Resultados da busca
292 resultados encontrados com uma busca vazia
- Atividade de Campo Fevereiro/Março em Zigurats: Conexões, Descobertas e Novos Rumos para as Pesquisas de Dakila
A Atividade de Campo realizada em Fevereiro e Março na sede de Dakila Pesquisas, no Mato Grosso do Sul, Recanto de Havalon e Zigurats, trouxe novas descobertas e avanços científicos que ampliam ainda mais a compreensão sobre os projetos em andamento. Resumindo como foi, sabe-se que os pormenores que acontecem nessas atividades possuem muitas camadas de entendimento, então somente estando lá, vivenciando e experienciando para compreender em sua totalidade. Local: Recanto de Havalon - MS O voo de helicóptero, realizado antes da AC, trabalhou os participantes em diversos âmbitos, como a cocriação das expedições para a Amazônia, preparação para emergências, prosperidade e quebra de paradigmas. Esses foram alguns dos relatos marcantes dos presentes nesse dia memorável. Agora, falando sobre a AC de Carnaval, na palestra de abertura, Urandir informou ao público que a frequência de todos estava propícia para interações com as inteligências/parceiros de Dakila, e que seria interessante continuar o trabalho com as fotos para identificar se alguma anomalia se apresentaria. Associados e não associados notaram diferenças e percepções ao longo da atividade de campo. Novidades sobre Ratanabá e Avanço das Pesquisas Nas palestras, foram abordadas as expedições recentes realizadas por Dakila em Santa Catarina, Mato Grosso e outras regiões, além de atualizações inéditas sobre Ratanabá e o avanço das pesquisas na Aldeia Mayrowi (a mais próxima das quadras). CEO do Ecossistema Dakila Urandir Fernandes de Oliveira ao lado do Pesquisador Isaque de Borba Entre os principais anúncios, destacam-se: ✅ Bases de pesquisa em Ratanabá – Estruturação de uma base fixa na região para estudos contínuos e monitoramento em tempo real. Uma equipe estará sempre presente no local. ✅ Expedições Abertas – Previstas para Julho/Agosto, incluindo programas de turismo sustentável, como pesca esportiva com espécies endêmicas, birdwatching e experiências científicas guiadas. O projeto envolve o desenvolvimento de infraestrutura para um hotel e uma base avançada de pesquisas no mesmo local, em parceria com a etnia Mayrowi. Obeliscos Quânticos e as Novas Descobertas Durante a atividade, foram divulgadas novas informações sobre os obeliscos detectados em Roraima, próximos ao afloramento de Ratanabá. 🔹 Eletromagnetismo e energia quântica – Os obeliscos quânticos emitem uma frequência que potencializa a tecnologia mental e organiza as moléculas do nosso organismo, gerando efeitos ainda a serem estudados. Durante a AC, por conta dos treinamentos que estavam sendo feitos, principalmente a tarefa durante o alinhamento astronômico do dia 28, os parceiros disseram que esses obeliscos estarão em volta do Grande Monumento Escalonado. 🔹 Formação e disposição – Os obeliscos foram encontrados soterrados e empilhados, sugerindo um planejamento avançado por civilizações antigas. 🔹 Correlação com o campo magnético terrestre – O alinhamento astronômico recente e as alterações na malha magnética global (AMAS – Anomalia Magnética do Atlântico Sul) indicam que o Paralelo 19 pode estar mais protegido contra oscilações eletromagnéticas, o que pode influenciar as pesquisas em andamento. Resumo da Gincana de Carnaval: A Gincana de Carnaval foi dividida em quatro etapas, desafiando os participantes a realizarem observações astronômicas, resolverem enigmas, produzirem conteúdos e decifrarem um anagrama. Etapa 1: Alinhamento Astronômico (28/02) Os grupos deveriam registrar e analisar um alinhamento astronômico, produzindo um relatório curto com justificativas em caso de impossibilidade de captação. Etapa 2: Charadas e Constelações Cada grupo recebeu uma charada para localizar um ponto específico e, ao chegar, deveria escolher uma constelação visível na época. Cada grupo fornecia as coordenadas (azimute e zênite) para os outros. Se a observação não fosse possível, um estudo sobre a constelação deveria ser entregue. Etapa 3: Produção de Conteúdo Os grupos precisavam criar um vídeo sobre a gincana para as mídias oficiais de Dakila e redigir uma matéria sobre o alinhamento astronômico para a Revista Dakila. Etapa Final: Decifrando o Enigma Os grupos encontraram cinco livros da Aliança, cada um com uma cor de bandeira e letras em Irdin. A cooperação entre os grupos foi essencial para formar o anagrama "Grande Monumento Escalonado". No local indicado, bandeiras sinalizavam onde estava enterrado um artefato. Artefato esférico encontrado na gincana Eventos e Novas Estruturas Organizacionais 📌 Reorganização das antigas comissões – Agora divididas em Alquimia, Luz, Caduceu, Modulação e Sublimação. Torneio de Futebol MDPL no Recanto de Havalon - MS 📌 Torneio de futebol MDPL – Com distribuição de BDM's para a torcida presencial. O BDM Digital, primeiro meio de pagamento 100% brasileiro, continua sendo usado nas AC's e em diversos estados do Brasil, fortalecendo sua adoção. A Atividade de Campo de fevereiro/março trouxe descobertas inéditas, avanços significativos nas pesquisas sobre Ratanabá e fortaleceu a conexão dos participantes com os fenômenos energéticos e históricos estudados por Dakila. Os próximos meses prometem novas expedições, aprofundamento nas pesquisas sobre os obeliscos e avanços na estruturação da base em Ratanabá, com mais informações sendo divulgadas em tempo real para que o conhecimento chegue ao público sem barreiras. A próxima etapa dessas pesquisas já está em andamento, e as expedições abertas previstas para Julho/Agosto prometem trazer novas revelações sobre os mistérios das civilizações ancestrais e a história não contada do Brasil e do mundo.
- Dakila Pesquisas Inicia 2025 com Expedições e Descobertas Arqueológicas em Todo o Brasil
O ano de 2025 mal começou, e os pesquisadores do Ecossistema Dakila já estão o mais rápido possível com uma série de expedições e eventos marcantes. Visando aprofundar estudos sobre estruturas antigas e fenômenos naturais, a equipe vem explorando diferentes regiões do Brasil, revelando evidências que desafiam o conhecimento tradicional. Pavimento de pedra semelhante ao presente nos Caminhos de Peabiru encontrado no Mato Grosso - https://www.dakilanews.com.br/post/tuneis-usados-por-jesuitas Entre os acontecimentos recentes, destacam-se a entrevista do CEO Urandir Fernandes de Oliveira no canal do pesquisador André de Pierre, a gravação da reportagem "Especial MS 47 Anos" na sede principal de Dakila Pesquisas, em Corguinho/Recanto de Havalon, e a parceria com a Universidade do Estado do Amazonas, fortalecendo laços com a comunidade acadêmica. Notícia sobre a matéria postada no site de Dakila News - https://www.dakilanews.com.br/post/parceria-histórica-dakila-pesquisas-e-uea-unem-forças-para-transformar-a-amazônia-com-ciência-e-sus Novas Expedições: Santa Catarina e Mato Grosso no Roteiro de Pesquisas Dando continuidade aos estudos sobre o Caminho de Peabiru, os pesquisadores retornaram a Santa Catarina para explorar novas evidências de construções e vestígios arqueológicos. Placa informativa sobre a Trilha do Tropeiro - MT, local visitado pelos pesquisadores Além disso, sobrevoos panorâmicos com helicópteros foram realizados na sede de Dakila, permitindo uma experiência única para quem pode participar e sentir o gosto de como funcionam as expedições aéreas que Dakila realiza. O helicóptero usado nas expedições, o mesmo que realizou o sobrevoo nesse final de semana, pousado em Zigurats - MS https://www.instagram.com/reel/DGJCcJDO2N0/?igsh=MWVqc3lhcWNsOGIycQ== Atualmente, a equipe está em Mato Grosso, na Chapada dos Guimarães, um local conhecido por seus relatos de avistamentos e formações geológicas intrigantes. A pesquisa que está em andamento buscou compreender a origem de estruturas que apresentam encaixes perfeitos entre pedras gigantescas, sem o uso de cimento ou argamassa, algo semelhante ao encontrado em ruínas milenares ao redor do mundo. Urandir Fernandes de Oliveira examinando possíveis marcas e desenhos nas pedras do túnel https://www.instagram.com/reel/DGLVTpvuXQY/?igsh=MXJ6Y2syYTE1aGVmOQ== A Diretora de Pesquisas de Ratanabá, Fernanda, destacou a importância de um "olho bem treinado" para diferenciar estruturas comuns de estruturas perfeitamente alinhadas e um pouco inexplicáveis. Durante a expedição, ao observar muros de pedras com encaixes milimétricos, ela ironizou: "Acho que os escravos que fizeram esses encaixes perfeitos com pedras desse tamanho foram os mesmos que construíram as pirâmides do Egito." Pesquisadora Fernanda Lima na entrada de um túnel presente em uma taipa de pedra https://www.instagram.com/reel/DGMlB-Hu5Uu/?igsh=NzN5MmdlOW0wMHBi Informações Serão Divulgadas Assim Que Possível A expedição continua, e toda nova descoberta será compartilhada com o público assim que possível, respeitando processos de análise científica e questões burocráticas. Muro de pedra/Taipa de pedra encontrada no local de pesquisa Os associados de Dakila Pesquisas serão mantidos atualizados com as informações mais relevantes, enquanto curiosos e entusiastas de arqueologia e ciência certamente terão novos pontos para refletir sobre o passado enigmático de nosso planeta. 📢 Acompanhe as próximas atualizações nas mídias oficiais do Ecossistema Dakila! 🚀
- Urandir Fernandes de Oliveira Recebe o Título de Comendador no Congresso Nacional
No dia 22 de abril de 2025 , o CEO do Ecossistema Dakila, Urandir Fernandes de Oliveira , será condecorado com a Cruz do Mérito do Empreendedor Juscelino Kubitschek , no grau de Comendador da Legião de Honra do Presidente JK . A honraria será entregue em uma cerimônia oficial no Auditório Nereu Ramos, na Câmara dos Deputados, em Brasília , como parte das comemorações pelos 65 anos da Fundação da Capital Federal . A premiação é concedida pela Academia Brasileira de Honrarias ao Mérito , presidida pelo Comendador Regino Barros , e conta com o apoio institucional do Congresso Nacional e da Câmara dos Deputados , representada pelo deputado federal Evair Vieira de Melo . Documento enviado pela Academia Brasileira de Honrarias ao Mérito ao CEO Urandir Fernandes de Oliveira Reconhecimento ao Empreendedorismo e Desenvolvimento Sustentável A Cruz do Mérito do Empreendedor Juscelino Kubitschek é a mais alta condecoração da sociedade brasileira para personalidades que se destacam por suas contribuições ao empreendedorismo e ao desenvolvimento sustentável nacional . O nome de Urandir Fernandes de Oliveira foi escolhido por unanimidade pelo Conselho Nacional de Honrarias ao Mérito , em reconhecimento à sua trajetória e impacto positivo em diversas áreas. Seu trabalho à frente do Ecossistema Dakila tem gerado iniciativas que unem pesquisa científica, tecnologia, sustentabilidade e novos modelos de negócios , impulsionando projetos inovadores e promovendo o desenvolvimento humano e econômico . Uma Solenidade de Prestígio Nacional e Internacional O evento reunirá autoridades políticas, diplomáticas, militares e civis , além de personalidades da sociedade brasileira e da comunidade internacional. A cerimônia reafirma a importância de reconhecer e incentivar líderes que promovem a inovação e contribuem para o crescimento do país . Para Urandir Fernandes de Oliveira, essa honraria representa mais um marco na consolidação de seu trabalho e visão para o futuro do Brasil , fortalecendo o compromisso com o empreendedorismo, pesquisa e desenvolvimento sustentável . 📢 Para acompanhar mais detalhes sobre essa premiação e os próximos projetos do Ecossistema Dakila, acesse 👉 Dakila News . Siga as redes sociais oficiais de Dakila Pesquisas ➡️ @dakilapesquisas @ratanaba @urandir_oliveira @dakilanews @dakilacortes
- Dakila Pesquisas Retorna a Joinville para Novas Expedições nos Caminhos de Peabiru
A equipe multidisciplinar de Dakila Pesquisas voltou a Joinville, Santa Catarina, para aprofundar os estudos sobre os Caminhos de Peabiru, uma antiga rota de travessia utilizada por civilizações pré-colombianas. Após expedições anteriores revelarem indícios promissores na região, os pesquisadores agora retornam para analisar estruturas de pedra, ruínas e formações geográficas que podem ressignificar a história desse trajeto enigmático. Expedição atual novamente no Campos do Quiriri - SC e regiões adjacentes Descobertas Anteriores e Expectativas para a Nova Etapa Nas expedições passadas, foram identificados relevos peculiares, taipas de pedra e vestígios de antigas estruturas que indicam a presença de uma organização arquitetônica diferenciada na região. Essas formações podem estar associadas aos povos que utilizavam os Caminhos de Peabiru como rota sagrada, comercial e migratória, conectando o litoral brasileiro ao altiplano andino. Campos do Quiriri - SC, rochas com um alinhamento diferenciado encontrado (2024) Diante dessas evidências, a equipe de Dakila Pesquisas, composta por arqueólogos, geólogos, historiadores e especialistas em diversas áreas, busca agora coletar mais dados, analisar padrões geométricos das construções e entender a relação dessas estruturas com outros sítios arqueológicos da América do Sul. Trilha de Itupava - PR, expedição realizada em outubro de 2023 A Importância dos Caminhos de Peabiru O Caminho de Peabiru é uma das trilhas mais misteriosas do continente, com registros que apontam sua existência há milhares de anos, possivelmente traçada por civilizações indígenas muito antes da chegada dos colonizadores europeus. Essa rede de trilhas interligava o Brasil ao Paraguai, Bolívia e Peru, chegando até Machu Picchu. Mapa representativo do Caminho de Peabiru e suas rotas principais A pesquisa liderada por Dakila Pesquisas em Joinville pode reforçar hipóteses sobre a presença de civilizações mais complexas e avançadas do que se imagina na região sul do Brasil. Além disso, a continuidade dessas investigações pode ajudar a desvendar quem realmente construiu essas estruturas e qual era sua finalidade. O Que Está Por Vir? Com equipamentos de alta tecnologia e um olhar investigativo afiado, a equipe do Dakila Pesquisas pretende mapear e documentar as estruturas com precisão, além de realizar análises comparativas com outros vestígios encontrados ao longo dos Caminhos de Peabiru. Campos do Quiriri - SC, pesquisadores retornam ao local visitado em novembro 2024 As descobertas podem ter um impacto significativo na arqueologia brasileira, proporcionando novas interpretações sobre a ocupação antiga do território nacional e revisitando uma história ainda não contada sobre os povos que habitaram essa região. O avanço dessas pesquisas será acompanhado de perto, e novas informações serão divulgadas à medida que os estudos progredirem. Siga as redes sociais oficiais de Dakila Pesquisas ➡️ @dakilapesquisas @ratanaba @urandir_oliveira @dakilanews @dakilacortes
- Descoberta Arqueológica na Alemanha: Mais de 1.000 Itens, Incluindo Enigmática Escultura de Macaco, São Encontrados em Igreja Medieval
Durante obras de instalação de um sistema de aquecimento no piso da Igreja de Santa Maria, em Gardelegen, Alemanha, arqueólogos fizeram uma descoberta surpreendente: mais de mil artefatos arqueológicos, abrangendo sete séculos de história. As escavações ocorreram entre junho de 2022 e setembro de 2023, revelando itens que lançam luz sobre a vida e os costumes da região ao longo dos séculos. A Igreja de Santa Maria, construída no século XIII, destaca-se por seu estilo gótico, com amplos salões, tetos altos abobadados e grandes vitrais. Ao longo dos anos, passou por diversas reformas e restaurações para manter sua estrutura, preservando aspectos originais enquanto integrava novos elementos. Os artefatos estavam a apenas 40 centímetros abaixo do solo, sob o piso de madeira original da igreja, em uma área de 145 metros quadrados. Com o apoio de voluntários, os arqueólogos recuperaram 679 moedas e fragmentos de moedas corroídas pelo tempo. Além disso, foram encontrados diversos objetos, como contas de colares, alfinetes, ossos de animais, cerâmicas, ferragens metálicas, fechos de livros, fragmentos de vidro, pregos, plantas e utensílios pessoais, incluindo uma pinça. A figura do macaco, feita de bronze e chumbo — Foto: © State Office for Heritage Management and Archaeology Saxony-Anhalt, Friederike Hertel O achado mais intrigante foi uma pequena escultura de macaco, com cerca de 8 centímetros de altura, feita de bronze e chumbo. A equipe de restauração e estudo se deparou com a difícil tarefa de interpretar o significado da peça. Não está claro se o macaco possui chifres ou se segura um instrumento de sopro, como uma corneta. "Representações de macacos não são incomuns em igrejas. Eles se divertem com jogos de tabuleiro, tocam música, imitam os humanos ou estão presos em ramos e laços", escreveram os pesquisadores no comunicado. "Eram considerados seres demoníacos e, ao longo do final da Idade Média, passaram a ser vistos como um reflexo e caricatura do ser humano pecador e vicioso." Moedas de diferentes séculos encontradas na igreja — Foto: © State Office for Heritage Management and Archaeology Saxony-Anhalt, Anika Tauschensky Embora a descoberta de moedas e utensílios cotidianos seja relativamente comum em escavações arqueológicas, a escultura de macaco se destaca por sua singularidade e simbolismo. Representações de macacos em igrejas medievais não são frequentes, e seu significado pode oferecer insights sobre as crenças e práticas culturais da época. A descoberta foi anunciada pelo Escritório Estadual para Gestão do Patrimônio e Arqueologia de Saxônia-Anhalt. No entanto, o comunicado oficial não especifica o nome de um pesquisador principal responsável pela escavação. A notícia atraiu a atenção da comunidade arqueológica internacional devido à quantidade e diversidade dos artefatos encontrados, especialmente a enigmática escultura de macaco. Tais achados oferecem uma janela valiosa para compreender aspectos culturais, religiosos e sociais da Europa medieval. A divulgação foi feita por veículos de comunicação especializados, como a Revista Galileu, ampliando o alcance público da notícia geral. Descobertas arqueológicas em igrejas medievais não são incomuns. Por exemplo, em Nápoles, Itália, uma igreja medieval do século XI foi encontrada durante escavações, revelando frescos bem preservados e inscrições históricas. No Sudão, ruínas de uma catedral de mil anos foram descobertas, possivelmente a maior igreja conhecida da Núbia medieval. Esses achados contribuem significativamente para o entendimento da história e cultura das sociedades medievais. A descoberta na Igreja de Santa Maria em Gardelegen destaca a importância das pesquisas arqueológicas e das restaurações de monumentos históricos na região. Os trabalhos ressaltam novamente a grande importância do envolvimento voluntário na preservação do patrimônio arqueológico. Saxônia-Anhalt possui uma rede densa de colaboradores voluntários que, em coordenação com o Escritório Estadual para Gestão do Patrimônio e Arqueologia de Saxônia-Anhalt, realizam tarefas específicas de preservação do patrimônio arqueológico. Em suma, a descoberta de mais de mil artefatos na Igreja de Santa Maria oferece uma visão aprofundada da vida cotidiana, das práticas religiosas e das expressões artísticas da Europa medieval, enriquecendo nosso entendimento sobre esse período histórico. Fontes: https://revistagalileu.globo.com/ciencia/arqueologia/noticia/2025/02/de-moeda-a-escultura-de-macaco-obra-em-igreja-revela-1000-itens-arqueologicos.ghtml?utm_source=chatgpt.com https://www.gizmodo.com.br/descoberta-surpreendente-em-napoles-uma-igreja-medieval-emerge-do-subsolo-1288?utm_source=chatgpt.com https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Arqueologia/noticia/2021/07/ruinas-de-mil-anos-revelam-igreja-medieval-em-reino-africano-no-sudao.html?utm_source=chatgpt.com
- Como o Óxido de Bismuto Pode Tornar a Eletrônica Mais Eficiente e Avançada
Pesquisadores investigaram como um material especial, chamado BiCu₃Ti₃FeO₁₂ (um tipo de cerâmica), pode se tornar mais eficiente quando misturado com óxido de bismuto (Bi₂O₃). Essa mistura melhora como o material conduz energia elétrica e resiste ao calor, o que é essencial para dispositivos eletrônicos modernos, como antenas de rádio frequência e micro-ondas. Membros do Laboratório de Telecomunicações e Ciência e Engenharia de Materiais (LOCEM) O que foi estudado? Os cientistas queriam descobrir como pequenas quantidades de óxido de bismuto podem melhorar a cerâmica BiCu₃Ti₃FeO₁₂. Eles adicionaram diferentes quantidades de Bi₂O₃ ao material original e analisaram as mudanças usando técnicas avançadas, como raios-X e testes de condução elétrica. O objetivo principal era criar materiais mais estáveis e eficientes para componentes eletrônicos. O que foi descoberto? 1. Mais resistência ao calor: Quando o óxido de bismuto foi adicionado, o material ficou mais estável em altas temperaturas. Isso significa que ele pode ser usado em ambientes quentes sem perder eficiência. 2. Melhor desempenho elétrico: O material conseguiu conduzir melhor a energia elétrica em baixas e altas frequências, o que é importante para dispositivos que precisam funcionar de forma confiável. 3. Miniaturização de componentes: Com as melhorias obtidas, o material pode ser usado para criar componentes menores e mais leves, como antenas de rádio frequência, sem perder qualidade. Imagine que os dispositivos eletrônicos que usamos hoje, como celulares, roteadores e satélites, precisam de componentes que funcionem bem em altas frequências e resistam a temperaturas extremas. Com esse novo material, esses dispositivos podem se tornar mais eficientes, duráveis e até menores, ajudando no avanço da tecnologia que usamos diariamente. Este estudo mostra como a mistura de óxido de bismuto com cerâmica pode ser um grande passo para melhorar a tecnologia eletrônica. É uma forma de tornar os dispositivos mais compactos, confiáveis e prontos para as demandas do futuro. Antônio Sérgio Sombra - Físico, Orientador do associado de Dakila Diego Colares Diego Colares - Pesquisador e Físico brasileiro A idealização e o desenvolvimento deste projeto foram conduzidos pelo físico Diego Colares, associado da Dakila Pesquisas, que reuniu especialistas da área para formular e executar o estudo. Atualmente, essa pesquisa recebe reconhecimento e premiação pela Universidade do Catar. Acompanhe nossas mídias oficiais e acesse o site Dakila News ( dakilanews.com.br ) para mais detalhes sobre essas premiações e assuntos relacionados que estão transformando nossa compreensão histórica. REDES SOCIAIS DE DAKILA NEWS: Instagram - https://www.instagram.com/dakilanews/ Facebook - https://www.facebook.com/profile.php?id=100091141988861 YouTube - Dakila News - YouTube Twitter/X - https://twitter.com/DakilaNews Site - https://www.dakilanews.com.br/
- Parceria Histórica: Dakila Pesquisas e UEA Unem Forças para Transformar a Amazônia com Ciência e Sustentabilidade
Uma aliança estratégica que promete revolucionar a pesquisa arqueológica, a preservação cultural e o desenvolvimento sustentável na Amazônia acaba de ser formalizada. No dia 29 de janeiro de 2025, o Ecossistema Dakila e a Universidade do Estado do Amazonas (UEA) assinaram um Acordo de Cooperação Técnica, marcando um avanço significativo para a valorização do patrimônio histórico, cultural e ambiental da região. CEO do Ecossistema Dakila: Urandir Fernandes de Oliveira ao lado do Pró-Reitor da UEA: Valber Barbosa Confira em nossas mídias: https://www.instagram.com/p/DFf5F08OaEZ/?igsh=MTIxMmFtZ2F2Y3o3YQ== A parceria, que já foi publicada no Diário Oficial, representa um marco na colaboração entre instituições acadêmicas e iniciativas de pesquisa independentes, abrindo caminho para novos estudos arqueológicos, etnolinguísticos e ambientais em áreas estratégicas como Ratanabá e o Caminho de Peabiru. Ciência e Cultura em Prol da Amazônia Com presença nos 62 municípios do Amazonas, a UEA se torna um pilar fundamental para a expansão de pesquisas de grande relevância histórica e antropológica. Além disso, a colaboração visa fortalecer o ensino, promovendo a integração entre conhecimento acadêmico e saberes tradicionais das comunidades indígenas. Profa Drª Solange Pereira - UEA, Fernanda Lima - Diretora de Pesquisas de Ratanabá, Urandir Fernandes de Oliveria - CEO do Ecossistema Dakila e Nilo Santiago - Presidente do ICP Confira em nossas mídias: https://www.instagram.com/p/DFflybyOSzn/?igsh=MXM3cnQwaG1vNzV4MQ== Entre os objetivos principais do acordo, destacam-se: ✅ Educação e Turismo Sustentável – Desenvolvimento de projetos que unem cultura, pesquisa e oportunidades econômicas para as populações locais. ✅ Gestão Ambiental e Saneamento – Implementação de um sistema eficiente de gerenciamento de resíduos sólidos para melhorar as condições sanitárias das aldeias indígenas. ✅ Expansão Mundial – O acordo abre portas para colaborações internacionais, com destaque para instituições do Reino Unido, França e Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), ampliando o impacto do projeto. ✅ Fortalecimento do ICP (Instituto de Conhecimento e Pesquisa) – Novo braço técnico-científico do Ecossistema Dakila, responsável por garantir conformidade com normas internacionais de pesquisa e viabilizar parcerias e financiamentos. Um Novo Capítulo para a Amazônia A assinatura do acordo é o resultado de dois anos de trabalho contínuo e representa um passo essencial para consolidar pesquisas de alto impacto sobre arqueologia, paleontologia, geologia e etnolinguística na Amazônia. A iniciativa também reforça o compromisso com a preservação da cultura e das línguas indígenas, promovendo um diálogo entre ciência e tradição. Arqueóloga - Natalia Reikdal, Geo-arqueólogo - Saulo Nery, Diretora de Pesquisas de Ratanabá - Fernanda Lima e o Presidente do ICP - Nilo Santiago Além disso, o projeto atende demandas urgentes da região, como o desenvolvimento de soluções ambientais inovadoras, contribuindo diretamente para a melhoria da qualidade de vida das populações locais. Acompanhe nossas mídias oficiais e acesse o site Dakila News ( dakilanews.com.br ) para mais detalhes sobre essas parcerias e assuntos relacionados que estão transformando nossa compreensão histórica. https://www.instagram.com/dakilanews/
- Mistérios da Amazônia e os Segredos do Caminho de Peabiru: As Descobertas do Ecossistema Dakila
Há muitos anos, os pesquisadores do Ecossistema Dakila têm realizado expedições extraordinárias na Amazônia e em outras regiões do Brasil, desvendando mistérios históricos e naturais que intrigam a humanidade. Urandir Fernandes de Oliveria no início das pesquisas Confira em nossas mídias: https://docs.google.com/document/d/1QGudz_sON-MXPMowP1HnBu9IPL7KK8mMuXxBVooKOo4/edit?usp=sharing As pe squisas foram retomadas com intensidade no ano de 2022 onde utilizaram tecnologias avançadas como LiDAR e GPR para mapear uma região específica da Amazônia, as investigações têm revelado descobertas fascinantes. Imagem gerada a partir do resultado do LiDAR Confira em nossas mídias: https://docs.google.com/document/d/1ua4iCUChFkreUyrn4cOqBwUHDySMkUOw0OnXifErlGQ/edit?usp=sharing Primeiros Passos: A Era das Descobertas As expedições começaram em 2022, com o sobrevoo pioneiro da floresta amazônica e o mapeamento das enigmáticas "Quadras de Apiacás" ou "Quadras de Ratanabá", estruturas retilíneas misteriosas. Além de crânios alongados não humanos. Crânio alongado encontrado em uma expedição Confira em nossas mídias: https://docs.google.com/document/d/1qUEdXBZd7bUTUZLLn49nvn0c7II8HTyMU91V-I0fABg/edit?usp=sharing Nesse mesmo ano, a equipe encontrou o intrigante "Pézão de Ratanabá", investigou a Pedra Preta de Paranaitá, identificando inscrições ancestrais, e explorou o Rio Aripuanã, revelando objetos de naufrágio, rodovias esquecidas e sítios históricos. Imagem de uma pegada incomum fossilizada em uma pedra Confira em nossas mídias: https://docs.google.com/document/d/1-xmkLDWPpLKY2aOxrmv0x0NNfaumTS4YNabOsg-Fh-o/edit?usp=sharing Novas Descobertas em 2023 O ano de 2023 trouxe ainda mais surpresas. Nas Quadras de Apiacás, foi identificado um sumidouro e evidências de rampas. Durante essas investigações, nasceu o projeto Voz das Etnias , que oferece espaço para os povos originários expressarem suas necessidades e colaborarem em avanços sociais e econômicos. Projeto A Voz das Etnias realizado na sede de Dakila em Corguinho - MS Confira em nossas mídias: https://docs.google.com/document/d/1toRXFwTQhpeSP7YpREUd14pnTU-p7Syu8LZVXiWZL_4/edit?usp=sharing Em Agosto , a equipe encontrou um painel rupestre impressionante na Amazônia, considerado o maior já registrado, com 9 metros de extensão e 3,5 metros de altura. Composto por símbolos e formas geométricas em baixo e alto relevo, o painel foi descoberto junto a um conjunto de galerias nas proximidades. Medição do painel principal na Amazônia Confira essa expedição em nossas mídias - https://docs.google.com/document/d/1_fUUrH1kY2xgn8yFjVQutNyvTmRTtz48njtrblUzSQ8/edit?usp=sharing No final de Agosto e início de Novembro , uma associada identificou, em São José de Ararapira, um Canudal parcialmente submerso devido à maré, que pode estar conectado ao antigo Caminho de Peabiru e à cidade perdida de Ratanabá. Imagem do Google Earth printado pela associada Confira em nossas mídias: https://docs.google.com/document/d/1fW-_TpopiHQAT2Fh2_N2UTmD0UM_OYCtkyIthadu8_c/edit?usp=sharing No Paraná, a equipe utilizou suas tecnologias para localizar túneis subterrâneos e analisou trechos preservados do Caminho de Peabiru no Caminho de Itupava. Urandir Fernandes de Oliveira no Caminho de Peabiru Trilha de Itupava Confira essa expedição em nossas mídias - https://docs.google.com/document/d/1BaioFNoIYN34s5s9VuCPDwGxgXeVQ38wV8bChcLMt-A/edit?usp=sharing Missões Sociais e Inovações Tecnológicas No final de 2023 , os pesquisadores encontraram marcas recentes de um animal gigante na região amazônica, especificamente em Jacareacanga–PA. Relatos locais indicavam que o animal, possivelmente do tamanho de um dinossauro, mergulhava no rio e desaparecia. Em Fevereiro de 2024 a equipe instalou câmeras para capturá-lo, mas furtos e descontentamentos locais suspenderam a pesquisa. Pegada gigante ressaltada ao entorno encontrada na região amazônica do Pará Confira essa em nossas mídias: https://docs.google.com/document/d/1yCfl_Z57N-3iWS6v_rucFLAb1cJiqCDuOmAHEbtYioM/edit?usp=sharing Além disso, no mesmo ano (2024) em Rondônia, Dakila participou de uma assembleia indígena da etnia Gaviões, dando continuidade ao projeto Voz das Etnias que foi iniciado em 2023 . Assembleia indígena Confira essa em nossas mídias: https://www.instagram.com/ratanaba?igsh=MTJmcnB6OGdyNGhrYw== Rumo ao Caminho de Peabiru Em Abril de 2024 , a equipe explorou pontos do Caminho de Peabiru no Parque da Tijuca, no Rio de Janeiro, e seguiu para Rio das Ostras e Cachoeiras de Macacu, onde identificaram relevos em rochas e firmaram parcerias com autoridades locais para promover o turismo histórico. Urandir Fernandes de Oliveira ao lado de uma rocha com marcas retilíneas Confira em nossas mídias: https://docs.google.com/document/d/1piBDFLRrYjimME9mvHfm20yTkphR1DZuOa-gNQha1ak/edit?usp=sharing Em Maio , em Florianópolis, encontraram taipas de pedra típicas do Caminho de Peabiru. Extensa Taipa de Pedra encontrada em Coxilha Rica - SC Confira em nossas mídias: https://docs.google.com/document/d/1t-AI6LlMkGvhm-1KC52qo0fQ5D5K4TLJ0e54VAwrrLw/edit?usp=sharing Ainda nesse mês, em meio às enchentes que devastaram o Rio Grande do Sul, Dakila realizou ações de solidariedade, fornecendo alimentos, água e produtos de higiene às comunidades afetadas. Essa ação inesperada marcou a união entre pesquisa e assistência social. Confira em nossas mídias: https://docs.google.com/document/d/1_s9XEATha0T3DSTx5hlUWZdBxGOuHCvh2QWlvUFomMQ/edit?usp=sharing No Recanto de Peabiru, em São Paulo, a equipe firmou, em junho, uma parceria com a Secretaria de Turismo para revitalizar e remapear o Caminho de Peabiru no estado. Solenidade realizada no Recanto de Peabiru em São Paulo Confira em nossas mídias: https://docs.google.com/document/d/1g-uHXVCY7zY1XfzCrWkRqGqR2VMTmprm6f62M2HGMTU/edit?usp=sharing Em Agosto, novas estruturas foram mapeadas no Recanto, seguidas por visitas a museus e cidades do entorno para levantamento histórico. Medição de um geoglifo no Recanto de Peabiru - SP Confira em nossas mídias: https://docs.google.com/document/d/1m41wqRp0bFTnGlhzOT746W8L4uteHWc40OOMuuPUvRQ/edit?usp=sharing Descobertas Recentes e Expansão de Pesquisas Em Setembro , a equipe escaneou gravuras rupestres numa caverna no Mato Grosso do Sul utilizando um LiDAR portátil. Drone com LiDAR Portátil Confira em nossas mídias: https://docs.google.com/document/d/1RYyy_cbLBsHQFA67ERBApvrRXqjE9Hh-dxLucRuaqpA/edit?usp=sharing No mesmo mês a equipe sobrevoou áreas de queimadas na Amazônia a pedido de lideranças da etnia Apiaká, fornecendo medicamentos, inaladores e transporte para ajudar as comunidades afetadas. CEO do Ecossistema Dakila - Urandir Fernandes de Oliveira Confira em nossas mídias: https://docs.google.com/document/d/1tD8D3RJl_-xsp3yji26rNHDYLJHeMSahZB7g180tfLc/edit?usp=sharing Nesse processo também encontraram galerias no Amazonas com vibrações peculiares, batizadas de "Galeria do Conhecimento". Galeria encontrada no estado do Amazonas Confira em nossas mídias: https://docs.google.com/document/d/1nhNU9sSoT7qJu-y4ZN27KL86xlDjUOlA-JqBCdTqvrQ/edit?usp=sharing Já em Novembro , em Santa Catarina, a expedição foi marcada por fenômenos incomuns, como anomalias magnéticas que afetaram equipamentos e intrigaram os pesquisadores. Na região dos Campos do Quiriri, identificaram um alinhamento retilíneo incomum de pedras. Rochas retilíneas encontradas nos Campos do Quiriri - SC Confira em nossas mídias: https://docs.google.com/document/d/1EYAPvo_dilkVQ-fsgD5tCBfcw9u_B2tjH9OwTY4n--Q/edit?usp=sharing No mês seguinte, em Rondônia, sobrevoaram monumentos e o Forte Príncipe da Beira, uma área investigada desde 1987 pelo presidente do Ecossistema Dakila, Urandir Fernandes de Oliveira. Diretora de Pesquisas de Ratanabá - Fernanda Lima Confira em nossas mídias: https://docs.google.com/document/d/16dM_w4M4goHyXP5RaJSvhPey8TWkElqOqvIVeh1E4RU/edit?usp=sharing O Ano que Promete Encerrando 2024, Dakila promoveu atividades em sua sede, Recanto de Havalon e Zigurats, com palestras, tarefas e entrevistas. O ano de 2025 começou com energia, e os pesquisadores já estão prontos para continuar desvendando mistérios arqueológicos e científicos. AC 2024/2025 - Recanto de Havalon (MS) Confira em nossas mídias - https://docs.google.com/document/d/1iV10Y4NdBetrtuqvIXGRAoLR7SJ3TiP6Vx5dORnx7tg/edit?usp=sharing Acompanhe nossas mídias oficiais e acesse o site Dakila News ( dakilanews.com.br ) para mais detalhes sobre essas descobertas e expedições que estão transformando nossa compreensão histórica. https://www.instagram.com/dakilanews?igsh=YndjZ2lnazdlNXlu
- Urandir Fernandes de Oliveira - Destaque do Ano em 2024 pelo Prêmio Mato Grosso do Sul
Urandir Fernandes de Oliveira, CEO do Ecossistema Dakila, foi reconhecido na 16ª edição do prêmio “Destaques do Ano” em 2024, realizado no Mato Grosso do Sul. Criado há 16 anos pela radialista e apresentadora Marinalva Pereira, o prêmio visa valorizar talentos locais e promover conexões entre indivíduos influentes na sociedade sul-mato-grossense. A cerimônia ocorreu no dia 19 de dezembro, na Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL), e premiou 30 profissionais que se destacaram em suas áreas de atuação e em projetos sociais. Marinalva Pereira explicou que a homenagem busca destacar empresários e profissionais que contribuem significativamente para o desenvolvimento do estado e para iniciativas sociais. A seleção dos homenageados é realizada por meio de indicações de formadores de opinião, como professores, jornalistas e empresários. Marinalva faz questão de conhecer pessoalmente os indicados, estabelecendo laços e fortalecendo uma rede de amigos que reconhecem e valorizam quem realmente faz a diferença em Campo Grande. Embora Urandir não tenha estado presente na cerimônia, ele foi representado por Larissa Kautzmann e seu esposo, Fernando Oliveira, que também foram homenageados por seu trabalho em prol da comunidade. Ambos receberam reconhecimento por suas contribuições ao estado e à sociedade. Ao longo dos anos, o Prêmio Destaques do Ano tem sido realizado em diversos locais, como a Morada dos Baís, a Câmara Municipal e, mais recentemente, no auditório da Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL) de Campo Grande. Este prêmio é apenas mais uma das várias distinções que Urandir tem recebido ao longo dos anos. Ele foi agraciado com o “The Winner 2019 Trophy Awards” em Nova Iorque, em reconhecimento à sua contribuição na área de inovação tecnológica e no desenvolvimento de cosméticos naturais e veganos à frente da Kion Cosmetics. Em 2021, Urandir foi nomeado Visitante Ilustre em Luque, Paraguai, e também recebeu a Medalha e o Diploma de Honra ao Mérito “Cidadão Nota 10”. Outros reconhecimentos incluem o Título de Cidadão Campo-Grandense e a Medalha Mérito Municipalista em Educação, em Fortaleza. Em 2021 e 2023, Urandir já havia sido agraciado com o prêmio Cidadão Nota 10, e, em 2024, além desse prêmio, ele recebeu o “Destaque do Ano”, consolidando ainda mais sua importância e impacto na sociedade e no desenvolvimento social da comunidade. A cerimônia deste ano destacou as contribuições contínuas de Urandir para o progresso e o bem-estar coletivo, evidenciando sua visão inovadora e suas contribuições consistentes para o estado e para o país.
- Tecnologia de Ponta Revela Mistérios Antigos: Descobertas Arqueológicas no Brasil e no Egito
À medida que acompanhamos as descobertas históricas ao redor do mundo, é importante destacar o trabalho do grupo Dakila Pesquisas, composto por pesquisadores brasileiros e estrangeiros. Com o foco em enaltecer a cultura, a arqueologia, a ciência e a história do Brasil, o grupo busca revelar à população e ao mundo a importância e a riqueza que o país possui. Legenda: Quadras retilíneas e simétricas encontradas na Amazônia. Legenda: Pegada de proporções gigantescas descoberta durante as pesquisas na Amazônia. Ao longo de seus 30 anos de atuação, a Dakila Pesquisas, tem desenvolvido e revisitado projetos educativos, estabelecido parcerias com diversas aldeias indígenas, autoridades governamentais e organizações não governamentais, além de liderar grupos de pesquisadores, tanto no Brasil quanto no exterior. Sua trajetória inclui, ainda, a realização de inúmeras outras conquistas e iniciativas de grande relevância. Legenda: Projeto Voz das Etnias realizado no núcleo principal de Dakila - MS, Legenda: Apresentação das pesquisas de Dakila no 14º Simpósio Nacional de Geomorfologia em MS. Legenda: Descoberta do maior painel de gravuras rupestres até então, localizado na Amazônia. Legenda: Parceria firmada com autoridades de SP para a revitalização dos Caminhos de Peabiru. Alguns dias atrás, presentes no estado de Santa Catarina, identificaram uma paisagem de pedras retilíneas, incomum na região. Com o auxílio da tecnologia LiDAR, puderam analisar com maior precisão o que se escondia naquela planície. Além disso, recentemente viajaram até a Amazônia, onde fizeram descobertas intrigantes, como a identificação de cruzeiros entre duas montanhas, realizada por meio de um sobrevoo. Legenda: Possível sítio arqueológico com pedras retilíneas e formação não natural encontradas na expedição feita em SC. Legenda: Pesquisadores de Dakila nos preparativos para a expedição e sobrevoo de locais específicos na região Amazônica. Com essas informações, podemos perceber que não apenas no exterior, mas também aqui no Brasil, profissionais da arqueologia, ciência e história estão utilizando tecnologias de ponta para desvendar os mistérios do passado e o Projeto Scan Pyramids pode ser usado como um exemplo disso: "Um mistério com 4.500 anos não significa que ele não possa ser resolvido..." Esse poderia ser o lema da missão científica excepcional lançada em 25 de outubro de 2015, sob a autoridade do Ministério das Antiguidades do Egito. O projeto conta com a participação de três grandes universidades: a Faculdade de Engenharia da Universidade do Cairo, a Université Laval de Quebec e a Universidade de Nagoya do Japão, além de pesquisadores egípcios, canadenses, franceses e japoneses. O projeto chama-se Scan Pyramids Mission (Missão para Escanear as Pirâmides) e, como o nome indica, a proposta é usar drones equipados com scanners de tecnologia 3D, termografia infravermelha, termografia modulada, fotogrametria, laser e uma ferramenta que permite a detecção de múons. Esta última técnica é capaz de modelar áreas internas e já foi utilizada para observar o interior de vulcões e edifícios contemporâneos, como a usina de Fukushima, no Japão. TÉCNICAS INOVADORAS Termografia Infravermelha Permite mapear variações de temperatura, ajudando a identificar cavidades ou estruturas internas. Imagens térmicas, analisadas por computador em diferentes momentos do dia, revelam segredos internos. Radiografia de Múons Usa partículas cósmicas para identificar áreas ocas ou densas dentro das pirâmides. Essa técnica já foi utilizada na observação de vulcões e na inspeção de reatores nucleares. Fotogrametria e Laser Drones captam imagens para criar modelos 3D detalhados dos monumentos, com precisão de centímetros. Desde o final de 2015, a missão Scan Pyramids tem observado o interior da maior das três pirâmides de Gizé. Após a descoberta de um corredor atrás de vigas, em outubro de 2016, a missão publicou, na famosa revista científica Nature, a presença de um grande vazio na Grande Pirâmide (Pirâmide de Khufu), batizado como "ScanPyramids Big Void" (Grande Vazio da ScanPyramids). Essa câmara, com 30 metros de comprimento, é comparável em tamanho à chamada "Grande Galeria". Essa descoberta é de extrema importância para a história da humanidade, já que nenhuma estrutura arquitetônica relevante havia sido encontrada dentro da pirâmide de Khufu desde a Idade Média. Em 2017, a missão Scan Pyramids já havia revelado a presença de uma enorme cavidade na pirâmide de Quéops, um buraco do tamanho de um avião comercial. Até o momento, apesar das múltiplas buscas, o mistério permanece. Estaria essa cavidade relacionada com o túnel secreto descoberto em 2023? (Um túnel de 9 metros foi encontrado sob a Grande Pirâmide de Gizé, no Egito, localizado atrás da entrada principal da pirâmide de Quéops, a maior da Necrópole de Gizé, um dos mais famosos complexos turísticos do Egito). Ainda não se sabe. O arqueólogo egípcio Zahi Hawass, que dirige o comitê científico que supervisiona o projeto, afirmou que é "bastante possível" que o túnel esteja "a proteger alguma coisa". Seguro de si, o investigador chegou a afirmar à CBS News que essa "coisa" poderia ser "a verdadeira câmara funerária do Rei Quéops". O Scan Pyramids é um dos projetos selecionados pela Fundação Dassault Systèmes, que visa transformar o futuro da educação e da pesquisa, aproveitando os poderosos recursos de aprendizagem e descoberta da tecnologia 3D e dos universos virtuais para reunir equipes multidisciplinares em colaboração. Graças à poderosa experiência e configuração idealizada e desenvolvida pela Emissive, a imersão oferece uma melhor compreensão da realidade, neste caso, do interior da pirâmide, permitindo a colaboração e impulsionando os limites do conhecimento. A descoberta de espaços inacessíveis permite-se para todos os estudantes, pesquisadores, público e pessoas com deficiência. Fontes: Varredura da Grande Pirâmide de Gizé descobre corredor de 30 pés de comprimento: NPR Conheça a “Scan Pyramids Mission” – Arqueologia Egípcia Projeto ScanPyramids: uma descoberta rara na Grande Pirâmide revelada pela revista científica Nature – Direito & Negócios About_ScanPyramids-en.pdf Projeto vai 'escanear' as pirâmides do Egito em busca de mistérios ocultos - Revista Galileu | Ciência Egito: o que está por detrás do corredor descoberto na pirâmide de Quéops?
- Rota Milenar de Integração: O Potencial dos Caminhos de Peabiru em Santa Catarina
No final de novembro, uma equipe de Dakila Pesquisas realizou uma expedição à região de Santa Catarina visando investigar os intrigantes Caminhos de Peabiru, antigas rotas históricas que conectavam diferentes povos da América do Sul. Com a colaboração do montanhista e pesquisador da Brasil Primitivo André Rockemback, do historiador Henrique Kuhne, do escritor Isaque de Borba e da professora universitária Fátima Vieira, a missão foi marcada por intensas atividades, explorando por terra e ar locais de grande relevância arqueológica. Grande parte da expedição, ocorreu em Garuva, a cidade catarinense despertou o interesse da equipe de Dakila por suas formações naturais únicas e pela presença de relatos históricos que indicam a possível passagem do Peabiru na região. A expedição começou com um sobrevoo estratégico sobre os Campos do Quiriri e o Monte Crista. Do alto, a equipe buscava identificar possíveis traços que pudessem indicar a presença dos Caminhos de Peabiru na região. Essa etapa foi essencial para mapear áreas de interesse e selecionar pontos prioritários para análise em solo. Durante o voo, uma formação retilínea de pedras chamou a atenção, sugerindo a necessidade de estudos mais detalhados com tecnologias avançadas. Essa formação, trata-se de um alinhamento geodésico de rochas no topo do morro. Por tratar-se de padrões simétricos, essa formação pode indicar intervenções humanas de um passado remoto, sugerindo a existência de antigas civilizações pré-diluvianas na região. Ao estudar a descoberta e compará-la com outros sítios arqueológicos ao redor do mundo, Urandir Fernandes de Oliveira, CEO de Dakila Pesquisas, estabeleceu conexões com a enigmática Göbekli Tepe, localizada na Turquia. Essa relação fortalece a teoria de que civilizações antigas poderiam ter trocado conhecimentos arquitetônicos e culturais, transcendendo limites geográficos e temporais. No local, foi empregada a tecnologia LiDAR, capaz de revelar estruturas escondidas sob a vegetação densa. Dada a simetria semelhante das formações encontradas com as pedras presentes em Göbekli Tepe, os pesquisadores planejam retornar ao local para aplicar o GPR (Ground Penetrating Radar). Essa ferramenta, que detecta elementos abaixo da superfície, promete fornecer dados mais detalhados, permitindo uma compreensão mais aprofundada do que realmente se encontra na região. No dia seguinte, o grupo foi dividido, a equipe chave foi composta por Fernanda Lima, Fernando Andreazza, Henrique Kuhne, Douglas Schon, o comandante do helicóptero e o copiloto Ricardo. Eles ficaram responsáveis por realizar uma análise de LiDAR na montanha dos Campos do Quiriri. Nessa etapa, Schon, o montanhista local especializado em geografia, foi fundamental no mapeamento de potenciais trechos de trilhas, graças ao seu amplo conhecimento sobre a topografia da região. Devido ao templo nublado, o grupo quase foi forçado a acampar no local, visando os riscos que seria voar naquele momento. A segunda equipe, quando soube da notícia, começou a trabalhar na logística para enviar comida, blusas de frio e cordas. Apesar dos imprevistos perto das 18h, o comandante do helicóptero conseguiu realizar o trajeto e pousar com segurança. Após grandes aventuras, o terceiro dia de expedição, foi marcado por gravações da NSC, canal local afiliado da Rede Globo. A matéria sobre a expedição foi ao ar na terça-feira, 26 de novembro, no programa Bom Dia SC, disponível pelo link: https://youtu.be/JpEEGnavYQ4?si=KKr-_XWDgnCSBz3o . Foram realizadas entrevistas com o CEO de Dakila, Fernanda Lima, Diretora de Pesquisas, Larissa Kautzmann, Diretora, Fernanda Andreazza, Chefe de tecnologia, o escritor Isaque de Borba e o montanhista e pesquisador da Brasil Primitivo, André Rochemback. Além das gravações, parte da equipe realizou um sobrevoo para explorar o Castelo dos Bugres e outras montanhas da região. Durante a expedição, visitaram a empresa de Fátima Vieira, conhecida por seu trabalho com domos geodésicos. Em seguida, o grupo foi recebido na casa de um escultor, onde estava sendo finalizada uma escultura de São Tomé, preparada a pedido especial de Fátima como presente para Dakila. No último dia da expedição em Santa Catarina, a equipe de pesquisas enfrentou uma caminhada desafiadora de 11 km no Monte Crista, seguindo a trilha histórica dos Caminhos de Peabiru. Durante as 7 horas de jornada, marcadas por condições climáticas adversas, os pesquisadores registraram importantes evidências que reforçam a relevância da região, como os caminhos de pedra. Apesar das dificuldades, a trilha, ligada a antigas rotas indígenas, destacou o grande potencial para futuras descobertas no local. Com descobertas promissoras e novas etapas de pesquisa planejadas, Dakila Pesquisas reafirma seu compromisso com a ciência e a história, iluminando os mistérios que envolvem essa trilha milenar. Essa expedição à Santa Catarina, marca um importante passo na preservação e compreensão dos Caminhos de Peabiru. “Essa rota é mais que história, é um legado da humanidade. Estamos desvendando um passado que conecta culturas e revela o papel de nossos ancestrais na construção do mundo como conhecemos hoje”, afirmou o historiador Henrique Kuhne. A análise preliminar dos dados reforçou a hipótese de que a região abriga vestígios significativos das antigas rotas. Essas descobertas iniciais trouxeram um grande entusiasmo para a equipe, que enxergou novas possibilidades de estudo. A equipe agora planeja retornar à região para realizar análises com o GPR (Ground Penetrating Radar), tecnologia que permite identificar estruturas enterradas sob o solo. Essa etapa será fundamental para determinar se as formações detectadas são naturais ou obras de antigas civilizações que poderiam ter utilizado o Caminho de Peabiru como rota de integração e comércio.
- Amnésia Digital: O Impacto da Tecnologia na Memória Humana
Atualmente, a tecnologia tem sido uma aliada inegável na organização e no armazenamento de informações. No entanto, um estudo recente conduzido pela Kaspersky Lab. revelou que o uso constante de dispositivos digitais está enfraquecendo a capacidade humana de armazenar informações de maneira duradoura. A pesquisa, que entrevistou 6 mil adultos em diversos países europeus, identificou um fenômeno crescente chamado “amnésia digital”. Esse termo descreve a tendência das pessoas de dependerem de computadores e smartphones para guardar e acessar informações, em vez de confiar em sua própria memória. A Dependência Digital e a Perda de Memórias A pesquisadora Maria Wimber, da Universidade de Birmingham, alerta que o uso excessivo da tecnologia para buscar informações prejudica a formação de memórias de longo prazo. Segundo a especialista, nosso cérebro “guarda” informações de maneira mais eficiente quando tentamos nos lembrar ativamente de algo. Porém, quando recorremos constantemente à internet para obter dados, não estimulamos o processo de memorização e, consequentemente, não criamos memórias sólidas e duradouras. Isso ocorre porque, ao depender de dispositivos para acessar informações, nosso cérebro se acostuma a tratá-las como temporárias, facilitando o esquecimento de dados que não são fisicamente armazenados na memória cerebral. O Impacto de Armazenar Informações digitalmente A pesquisa também revelou que uma grande parte das pessoas agora guarda memórias pessoais, como fotografias, exclusivamente em formato digital. Embora prático, isso traz uma série de riscos, como a perda de dados devido a falhas tecnológicas ou o roubo de informações, além de nos tornar menos propensos a internalizar significativamente os momentos que registramos. Ao depender de dispositivos para guardar essas memórias, podemos acabar nos tornando menos capazes de lembrar de acontecimentos como eles realmente ocorreram. O processo de registrar algo em um dispositivo digital não envolve o mesmo esforço cognitivo. O Impacto Cognitivo Essa substituição do esforço mental pela tecnologia não é neutra. Segundo Lisa Aziz-Zadeh, da University of Southern California, atividades sensoriais e motoras, como escrever manualmente, envolvem áreas do cérebro associadas à aprendizagem e à memorização. O uso frequente de dispositivos digitais reduz essa interação sensorial, afetando a retenção de informações e a criatividade. A 'Extensão' do Cérebro Digital A pesquisa da Kaspersky também destaca que as pessoas passaram a ver seus dispositivos digitais como uma “extensão” de seu próprio cérebro. Essa mudança de comportamento é associada ao conceito de “amnésia digital”, onde a confiança excessiva nas tecnologias leva ao esquecimento de informações importantes simplesmente porque acreditamos que podemos acessá-las instantaneamente através da internet. Como resultado, as pessoas não se preocupam em memorizar certos dados, por saberem que sempre poderão encontrá-los online. O Impacto da 'Amnésia Digital' O estudo também revelou que mais de um terço dos entrevistados afirmou que procurariam informações em dispositivos digitais, como smartphones e computadores, ao invés de recorrer à memória. Isso reflete um hábito crescente de “descarregar” nossas memórias para as tecnologias, o que pode ter efeitos a longo prazo no desenvolvimento de nossa capacidade de lembrar e aprender de maneira eficaz. Além disso, a pesquisa indica que a dependência dos dispositivos digitais tem um impacto emocional significativo, especialmente quando se trata da perda de dados importantes armazenados digitalmente. Isso destaca a necessidade de uma maior conscientização sobre a proteção de dados e a segurança da informação, uma vez que a perda de um dispositivo pode gerar um grande estresse e desconforto. Conclusão Embora a tecnologia tenha se tornado uma extensão indispensável do cérebro humano, sua influência requer equilíbrio. Por um lado, ela oferece conveniência e acessibilidade; por outro, ameaça habilidades cognitivas essenciais, como a memorização e o aprendizado profundo. O conceito de “amnésia digital” nos faz refletir sobre como a facilidade de acessar dados na internet pode estar enfraquecendo a nossa capacidade de memorizar informações de forma sólida e duradoura. A chave para preservar a memória humana, ao mesmo tempo que usufruímos das vantagens da tecnologia, pode estar em uma abordagem consciente e equilibrada, que nos permita usar os dispositivos digitais como ferramentas auxiliares, e não como substitutos completos para o armazenamento e o processamento mental. Práticas simples, como anotar informações manualmente, reforçar memórias importantes e limitar o uso de dispositivos em atividades cotidianas, podem ajudar a proteger nossa memória. Referências: https://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/10/151007_dependencia_memoria_digital_lgb#:~:text=Trata%2Dse%20da%20chamada%20%22amn%C3%A9sia,na%20internet%2C%20informa%20a%20pesquisa . https://www.kaspersky.com/blog/digital-amnesia-survival/9194/ https://www.nationalgeographic.pt/ciencia/por-que-escrever-mao-ainda-e-importante-na-era-digital_5427













