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UK avança em plano estratégico para substituir modelos animais por organ-chips e IA preditiva na pesquisa biomédica

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    Dakila News
  • há 4 dias
  • 3 min de leitura

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    Escolha a leitura que combina mais com você — ou aproveite as duas! O Reino Unido deu um passo importante rumo ao fim dos testes em animais ao divulgar uma estratégia nacional para reduzir drasticamente esse tipo de prática. Segundo dados oficiais, 2,64 milhões de procedimentos científicos com animais foram realizados em 2024, muitos causando dor, estresse ou até a morte dos bichos. Agora, o governo acredita que tecnologias modernas podem finalmente diminuir a dependência desses experimentos — algo há muito esperado por defensores dos direitos animais.

    Nos últimos anos, alguns tipos de testes já haviam sido proibidos, como aqueles usados em cosméticos. A novidade é que métodos considerados especialmente cruéis, como o forced swim test — em que roedores lutam por sobrevivência em um recipiente cheio de água — deixarão de receber novas licenças. O plano também prevê metas para acabar com testes que aplicam substâncias corrosivas diretamente nos olhos e na pele.

    No entanto, a discussão não é simples. Outros procedimentos, como induzir tumores em ratos para estudar o câncer, ainda são amplamente aceitos pela sociedade. Para que a mudança aconteça de verdade, o governo precisa convencer cientistas e o público de que alternativas modernas podem entregar resultados tão bons quanto — ou até melhores — sem causar sofrimento.

    O ponto positivo é que essas alternativas já estão surgindo. Tecnologias como “órgãos-em-chip”, que simulam partes do corpo humano em miniatura, e sistemas de inteligência artificial capazes de prever efeitos tóxicos de medicamentos estão se mostrando cada vez mais eficazes. Além de mais éticas, elas podem ser mais rápidas, baratas e, no futuro, tornar o Reino Unido líder global no desenvolvimento de métodos científicos sem crueldade animal. Linguagem acessível: (Notícia produzida com auxílio de IA) O governo do Reino Unido apresentou uma estratégia nacional que visa reduzir de forma significativa o uso de animais em experimentação científica, amparado na perspectiva de que tecnologias como organ-on-a-chip e sistemas de machine learning podem reproduzir, com crescente fidelidade, respostas fisiológicas humanas. Em 2024, foram contabilizados 2,64 milhões de procedimentos científicos com animais, número que destaca a urgência de inovar em modelos experimentais menos invasivos e mais precisos.

    Entre as medidas, destaca-se a decisão de não conceder novas licenças para o forced swim test (FST), método amplamente criticado por sua natureza aversiva e por sua limitada relevância translacional. A estratégia também estabelece prazos para encerrar a aplicação de agentes cáusticos em olhos e pele. Apesar disso, práticas como a indução de tumorogênese em roedores — essenciais para oncologia translacional — permanecem, refletindo o limite entre a ética e a necessidade biomédica.

    Os avanços tecnológicos são centrais no plano britânico. Sistemas de organ-chips, compostos por redes microfluídicas contendo células humanas cultivadas de maneira a simular microambientes fisiológicos, já demonstram capacidade preditiva relevante para toxicologia e farmacocinética. Em paralelo, modelos de IA têm alcançado desempenho comparável ou superior a testes animais ao prever toxicidade, seguindo a mesma lógica de sucessos como a previsão de estruturas proteicas.

    Com investimento direto de £ 60 milhões, o governo pretende validar metodologias alternativas, mensurar sua eficácia frente aos métodos tradicionais e mapear marcos de maturidade tecnológica para os próximos dez anos. Além do impacto ético, há expectativas de ganhos econômicos e competitivos, considerando que EUA e União Europeia também caminham na direção da redução dos testes animais. Embora 95% dos animais usados no Reino Unido sejam roedores, aves ou peixes, o plano reforça que todos esses seres merecem consideração moral equivalente. Linguagem técnica: (Notícia produzida com auxílio de IA) Fontes: The Guardian view on animal testing: we can stop sacrificing millions of lives for our own health | Editorial | The Guardian


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