeira fase, da infância, mostrou predomínio de network consolidation, com redução sináptica e aumento volumétrico de substância cinzenta e branca, levando a diminuição da eficiência na integração de redes. A segunda fase, correspondente à adolescência, apresentou refinamento da conectividade global e aumento progressivo da eficiência de comunicação inter-regional — fenômeno associado a melhorias no desempenho cognitivo.

    O marco aos 32 anos revelou a mudança estrutural mais intensa, inaugurando a fase adulta, caracterizada por estabilização e maior compartmentalização das redes neurais. Essa transição pode ter relação com fatores ambientais e eventos de vida, embora não tenha sido diretamente investigada no estudo. A partir dos 66 anos, observaram-se sinais de declínio progressivo, relacionados à degeneração da substância branca e queda na conectividade global.

    Os resultados têm implicações diretas para a neuropsiquiatria e o estudo de doenças neurodegenerativas, ao demonstrar que vulnerabilidades específicas surgem em épocas distintas do ciclo da vida. Segundo os autores, compreender essas “eras neurais” pode orientar novas abordagens diagnósticas e terapêuticas fundamentadas em cronobiologia cerebral.

Linguagem técnica: (Notícia produzida com auxílio de IA)

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ESTÁ É UMA NOTÍCIA DE CARÁTER MERAMENTE INFORMATIVO


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