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  • Foto do escritorDakila News

Novidades sobre Ratanabá: Descobertas, parcerias e desafios

Em busca do saber perdido


 

O presidente de Dakila Pesquisas expõe os empecilhos enfrentados com o Iphan de Brasília, a firmação de novas parcerias e as informações e tecnologias presentes em Ratanabá.


 

No dia 09 de março de 2024, o pesquisador Rafael Hungria realizou uma transmissão ao vivo em seu canal do youtube com o CEO do Ecossistema Dakila, Urandir Fernandes de Oliveira. O propósito da live foi discutir uma variedade de tópicos, incluindo as descobertas e conhecimentos obtidos em Ratanabá, os desafios burocráticos impostos pelo Iphan de Brasília, o apoio público ao projeto e as parcerias com os povos indígenas.


Além das descobertas reveladoras, a transmissão discutiu a resistência encontrada por Dakila Pesquisas em sua jornada. Rafael Hungria e Urandir Fernandes falaram sobre a burocracia e os empecilhos do Iphan de Brasília.



Eles mencionaram cada ponto destacado pela Coordenação-Geral de educação, Formação e Participação Social (COGEDU) para que o projeto de pesquisa fosse invalidado. Isso porque, o documento proposto pelo COGEDU só apresenta tópicos de caráter pessoal, atacando inclusive o CEO do Ecossistema Dakila ao em vez de analisar e avaliar o projeto de forma técnica. Isso resultou em obstáculos significativos para o progresso das pesquisas e a divulgação dos resultados.



Urandir também ressaltou que alguns pesquisadores e estudiosos reagem negativamente quando uma empresa privada não vinculada a instituições acadêmicas realiza tamanha descoberta. Trazendo deboche e invalidez para a pesquisa científica que deveria ser coletiva e pública, por conta de ego e cobiça.


A live também destacou o significativo apoio público ao projeto, que se manifestou recentemente nas postagens do Iphan, exigindo um posicionamento sobre o ocorrido com o COGEDU. Urandir ainda comentou sobre as parcerias formadas com os ribeirinhos, povos originários e população das áreas de pesquisa, que apesar dos medos e ameaças que os órgãos da FUNAI e Iphan podem incutir, mostraram-se favoráveis ao projeto. Essas parcerias reforçam como a busca pelo conhecimento e a preservação da história e cultura local são esforços coletivos e iniciativa da própria população.


As descobertas de Dakila foram um ponto de destaque na transmissão. Relembrando, sobre a descoberta das Quadras de Ratanabá e a comprovação científica, através do LiDAR de que não são formações naturais. Além disso, Urandir afirmou a identificação de 32 cidades satélites, revelando que Ratanabá é muito maior que a cidade de São Paulo, por conta de seus diversos pisos, sendo que a parte central da cidade está a 80m de profundidade.



Durante a transmissão, também foram mencionadas tecnologias avançadas que existem em Ratanabá. Entre elas, um campo eletromagnético que interfere em equipamentos, auxiliando na defesa desse território; tecnologia quântica; e uma forma livre de energia que não depende de cabos ou pulsos magnéticos. Essa energia livre é derivada de isótopos de hidrogênio presentes na umidade chamados de deutérios e trítios. Algumas ferramentas poderosas também podem ser encontradas, e usadas para criação de coisas, realidades e até mesmo mundos.


Urandir ainda comentou sobre as vantagens e benefícios que Ratanabá já trouxe e ainda pode trazer. Tudo o que sabemos sobre astronomia surgiu de livros encontrados nas Salas do Conhecimento (que fazem parte de Ratanabá) espalhadas pelo mundo. Essas Salas guardam tecnologias e informações com o potencial de salvar a humanidade de desafios como guerra, fome e doenças. Dakila reconhece que Ratanabá também fornece o prolongamento da vida, a paralisação do envelhecimento e o rejuvenescimento.


No entanto, a transmissão também abordou outros desafios enfrentados pelos brasileiros e suas empresas. Em particular, eles discutiram o boicote de certas descobertas por pessoas estrangeiras que financiam a criação de leis que permitem a perfuração da Amazônia em busca dessas salas do conhecimento e Ratanabá. Enquanto garimpeiros, são acusados de destruir o bioma Amazônico, diversas empresas estrangeiras madeireira e mineradoras exploram os mais diversos recursos do Brasil.


Relembrando que essas empresas estão de fato a procura de Ratanabá e suas tecnologias. Sendo assim, as mineradoras perfuram até 100 metros de profundidade e se não encontram o que estão procurando, abandonam os pontos de perfuração, causando cada vez mais danos ao ecossistema.


Rafael e Urandir enfatizaram a importância do conhecimento na era moderna, sendo uma forma de poder muito maior que ouro e dinheiro. Argumentaram que os indivíduos precisam saber o básico de tudo para serem independentes. Eles acreditam que os conhecimentos de Ratanabá permitirão às pessoas uma liberdade de desfrutar seu tempo com qualidade sem se preocupar com contas e questões de subsistência.


A transmissão terminou com uma nota de esperança, com a convicção de que o conhecimento adquirido em Ratanabá pode levar a um futuro melhor para todos.

 

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