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Odor corporal como biomarcador: VOCs, e-nose e detecção olfativa de patologias emergem na medicina diagnóstica

  • Foto do escritor: Dakila News
    Dakila News
  • 19 de ago.
  • 2 min de leitura

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Você sabia que seu próprio cheiro — e até mesmo o de outras pessoas — pode ser um sinal valioso de problemas de saúde? Pesquisadores estão investigando como mudanças no odor do corpo podem indicar condições como diabetes, infecções, e até câncer. O segredo está em substâncias químicas invisíveis chamadas compostos orgânicos voláteis (VOCs), que nosso corpo emite naturalmente.


Esses compostos mudam conforme nosso metabolismo. Por exemplo, pessoas com diabetes podem exalar um cheiro doce ou frutado no hálito – um alerta importante. Infecções, doenças renais ou problemas no fígado também alteram o odor, fazendo com que o corpo exale sinais que os cientistas estão começando a identificar.


Além de usar tecnologias como o "nariz eletrônico" (e-nose), que detecta padrões de odor, estudos revelaram que cães treinados conseguem farejar diversas doenças com alta precisão, inclusive alguns tipos de câncer e infecções graves . Essa forma de “detecção pelo olfato” pode ser rápida, indolor e acessível.


Por isso, ficar atento ao seu cheiro natural pode ser mais importante do que você imagina. Se notar um odor incomum — como hálito doce, cheiro forte ou diferente — pode ser hora de buscar um médico. A tecnologia sensorial pode transformar esse alerta natural em um diagnóstico precoce e eficaz.

Linguagem acessível: (Notícia produzida com auxílio de IA)


Pesquisas avançadas confirmam que compostos orgânicos voláteis (VOCs) emitidos pelo corpo humano podem funcionar como biomarcadores de diversas doenças. Alterações nos perfis metabólicos, como aquelas geradas por malignidades, infecções ou disfunções metabólicas, modificam os VOCs presentes no suor, hálito, urina e fezes, oferecendo pistas para diagnóstico não invasivo.


O uso de tecnologias analíticas como cromatografia gasosa acoplada à espectrometria de massas (GC‑MS) e narizes eletrônicos (e‑noses) permite capturar padrões complexos de VOCs, facilitando a distinção entre indivíduos saudáveis e doentes — embora a identificação de biomarcadores individuais ainda enfrente desafios, dada a heterogeneidade dos perfis reportados.


Sistemas de detecção olfativa animalesca também demonstraram resultados promissores. Cães treinados alcançaram alta especificidade e sensibilidade na detecção de doenças como cânceres, infecções por C. difficile e COVID‑19, muitas vezes rivalizando com testes padrão como RT‑PCR.


A convergência dessas abordagens — identificação de VOCs, sensores eletrônicos e olfato animal treinado — aponta para uma nova era na medicina diagnóstica. Facilitando testes rápidos, portáteis e não invasivos, essas tecnologias podem ser implementadas em triagens clínicas e regiões com recursos limitados, transformando como detectamos doenças.

Linguagem técnica: (Notícia produzida com auxílio de IA)



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