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- O que não te contaram sobre a floresta amazônica
Nos últimos anos, ocorreu uma grande polêmica acerca dos incêndios na Amazônia e logo o presidente de Dakila Pesquisas, Urandir Fernandes de Oliveira fez questão de assegurar que a floresta amazônica, diferente do Cerrado, não queima. Independente do ecossistema, existem três componentes para um incêndio que são: combustível, clima seco e uma fonte de ignição. Sendo assim, é muito raro que a Amazônia conste dos três componentes, já que a mesma trata-se de uma Floresta Tropical Úmida. No intuito de esclarecer melhor, existe um fenômeno natural conhecido como “rios voadores”, que indicam uma massa de ar carregada de vapor de água a qual se proliferam pelas correntes de ar. Ou seja, a floresta amazônica atua como uma “bomba d’água”, captando água dos solos e lança para atmosfera em forma de vapor, através de um processo chamado de evapotranspiração. Uma parcela dessa água converte-se em chuva para a própria floresta, enquanto a outra parte é transportada pelos ventos. De acordo com o INPA, uma árvore com 10 metros de diâmetro de copa é apta a bombear, em forma de vapor, mais de 300 litros de água por dia. Ademais, o número estimado de árvores, nesse bioma, é de 400 bilhões, imagine qual o volume de água que a floresta está bombeando diariamente na atmosfera. Estudos também mostram, que grande parte da luz solar nas florestas, é absorvida ou refletida pelo dossel(copa das árvores). Sendo assim, por conta da umidade, a camada de combustível fino do solo apenas perderá essa umidade e se tornará inflamável no cenário em que a temperatura for alta o suficiente para reduzir a umidade relativa do ar. O biólogo e youtuber Atila Iamarino ainda afirma: "É muito raro florestas tropicais queimarem naturalmente, porque a mata é úmida e a incidência de raios por lá é bem menor. Ou seja, o fogo é raro e quando ele acontece não tem muito como se espalhar. Pro fogo acontecer na Amazônia, geralmente tem que ter uma intervenção humana” Consequentemente, os focos de incêndio que se propagam nas mídias foram sobretudo por conta de queimadas intencionais ligadas ao desmatamento ilegal, que se expande cada vez mais na região. Urandir Fernandes de Oliveira, reforça “A queimada ocorre como? As pessoas desmatam um pedaço, quebra toda a madeira, toda a vegetação. Deixa secar 10 dias e bota fogo ali. Ali vai queimar sim, na mata preparada ta? Se ele não fizer um aceiro pra separar, o fogo pode avançar que em dois, três metros se apaga, a umidade é muito intensa" Apesar desses focos serem monitorados diariamente pelo INPE, através de satélites meteorológicos, esses não viabilizam informações sobre o tipo de vegetação, quem está provocando esses focos e quais os impactos ecológicos e econômicos causados. Pesquisas apontam 3 tipos de incêndios na Amazônia, são eles: “queimadas para desmatamento”, “incêndios florestais rasteiros” e “queimadas e os incêndios em áreas já desmatadas”. Dentre esses, o que gera maiores impactos ecológicos são as queimadas para desmatamento, por conta das pastagens e lavouras implantadas, as quais absorvem menos energia solar do que a vegetação original e liberam menos água para a atmosfera, auxiliando na diminuição das chuvas. Além disso, os incêndios florestais rasteiros tem capacidade de eliminar até 80% da biomassa (matéria orgânica) florestal acima do solo, o que pode vir a impactar a fauna. Ademais, esse tipo de incêndio amplifica a inflamabilidade da floresta, contribuindo para um ciclo vicioso, onde quanto mais se queima a vegetação mais inflamável ela se torna. Dentre as diversas formas que existem de prevenir que as queimadas e incêndios se alastrem, existem os aceiros que se definem pela remoção completa da vegetação em faixas em volta do local que se quer proteger. O que poucos sabem, é que existem os “aceiros verdes”, que são espécies específicas de árvores, as quais apresentam essa resistência e auxiliam a impedir o avanço do fogo. Na obra “Floresta em Chamas: Origens, Impactos e Prevenção de Fogo na Amazônia” de 1999 afirma que as florestas da Amazônia atuam como grandes aceiros naturais por toda extensão da paisagem e bloqueiam a propagação dos incêndios que escapam das áreas agrícolas. Condensando tudo o que foi dito, a Amazônia não queima naturalmente e apesar disso, devemos proteger essa imensa floresta e evitar que essa enfrente o processo de “savanização”. Onde não só perderá grande parte de sua biodiversidade, como também terá se tornado completamente inflamável, sendo ainda mais suscetível à destruição. A floresta amazônica representa um dos maiores depósitos de informações genéticas do mundo, correspondendo a uma fonte indescritível de organismos e substâncias necessárias para combater diversas doenças e conceder alimento para a população humana. A quem interessar saber mais: frolesta.indd (terrabrasilis.org.br) (267) Queimadas no Brasil - YouTube Vista do Os rios voadores e as mudanças climáticas ocasionadas pelo desmatamento da Floresta Amazônica: (ufba.br) Desvendado mistério das árvores que resistem a incêndios florestais - BBC News Brasil miolo p7 (ibram.df.gov.br) Referências utilizadas: Rios Voadores » Fenômeno dos rios voadores Ciências-da-Natureza-4.pdf (cursinhocarolina.org) frolesta.indd (terrabrasilis.org.br) Amazônia reúne 90% dos focos de incêndio no início de 2023 (poder360.com.br) Amazônia representa 90% da área queimada no Brasil no 1º bimestre | Metrópoles (metropoles.com) https://super.abril.com.br/ciencia/fogo-controlado-pode-ajudar-a-evitar-grandes-incendios-florestais-diz-estudo/ Vídeos: A Floresta Amazônica não queima! A verdade sobre as queimadas na Amazônia - Dakila Pesquisas - YouTube Por que a Amazônia pega fogo? - Greenpeace Explica - YouTube (267) Globo Ecologia_Rios voadores - YouTube (267) Queimadas no Brasil - YouTube (267) The Amazon is not burning | A Amazônia Não está queimando - YouTub(267) Como Fazer
- ECO DAKILA- Projeto socioeconômico inovador criado por Dakila está transformando o comércio nacional
Projetado para ser um grande gerador de oportunidades, que possibilita o crescimento e desenvolvimento das cidades de Corguinho, Zigurats e regiões. Visa a expansão socioeconômica, que fomentará a criação de diversas fontes de renda, promovendo a geração e o aquecimento da economia local e regional. Já está sendo um sistema totalmente independente economicamente e autossustentável no setor alimentício. Uma moderna zona de estado livre, com regulamentos internos modernizados. O ECO-DAKILA abrange diversas áreas nacionais e internacionais como: Mato Grosso do Sul-MS, Paraná-PR, Rio Grande do Sul-RS, Minas Gerais-MG, Espirito Santo-ES, São Paulo-SP, Estados Unidos da América-EUA, Dubai-UAE, áreas ribeirinhas, assentamentos entre outros lugares. Será construído, assim como já existe na cidade de Zigurats, um mini monumento escalonado. Contará com a parte turística, no qual haverá um heliporto para passeio aéreo, haverá um setor de pesquisas avançadas, setor de educação, de arte e de trabalhos sociais, em que todas as pessoas poderão participar. Não associados de Dakila também podem fazer parte do ecossistema. No setor de produção, parte dos lucros serão distribuídos para todas as pessoas através dos TOKENS ECO DAKILA 1 e 2, através do aplicativo BDM-digital e diretamente aos proprietários dos módulos de acordo com o contrato firmado entre ambas as partes. As reservas das áreas são feitas com a administradora Bruna Kautzmann por meio da aquisição de tokens do ECO DAKILA. Dessa forma o investidor já se torna um membro participativo. A quem interessar, poderá entrar em contato com a Bruna através do celular (67) 99633-1313.
- Objeto voador não identificado é avistado no aeroporto de Campo Grande-MS
As aparições de OVNIS pelo mundo tem gerado muitas especulações. Em 2021 o pentágono entregou um relatório para o congresso no qual admite ter identificado 144 incidentes misteriosos no céu a partir de 2004. Somente esse ano o governo dos Estados Unidos da América foi informado de mais de 500 avistamentos no céu, em sua maior parte feitas pela marinha e pela força aérea. Reforçando assim, o absurdo crescimento das aparições nesses últimos meses e expandindo cada vez mais os questionamentos a cerca desse assunto. O aumento se deve porque muitas coisas mudaram no sistema terra e eles estão tentando ajudar/alertar a humanidade, através de diversos alertas/mensagens, como por exemplo geoglifos ,agroglifos, esferas luminosas no céu, a precipitação da aurora boreal em lugares nunca antes vistos, anomalias eletromagnéticas totalmente fora do padrão, estrondos que vem do céu de diversas direções sem nenhuma explicação sobre sua origem. Anunciando sua presença, principalmente através de manifestações físicas em diversos países, sem contar que estabelecem comunicações verbais e parcerias a décadas com alguns grupos de pessoas, para que por meio delas informações e benefícios cheguem a população geral como o objetivo de haver uma nova mudança nos conceitos sociais já pré-estabelecidos, onde com certeza o sistema atual como todos conhecem está com os dias contados. No Brasil de 1952 á 2016 houve um total de 743 aparições de ovnis, a informação veio de um relatório do ministério da justiça divulgado em 2018, vídeos foram produzidos pela Força Aérea Brasileira (FAB) e também por parte da população. A oficialização da existência dos mesmos por parte do governo, facilita o entendimento da população e contribui para uma maior propagação de pesquisas do gênero. Nesse mês de abril alguns pesquisadores do Thing Tank Dakila Pesquisas avistaram um objeto branco em formato circular flutuando no céu do aeroporto de Campo Grande. Com suas passagens em mão, esperando para embarcar no avião como de cotidiano, eles percebem Urandir Fernandes de Oliveira-CEO de Dakila, apontando para o céu com uma expressão de perplexidade. Funcionários e demais presentes no local também puderem presenciar o ocorrido. Poderia se tratar de um satélite? Os pesquisadores de Dakila Pesquisas afirmam que não, pois sua visualização a olho nu não seria possível. Poderia ser um balão meteorológico? Os pesquisadores refutam “essa possibilidade foi descartada pois nenhuma base aérea ou outras instituições meteorológicas afirmam ter lançado balões naquele momento.” A aparição se trata de uma nave bioplasmática, Explica Urandir “Estamos presenciando uma tecnologia bioplasmática”. Existem 7 estados da matéria e o quarto é o plasma. Estima-se que 99% da matéria do universo observável está no estado de plasma, por isso o nome (“universo plasma”). Essa tecnologia consegue interagir com toda a vida orgânica (alimentos, animais pessoas) pois possui a mesma frequência do pensamento humano de 3 ciclos por segundo. Quando aparece pode-se utilizar de emissões de pulsos, feixes ou ondas luminosas. Se caracteriza como uma imagem translucida/leitosa. São naves que usufruem de um tipo de tecnologia muito avançada. As armas que existem na terra não causariam danos nas mesmas. Foge da compreensão da física humana, é um estado fotônico intermediário interagindo com todas as dimensões, ela pode ir e voltar sem problema nenhum. Podendo ser conduzida de forma inteligente ou não.
- Lideranças indígenas homenagearam o presidente de Dakila e a Diretora de Pesquisas de Ratanabá
Todo esse movimento e essa parceria com os povos originários, iniciou-se com as pesquisas sobre Ratanabá. Por conta de tantas viagens a campo, a equipe de Dakila Pesquisas entrou em contato direto com aldeias da região. Sabendo de tudo que vinha acontecendo, a partir de relatos sem interferência das mídias, a equipe não poderia negligenciar toda essa situação. Desde então, a equipe de pesquisas e lideranças indígenas vem conversando e buscando soluções. Á vista disso, no dia 5 de março foi realizada a primeira live do quadro “A voz das etnias”, com o propósito de dar visibilidade aos povos originários, onde esses possam falar por si próprios. Em decorrência de tudo isso, o presidente do Ecossistema Dakila, Urandir Fernandes de Oliveira e a diretora de pesquisas de Ratanabá, Fernanda Lima, receberam diversas homenagens durante as lives feitas no mês de março. Receber presentes como estes é muito significativo, principalmente quando o objetivo é estabelecer diversas alianças para um bem maior em mundo tão separado. Já na primeira live, o cacique Renato Mura entregou ao presidente Urandir o Cocar de sua avó que faleceu com 103 anos, também o presenteou com um colar, o cacique Antenor Karitiana. No segundo episódio, que foi ao ar no dia 7 de março, Urandir recebeu um colar do cacique Jorginho da etnia Guarani. Na live seguinte, lançada dia 9 de março, o cacique Lupedro da etnia Macuxi, o presenteou também com uma colar. Ademais, na live do dia 12 de março, Urandir também recebeu um colar da cacica Luciene da Silva Almeida da etnia Gavião. O presidente do Ecossistema Dakila, ainda recebeu um colar do líder Beto Góes, no episódio do dia 14 de março, que somente os líderes tribais pajés usam, marcado pelos apetrechos pendurado nas costas. A ativista Ysani Kalapalo o presenteou, na live do dia 17 de março, com um Colar de Guerreiro. O colar é a identificação de guerreiro, pois em seu pescoço traz seus títulos, habilidades, capacidades e sua formação ao longo de sua vida como um membro de sua sociedade. “Se quiser conhecer um guerreiro, olhe o seu colar” Por fim, na última live lançada dia 31 de março, o ancião Xavante entregou ao presidente de Dakila um arco e flecha, simbolizado por algumas etnias como a busco por objetivos de vida. Ou seja além de ser um instrumento para pescar, caçar e guerrear possui um sentido mais profundo e milenar, de alcance dos sonhos. Os Xavantes também homenagearam a diretora de pesquisas de Ratanabá, Fernanda Lima, a qual recebeu um cesto das mulheres da aldeia, que representa a habilidade dessas mulheres, que começam a fabricá-lo assim que entram na adolescência. Ademais, foi presenteada com colares (em formato de uma estrela/semente). O presidente de Dakila, assim como demais associados e a diretora de pesquisa de Ratanabá ainda receberam dos Xavantes uma “gravata”. Além disso, durante a estadia destes na sede de Dakila, o cacique Tsuptó Xavante presenteou Urandir com uma “borduna”, a qual é vista primeiramente como uma arma de defesa, ataque ou caça, porém também é um objeto que passa todo o poder de se governar, de liderança a quem é o “cabeça do grupo”. Tendo em vista todo o ocorrido em consequência desses encontros, “A voz das etnias” agradece a presença de todos os indígenas na sede de Dakila Pesquisas, bem como dos Caciques Renato Souza Marques dos Muras, Antenor de Assis dos Karitianas, Roger Xavier dos Guaranis, Jorginho Soares dos Guaranis caioá da aldeia Ecué do município Carapó, Lupedro Abel Moraes dos Macuxi, Alberto e Luciene da etnia Gavião da aldeida Igarapé Lurdes de Ji-Paraná, Álvaro Tukano dos Tukano, Alberto Brazão Góes dos Yanomami, Tuxaua Amazonas da Raposa Serra do Sol, Tsuptó Buprewên Wa’iri Xavante e o Ancião Xavante da aldeia Pimentel Barbosa.





