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- Dakila Pesquisas auxilia no monitoramento territorial da reserva Pimentel Barbosa
A Equipe de Dakila Pesquisas e lideranças Xavante se reuniram nessa terça-feira, dia 18 de julho para planejar a continuidade da parceria. Dentro do discutido, o foco foi a estruturação do monitoramento territorial e ambiental da reserva indígena Pimentel Barbosa, que conta com 329mil hectares de terra. A gestão do território é de suma importância para manter o legado cultural associado a biodiversidade do cerrado nativo, além de repassar as informações e saber de fato o que ocorre nessas áreas, podendo registrar garimpeiros, invasões aéreas, novas colheitas, caça etc. Gerando notícias que interessam ao mundo, compartilhando conhecimento e ainda promovendo segurança e proteção para os envolvidos. A exemplo disso, foram relatados casos em que helicópteros particulares pousaram em aldeias, sem nenhuma permissão, coletaram dados e se retiraram do local sem dar satisfação a nenhuma das autoridades ou moradores da região. Ademais, algumas organizações com interesse em pontos da Serra do Roncador, buscam formas de adentrar os territórios e aos espaços sagrados. Dakila está sendo pioneira nessa iniciativa, e a aldeia Pimentel Barbosa dos Xavantes será modelo para outras comunidades e etnias dessa autogestão, sem depender de ONGS, que vendem essa ideia para ter acesso total a esses territórios. Urandir Fernandes de Oliveira, CEO do Ecossitema Dakila, reforçou “Vai ser uma inovação, porque nenhum governo, ninguém tem. No mundo não tem informação de aldeia para comunidade assim.” Nos termos discutidos, o Ecossistema Dakila se propôs a investir nos materiais como: barco a motor, câmeras de monitoramento, veículos para circulação, radioamador, drones e outros recursos. Sendo esses entregues em etapas, inicialmente já foi repassada uma caminhonete adesivada com o símbolo da aldeia Pimentel Barbosa e Dakila, no dia 11 de maio desse ano, que já se encontra operando. Sobre a parceria o cacique Tsuptó ainda aponta “Proteção, todo mundo quer, deseja e não conseguimos. Então essa ajuda, esse apoio, essa parceria é muito importante”. Em troca desse investimento para a estruturação, as lideranças sugeriram trazer uma vivência de cultura indígena associado a biodiversidade do cerrado nativo e o enriquecimento dos roteiros turísticos de Dakila para arrecadar fundos e pagar pelo investimento da empresa. Além do lucro, essa proposta das lideranças é de extrema importância num contexto de educação ambiental e ecoturismo. Pertencendo ao bioma do Cerrado, Zigurats e o Recanto de Havalon são pontos turísticos que tem muito conhecimento a ser oferecido em questões de fauna, flora, novas tecnologias, arqueologia, astronomia e outras diversas áreas. O indigenista Alexandre ainda pontuou “É interessante a visão que Dakila traz, porque aqui no Brasil é possível você sintetizar ancestralidade com inovação, sem perder a cultura tradicional. Dakila está buscando trazer, um tipo de desenvolvimento para os povos indígenas que de fato é verdadeiro.”
- Uso ilegal de agrotóxico causa o extermínio de mais de 100 milhões de abelhas no MT
As abelhas são insetos que possuem um papel fundamental no ecossistema da Terra através da polinização, produção de mel, própolis, geleias e cera. Mesmo com outros animais que também são capazes de polinizar, apenas as abelhas são responsáveis por esse feito em 80% de todas as espécies botânicas com flores. Por conta disso, a proteção desse grupo é de extrema importância, até porque isso tudo impacta na cadeia alimentar. Sendo assim, é possível imaginar um cenário onde o Sistema Terra entra em colapso levando a extinção de grade parte dos seres vivos na ocasião da extinção das abelhas. Consequentemente o crime ambiental ocorrido em Sorriso (MT), precisa não só ser noticiado, mas também compreendido para que se perceba o quanto uma “pequena” atitude, um “pequeno erro”, pode afetar todo um ecossistema. No mês de junho, mais de 100 milhões de abelhas morreram, por conta do uso do agrotóxico fipronil através de aeronaves. Essa forma de aplicação é proibida para esse agrotóxico e essa infração proporcionou uma bolsa de ar, espalhando a toxina por três municípios. A vice-presidente da associação de apicultores relata que esse cálculo de mortalidade é o mínimo, pois não é possível contar o impacto nas espécimes silvestres. Ou seja, esse valor foi baseado nas populações de colmeias domésticas. Felizmente a associação de apicultores logo denunciou o caso para o Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea) que realizou a perícia e identificou uma fazenda de algodão como epicentro desse extermínio. O proprietário foi taxado com uma multa de 225 mil reais, porém deve-se lembrar que sua infração não afeta somente as abelhas. Economicamente falando, diversos apicultores locais estão sofrendo o prejuízo diretamente, já que suas colmeias foram devastadas. Além disso, pesquisadores apontam que quando ocorre a pulverização aérea do inseticida, parte dele não atinge o cultivo alvo e se dispersa no ar. Isso promove o agrotóxico para outras áreas, atingindo fauna e flora não previstas. Levanta-se agora um questionamento: Como esse agrotóxico (fipronil) causou a morte nas abelhas? E quais efeitos ele pode causar nos seres humanos e outro animais? Embora ele seja amplamente usado na medicina veterinária para: controle de pulgas, carrapato e piolhos; e na agricultura como: inseticida, formicida e cupinicida estudos mostram que ele também afeta organismos não-alvo. O seu mecanismo é sistêmico e letal aos insetos. Isso porque, ele danifica o sistema nervoso central do inseto, inibindo seletivamente os receptores do ácido gama amino butírico GABA, causando uma hiperexcitação dos músculos e nervos dos insetos contaminados. Mesmo que uma dose reduzida não afete diretamente outros animais, o fipronil é absorvido por todas as partes das plantas e pode se espalha com facilidade pelo solo por ser miscível em água, possibilitando afetar indiretamente todo o ecossistema. Sua aplicação foliar e diretamente no solo, pode atingir águas subterrâneas e alcançar lagos, rios e até mesmo o oceano. Visto isso, alguns estudos apontam espécies da ictiofauna que foram capazes de biotransformar e bioacumular a forma mais tóxica desse composto, o que afeta toda a cadeia alimentar. Simplificando, alguns peixes contaminados, quando consumidos poderão intoxicar seus predadores (seres humanos inclusos). Importante ressaltar que todo agrotóxico tem um potencial tóxico, reforçando isso o Ministério da Saúde fez um balanço entre 2007 e 2015, onde registrados mais de 84mil casos de intoxicação por agroquímicos, esses dados incluem os venenos de uso doméstico. Ademais, o INCA (Instituto Nacional do Câncer) divulgou em 2015 um estudo apontando um consumo médio mensal de 5,2 quilos de veneno agrícola por habitante no Brasil. Esse estudo também destacou os riscos da exposição crônica podendo gerar infertilidade, impotência, abortos, malformações, neurotoxicidade, desregulação hormonal e efeitos sobre o sistema imunológico. Em suma, o uso dos agrotóxicos de forma exagerada e ou incorreta acarreta em todo um desequilíbrio do ecossistema, afetando não só a fauna e flora local direta e indiretamente como também as populações próximas. Referências: Mais de 100 milhões de abelhas morrem em Mato Grosso após uso indevido de agrotóxico (uol.com.br) SingularBR-Bula100mL_50001403_0820_OF12.indd (ourofinoagro.com.br) chaguri_jl_me_bot.pdf;jsessionid=74FA1B97DCE04E787C14C42377AE3416 (unesp.br) Vista do O uso incorreto do inseticida fipronil e sua influência na morte das abelhas no sul do Brasil (fatecpg.edu.br) Mais de 100 milhões de abelhas são mortas em MT devido aplicação errada de agrotóxico | Jornal Hoje | G1 (globo.com) Fazendeiro é multado em R$ 225 mil após morte de 100 milhões de abelhas em MT | Mato Grosso | G1 (globo.com)
- Websérie - Fumaça 70 anos estará no MILITUM 2023
O MILITUM é um Festival de Cinema de História Militar, onde o foco é incentivar a produção independente do cinema brasileiro, além de promover o debate sobre a história militar brasileira. Em setembro desse ano, ocorrerá a quinta edição do evento, o qual recebeu 24 inscrições de obras cinematográficas, sendo 17 documentários, seis ficções e uma animação. Dentre essas, a Comissão Organizadora selecionou 15 obras para concorrerem as premiações e serem exibidas durante o Festival. Lembrando que os melhores filmes de cada categoria levarão o troféu Apollo. O episódio dois da websérie documental - Fumaça 70 anos, é uma das obras concorrentes. Lançado em 2022, em homenagem aos 70 anos do Esquadrão de Demonstração Aérea (EDA), o documentário conta com quatro episódios que relatam desde os bastidores, manutenção das aeronaves, até aos espetáculos aéreos. Esse episódio, em específico, retrata o nascimento da Esquadrilha da Fumaça, em 14 de maio de 1952, o segundo time mais antigo de demonstrações aéreas do mundo! Na sua primeira fase, voando as aeronaves North American T-6 e Fouga Magister, a Esquadrilha da Fumaça encantou multidões dentro e fora do Brasil, além de forjar alguns mitos como o Coronel Braga. Não somente o segundo episódio, como toda websérie foi também patrocinada pelo Ecossistema Dakila, que está sempre apoiando a cultura e a história do Brasil. Urandir Fernandes de Oliveira, presidente da instituição, ainda declarou "A Força Aérea Brasileira desempenha um excelente trabalho e representa o nosso país há muitos anos. Homens e mulheres com garra, força e determinação que vestem a camisa e sobrevoam o mundo levando o nome do Brasil". O Festival será na última semana de setembro de 2023 na cidade do Rio de Janeiro. Para mais informações sobre o evento é só acessar os site: Festival Militum 2023 (patriafilmes.com) Confira algumas das obras que foram selecionadas: 60 Anos do 1º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral - No Ar, os Homens do Mar Colaboração Real - 4ª Temporada Fortaleza de Santo Amaro da Barra Grande, Guarujá-SP Forte de São João, Bertioga-SP Fumaça 70 anos - Ep. 2 Navio Veleiro Cisne Branco - Uma Embaixada Flutuante: Parte 1 e Parte 2 São Paulo em Guerra: 9 de Julho de 1932 Sistema Defensivo do Porto de Santos Soldados de Caxias - Guerreiros da Caatinga Soldados de Caxias - Missões de Paz Soldados de Caxias - O Oficial XXXII Encontro Nacional de Veteranos da FEB Referências: Documentário apoiado por nós é selecionado para festival! - Dakila https://www.patriafilmes.com/festival-militum-2023 Novo episódio da websérie 'Fumaça 70' mostra como nascem os Fumaceiros (aeroin.net) https://www.dakila.com.br/fumaca-70-anos/ FESTIVAL MILITUM | Pátria Filmes (patriafilmes.com)
- Novidades de Dakila em Dubai-UAE
Em entrevista com Alan Fernandes de Oliveira, um dos diretores do Ecossistema Dakila, CEO da Pantanal General Trading e também da 067 vinhos, que encontra-se nos Emirados Árabes nesse momento, o pesquisador Felipe Castelo Branco pergunta sobre as ultimas novidades. Link da entrevista: https://youtu.be/hJDY-AeOEFU Em 2021, o cientista e filantropo Urandir Fernandes de Oliveira criou o Ecossistema Dakila: um conceito que abarca todas as organizações e empreendimentos fomentados por seu idealizador e benfeitor-mantenedor.O Ecossistema Dakila serve de “guarda-chuva teórico” para os empreendimentos (Kion, BKC e etc.) que por sua vez servem de facilitadores e indutores da filantropia de Urandir que é realizada através de Ações Cívico Sociais (ACISOS) e da promoção de ensino e pesquisa de altíssimo nível. Saiba mais: https://www.dakila.com.br/ecossistema-dakila/ Assim, a partir do conceito de ecossistema se deu a partida para um trabalho visando organizar e propagar a belíssima história de Urandir e seus parceiros e dos presentes que eles trazem para a humanidade. A primeira empresa do Ecossistema Dakila levada para os Emirados Árabes foi a Kion Cosmetics- uma linha de produtos da empresa Argila Kimberlito do Brasil. Combinado com ativos naturais, a linha de cosméticos KION possui produtos inovadores e eficazes para a redução de rugas, clareamento, limpeza, hidratação e redução de medidas. Saiba mais: https://kioncosmetics.com/quem-somos/ Segunda: 067 Vinhos- empresa que oferece mais de 85 rótulos de vinhos autorais e importados de países como Argentina, França, Itália, Espanha, entre outros. A empresa foi criada por pessoas apaixonadas por vinho e tem como objetivo promover experiências únicas por meio desta bebida. A marca conta com sua linha autoral de vinhos inspirados na cultura sul-mato-grossense3. A 067 Vinhos é um novo conceito desenvolvido pelos sócios Alan Fernandes e Gabriela Pache, tendo o sommelier Jonas Nascimento como Embaixador da marca. Saiba mais: https://gritoms.com.br/ecossistema-dakila-cria-empresa-que-facilita-o-comercio-de-mercadorias-brasileiras-no-oriente-medio/ Terceira:Pantanal Trading- empresa que possibilita a entrada de mercadorias nos Emirados Árabes Unidos. Tem como objetivo estreitar laços e fechar parcerias que visam criar infraestrutura para aumentar o intercâmbio cultural e comercial entre os Emirados Árabes Unidos e o Brasil. Saiba mais: https://gritoms.com.br/ecossistema-dakila-cria-empresa-que-facilita-o-comercio-de-mercadorias-brasileiras-no-oriente-medio/ Alan inicia a entrevista dizendo "As pessoas que tem interesse estão despertando estão em busca de soluções e de entendimento de quais são os nossos passos." (passos do Ecosssistema Dakila). O propósito de Alan é criar produtos para dar acessibilidade a humanidade nesses produtos, entregar conhecimento, potencializar as habilidades comerciais e extra-sensoriais das pessoas. Através desses produtos comercialmente competitivos tanto no mercado financeiro, mercado de comidas e bebidas, mercado tecnológico entre outros, tem-se a missão de Alan Fernandes e sua esposa Gabriela Pache Saiba mais: https://www.youtube.com/watch?v=SmvaRTqjap0 que é a de estar dentro do mercado com produtos verdadeiros além de fazer a comercialização dos mesmos com a finalidade de lastrear o BDM-Durante anos a Associação Dakila Pesquisas elaborou e implementou diversos mecanismos para desenvolver uma economia independente e auto sustentável que pudesse ser expandida para toda a população e com isso beneficiar o maior número de pessoas no mundo inteiro. Sempre contando com a colaboração e a união de seus milhares de associados no Brasil e em diversos outros países, criaram o (BDM) Bônus Dourado Mercantil.A moeda BDM é uma criptomoeda brasileira que foi lançada em 2020 pela empresa BDM Digital. Ela tem como objetivo ser um sistema de troca e investimento que utiliza a tecnologia Blockchain. Saiba mais:https://g1.globo.com/ms/mato-grosso-do-sul/especial-publicitario/bdm-digital/bdm-digital-a-moeda-que-faz-a-diferenca/noticia/2021/09/06/bdm-digital-conheca-a-moeda-que-esta-mudando-a-vida-de-muitas-pessoas.ghtml Felipe Castelo Branco expõe que seus amigos e conhecidos o questionam qual o diferencial e como o Alan/Dakila conseguiram implementar empresas no Oriente Médio, visto que a cultura é bem diferente da Ocidental e esse povo é mais fechado. Alan responde que há uma fila de inúmeras empresas consolidadas e poderosas que não tem autorização/não conseguem penetrar, e diz que para conseguir adentrar no mercado Oriental, foi preciso muito esforço, muito treinamento, explica que "A verdade é simples e deve ser acessível, onde se tem muita complexidade, coisas obscuras etc dificulta a construção da confiança." Em Dubai-UAE o casal recebeu as primeiras caixas de mais um dos produtos desenvolvido pelos mesmos, (Drip Coffee/Drip Bag) uma inovação de café. Um café especial com mais de 84 pontos 100% arábico, brasileiro da região Sul de Minas Gerais. Saiba mais: https://www.instagram.com/reel/CwAu1ULAE72/?igshid=MzRlODBiNWFlZA== De acordo com Alan Fernandes a proposta da Pantanal Trading é trazer os pequenos e médios produtores do Brasil para os Emirados Árabes. "Quando a gente percebeu e entendeu que além de comercializar o café verde aqui em container em sacas de 30 kilos como as trades normais fazem, mas com um preço mais competitivo já que compramos direto do produtor e não das cooperativas e nem dos americanos, a gente entendeu que poderíamos beneficiar esse café trazendo valor agregado." Alan explica que a Pantanal Trading não faz parte dos grandes carteis de negociações, dessa forma o mercado olha e vê isso como uma oportunidade, por que todas as outras empresas já tem contratos fechados, já a Pantanal Trading é totalmente independente além de fazer operações estruturadas sem contratos de limitação comercial. Os grandes que não querem ficar mais nesse cartel enxergam na Pantanal Trading uma oportunidade de sair dessa prostituição mercadológica, dessa agenda de quebra do sistema financeiro. Foi com essa visão que o casal viu a oportunidade de criar o (Drip Coffe/Drip Bag). Link do vídeo da utilização do novo produto Drip Coffee: https://www.instagram.com/reel/CwAu1ULAE72/?igshid=MzRlODBiNWFlZA==
- A nanotecnologia irá providenciar a imortalidade?
O Cientista da computação e ex-funcionário do Google, Ray Kurzweil anuncia que através da tecnologia a humanidade pode alcançar a imortalidade até 2030. Já existem engenheiros médicos trabalhando nessa tecnologia que será capaz de executar reparações à nível celular. Kurzweil, um pioneiro da Inteligência Artificial (IA), ainda acredita na “Singularidade”. De acordo com o mesmo, a “singularidade” é um termo para o momento o qual a IA irá superar a capacidade humana de raciocínio. Nessa mesma linha o cientista confia num futuro onde haverá uma síntese homem-máquina. Retomando sobre a imortalidade, a tecnologia que visa esse feito é conhecida como nanotecnologia, tendo diversas aplicações possíveis. Esse novo estudo envolve áreas de biologia, física, química, medicina, engenharia, computação e ciência de matérias. Dentro dessa área médica e de saúde, a ciência de matérias é a mais importante, tendo como objetivo principal produzir estruturas em nanoescala compostas por biomateriais. Ou seja, esses materiais terão capacidade de interagir com sistemas biológicos, podendo ser utilizados em fármacos, vasos sanguíneos, órgãos artificiais entre outros. Complementando o exposto acima, os estudos do Ecossistema Dakila apontam que o prolongamento da vida pode-se dar de maneira muito mais simples. Sendo que os pesquisadores desse setor afirmam categoricamente a possibilidade já nos dias atuais do prolongamento da vida e até mesmo da paralisação total do envelhecimento com a tecnologia que existe. Isso tudo através de aminoácidos, antioxidantes, vitaminas, minerais e reparação dos danos causados na divisão celular evitando a redução dos telômeros. Considerando também uma alimentação e suplementação direcionada, da prática de exercícios físicos e da estabilidade emocional é possível evitar o envelhecimento. Deve-se investir na saúde. Deixar de ter uma má alimentação. É necessário dormir bem, exercitar e o mais importante de tudodeve-se evitar as toxinas emocionais. Isso significa que, de nada adianta ter uma rotina saudável se o emocional não está controlado. Caso queira saber mais sobre a nanociência e suas tecnologias: Microsoft Word - NANOMEDICINA O AVANÇO DA TECNOLOGIA NA SAÚDE (revista.inf.br) Nanociencia_e_nantecnologia.pdf (cbpf.br) Referências utilizadas: Ex-engenheiro do Google afirma que a humanidade vai alcançar a imortalidade em 2030 - TudoCelular.com Humanos podem ser imortais até 2030, afirma ex-engenheiro do Google - Tecnologia - SBT News Ex-engenheiro do Google afirma que os humanos conquistarão a imortalidade em 8 anos | History Channel Brasil (uol.com.br) Nanorrobôs, impressão de órgãos: como a tecnologia faz uma revolução na medicina | Inovação | G1 (globo.com) Microsoft Word - NANOMEDICINA O AVANÇO DA TECNOLOGIA NA SAÚDE (revista.inf.br)
- RATANABÁ - O que se sabe até agora?
O que é? Ratanabá é uma palavra da língua Irdin, que significa "dos reinos para o mundo". O Irdin é uma língua antiga falada pela primeira civilização do Sistema Terra, os Muril. Devido a isso, a cidade perdida da Amazônia, a dita capital do mundo, recebeu o nome de Ratanabá. Evidenciando isso, durante as pesquisas da Associação Dakila, a equipe encontrou essa palavra em diversas pedras e gravuras, em diferentes regiões do país. "Conseguimos decodificar cerca de 90% do alfabeto deles comparando a outros idiomas e símbolos espalhados pelo mundo, e também estudando algumas línguas, tipo Tupi Guarani, entre outras" relata presidente de Dakila, Urandir Fernandes de Oliveira. Início das pesquisas As pesquisas em busca de Ratanabá, por parte do Ecossistema Dakila, tiveram início em 1987, tendo a descoberta da cidade em 1992. Pesquisadores contam, que foi através de estudos a cerca do Caminho de Peabiru que encontraram Ratanabá, ou seja, esses temas estão interligados e são de suma importância para compreensão dos mesmos. LIDAR e as Quadras de Ratanabá As expedições voltaram a ser amplamente divulgadas pela equipe em 2022 e uma das primeiras atitudes, dessa nova etapa foi realizar o reconhecimento da área com a tecnologia LIDAR (Light Detection and Ranging), que permite modelara superfície do terreno tridimensionalmente. Com esse propósito, a equipe contratou a empresa Fototerra para realizar esse mapeamento. Essa empresa, apresenta a certificação "A" do Ministério da Defesa, sendo essa a principal categoria para operações de pesquisa em território nacional. No dia 31 de maio, Elias Martins, comandante da aeronave, e Wallace Assumpção Silva, operador de equipamentos especiais, iniciaram o mapeamento aéreo da região que se estendeu até o dia 19 de junho. O sobrevoo ocorreu nas linhas de Apiacás, percorrendo uma área de 96 hectares, onde foi possível observar cerca de 30 quadras e 30 ruas, chamadas pelos pesquisadores de Quadras de Ratanabá. O geoarqueólogo Saulo Ivan Nery, mestrando em Estudos Rurais pela Universidade Federal dos Vale do Jequitinhonha e Mucuri, bacharel e licenciado em Geografia pela FCT/UNESP e ainda membro do grupo de estudos Laboratório de Arqueologia Guarani da FCT/UNESP, analisou o mapeamento do LIDAR e identificou a ocorrência de intervenção antrópica na área denominada Quadras de Ratanabá. "A presença de traços retilíneos que se diferenciam dos padrões erosivos naturais da região, indica o primeiro fato que fundamenta a possibilidade da origem antrópica das presentes estruturas. Fica nítido que os padrões erosivos atuantes na região durante bilhões de anos construíram formas bem diferentes do que aquelas que foram identificadas pelo método LIDAR" - afirmou o geoarqueólogo, que ainda reforça "Temos poucas margens de dúvida sobre a origem antrópica dessa estrutura em Xadrez. De todo modo, vale salientar que somente será possível a comprovação definitiva, a partir de uma campanha de pesquisa de campo que identifique vestígios materiais in loco, capazes de sustentar a hipótese da existência de Ratanabá". Pé de Ratanabá Seguindo com as pesquisas de campo, no dia 14 de junho de 2022, a equipe de Dakila Pesquisas se deparou com uma pegada fossilizada numa rocha na região de Paranaíta no Mato Grosso. A pegada, batizada de Pé de Ratanabá, apresenta 2,41m, permitindo a interpretação de que o responsável por essa marca teria em média de 12 a 14m de altura. O presidente da instituição ainda afirma "Estas pegadas fazem parte do Caminho de Peabiru, que nos levou a Ratanabá. Todo o caminho é demarcado por "pisadas" deste tipo, por isso pode nos trazer várias respostas ao estudo da cidade de Ratanabá. São relíquias arqueológicas, onde diversos profissionais de todo o mundo estão catalogando-as e podem mostras uma história que não se encaixa hoje" Pedra Preta Ainda em junho de 2022, os pesquisadores visitaram o Sítio Arqueológico da Pedra Preta, também em Paranaíta - MT, local conhecido como o maior painel de pictogravuras do Brasil. Apesar do local ser visitado por diversos pesquisadores, a origem do surgimento e os autores desses símbolos permanecem uma incógnita. Contando com mais de 100 símbolos variados, a Pedra Preta gerou certa familiaridade aos pesquisadores de Dakila, que a compararam com as Quadras de Ratanabá, avistadas na região das linhas de Apiacás. Navio naufragado e datações A cerca das descobertas do grupo, Urandir ressalta "É uma evidência fenomenal que deve ser estudada, investigada, sem preconceitos ou com ideias preconcebidas, mas com uma visão profissional mesmo, de alguém que realmente faz uma pesquisa verdadeira e não por quem fica atrás de um computador". Posto isso, evidências encontradas pela equipe refutam a ciência tradicional, principalmente por conta das datações avaliadas. Exemplificando o presidente da associação discorre sobre a cidade de Ratanabá "É no mínimo, pré-diluviana, de 14 a 15mil anos atrás. Mas temos indícios, através de fósseis encontrados ao redor dela, que indicam uma datação, comparando com outros achados semelhantes pelas minas de carvão espalhadas pelo mundo, entre 400 a 450 milhões de anos. Mas até que tudo se confirme, vamos considerar um achado pré-diluviano". Ainda sobre datações, os pesquisadores encontraram, em um rio no município de Apuí -AM, um navio naufragado com probabilidade de datação do período pré-cabralino. Isso significa, que antes mesmo de Pedro Álvares Cabral, o Brasil já recebia embarcações advindas de outras regiões, os pesquisadores ainda reforçam "Voltaremos com equipamentos de mergulho para investigar de perto e, caso fique comprovado que a embarcação é pré-cabralina, será uma das maiores revelações de conhecimento da atualidade, pois pode-se tratar de um dos portos de Ratanabá, a capital do mundo, localizada na Amazônia brasileira". Esse navio foi encontrado na última expedição de 2022, realizada entre 22 e 26 de novembro, que além de buscar mais evidências de Ratanabá a expedição também contou com a proposta de se instalar uma nova base de apoio e ainda fazer um resgate da memória local dos povos. Dakila já conta com outras 16 estruturas nos estados de Rondônia, Amapá, Roraima, Acre e Amazonas. Ademais, os pesquisadores realizaram alguns projetos de educação ambiental, orientando a população local sobre a importância dos achados e das memórias. Vale ressaltar que todo material encontrado durante as expedições e ou pelos moradores locais, permanecem no município. Sumarizando tudo Urandir relata "Acredito que os profissionais vão ter que reescrever a história da humanidade como nós a conhecemos. Todos os estudos levantados até agora nos levam a crer que, o elo perdido entre o passado e o presente da humanidade, está revelado lá. Além de contribuir para a história, o impacto vai ser cultural, intelectual, econômico, ideológico e governamental. Acredito que, após tudo ser revelado, teremos uma reorganização na sociedade"
- Áton, a cidade de 3.000 anos redescoberta no Egito
As escavações iniciaram em setembro de 2020, lideradas pelo arqueólogo Zahi Hawass. O objetivo inicial da expedição era encontrar o templo funerário de Tutancâmon, faraó que governou no antigo Egito de 1332 a 1323 a.C. No entanto, algumas semanas após começaram as buscas perto do Vale dos Reis, a equipe esbarrou com várias estruturas que transformaram o rumo da expedição. Localizada na província de Luxor, próxima do Rio Nilo, Áton refere-se na maior cidade antiga encontrada no país. Por conta disso, e da incrível preservação, a professora de egiptologia da Universidade John Hopkins, Betsy Brian anuncia “Essa cidade é o segundo achado arqueológico mais importante desde que a tumba de Tutancâmon foi encontrada (no Vale dos Reis, em 1922)”. Áton, também conhecida como So’oud Atun (Ascensão de Aton), revelou paredes em zigue-zague que indicam elementos da arquitetura recorrente no final da 18ª Dinastia egípcia. Além disso, foram encontrados ruínas, joias, cerâmicas, amuletos de escaravelho e tijolos com os selos de Amenófis III. Avô de Tutancâmon, esse faraó, governou entre 1390 a 1352 a.C., onde Áton se tornou o centro administrativo governamental da época. Os arqueólogos ainda encontraram padarias, cozinhas, espaço para produção de joias e roupas o que sugere a existência de um polo industrial que supria o Egito com seus produtos. Os pesquisadores, também se depararam com inscrições com nomes que confirmam o governo de Amenófis III, que ainda teve um governo em conjunto com seu filho Amenófis IV. A partir disso, e de todas as outras evidências, os pesquisadores puderam datar com precisão a época em que a cidade se consolidou e datá-la com 3 mil anos. É interessante saber sobre a história por trás dessa cidade tão bem conservada, que está sendo chamada pelos pesquisadores de “Nova Pompeia do Egito”. Começando então pelo seu fundador, Amenófis III, foi faraó por cerca de 40 anos, onde ser reinado ficou conhecido como uma era de paz, prosperidade e esplendor artístico. Ao final reinou juntamente com seu filho Amenófis IV, que durante seu próprio governo, durante os anos 1353 a 1336 a.C., revolucionou a religião mantendo apenas a devoção ao deus sol Aton. Amenófis IV, inclusive mudou seu nome para Aquenáton, que significa devoto a Aton. Aquenáton ainda alterou a capital do país de Tebas para sua criação Aquetáton, atual Amarna, onde nasceu seu filho Tutancâmon. Durante seu reinado (1341 a 1323 a.C.), Tutancâmon regressou a Aton e desfez todas as mudanças que seu pai criou. Retomando as pesquisas, o arqueólogo Zahi Hawass comunica que muitos grupos haviam procurado por essa cidade, mas nunca obtiveram sucesso. Essa redescoberta ainda trará muitas novidades sobre o Egito Antigo e sua civilização. Sobretudo a existência de quatro camadas distintas de assentamentos nesse sítio arqueológico, apontando para épocas divergentes de ocupação, variando desde o período citado acima até o copta-bizantino entre os séculos 3 e 7 d.C. Referências utilizadas: https://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/2021/04/1029469-arqueologos-descobrem-antiga-pompeia-egipcia-perto-de-luxor.html https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Arqueologia/noticia/2021/04/cidade-egipcia-de-3-mil-anos-sob-areia-e-maior-ja-encontrada-no-pais.html https://oglobo.globo.com/saude/ciencia/cidade-que-sumiu-sob-areia-ha-3-mil-anos-encontrada-no-egito-24962806 https://super.abril.com.br/historia/arqueologos-desenterram-cidade-perdida-de-3-mil-anos-no-egito/ https://casavogue.globo.com/Curiosidades/noticia/2021/04/cidade-perdida-ha-3-mil-anos-apos-tempestade-de-areia-e-encontrada-no-egito.html https://www.nationalgeographicbrasil.com/historia/2021/04/luxor-a-cidade-de-ouro-perdida-e-redescoberta-por-arqueologos-no-egito https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/arqueologos-descobrem-pompeia-do-antigo-egito-proxima-a-luxor/ https://istoe.com.br/a-nova-pompeia-do-egito/ Arqueólogos descobrem 'Pompeia' no Egito | Mundo | G1 (globo.com) Áton (cidade) – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org) Vídeos: (276) EGITO DESCOBRE CIDADE PERDIDA HÁ 3 MIL ANOS | Cidade de ouro levou o nome de “A Ascensão de Aton” - YouTube (276) Descoberta cidade perdida e 3 mil anos no Egito - YouTube
- Novas descobertas sobre o DNA não codificante
Para o entendimento desta matéria científica faz-se necessário a explicação de alguns conceitos básicos como: o dogma central, genoma humano e gene. O dogma central da biologia molecular é a representação gráfica de como ocorre o fluxo de informações genéticas. Observando a imagem abaixo, entende-se que o RNA é gerado a partir da transcrição do DNA, em sequência ocorre a produção das proteínas, através da tradução desse RNA. Ademais, a molécula de DNA apresenta capacidade de se replicar. O genoma humano é toda informação genética presente em todos os cromossomos, nesse caso, dos seres humanos. O gene refere-se a um segmento de DNA que estipula a produção de uma proteína ou de uma molécula funcional de RNA. A partir do sequenciamento completo do genoma humano, os pesquisadores identificaram que somente 2% dos nossos genes são codificantes, ou seja, irão produzir proteínas. Isto é, 98% do nosso DNA é “inútil”, o qual foi chamado por muito tempo de “DNA Lixo”. Hoje sabe-se que, esse “DNA Lixo” refere-se ao DNA que é não codificante é composto por íntrons, UTRs, regiões associadas a elementos regulatórios, genes de RNAs não codificantes e sequências repetitivas. Novas descobertas estão relacionadas com o chamado “DNA ultraconservador”. Gill Bejerano, geneticista da Universidade de Stanford – Califórnia, descobriu essas sequências em 2004, mas só recentemente pode entender mais sobre elas. O geneticista e sua equipe começaram a perceber que essas sequências de DNA eram extremamente similares em várias espécies distintas, o que é um tanto incoerente. Embora essas sequências não codifiquem proteínas, os pesquisadores imaginaram que elas deveriam ter uma importância vital, onde não seria aceita qualquer alteração. No intuito de testar essa hipótese, a geneticista Diane Dickel e sua equipe, realizaram testes em diversos camundongos. Utilizando-se de uma ferramenta de edição genética (CRISP-Cas), os pesquisadores deletaram quatro sequências de DNA ultraconservador. Essas deleções ocorreram de maneira singular e através de combinações de sequências. Os resultados foram incongruentes, visto que os animais aparentavam estar bem e conseguiam até se reproduzir normalmente. Porém, ao dissecar os camundongos perceberam as anomalias causadas pela deleção dessas sequências. Entre elas: baixo número de células cerebrais, o que implicou no avanço de Alzheimer; região frontal do cérebro alterada, afetando áreas da memória e da epilepsia. Essas descobertas contribuem para um avanço cientifico, estudos de genética e também para a área medicinal, que vem trazendo novas informações sobre doenças neurológicas. A quem interessar saber mais: Os genes egoístas: o que é o DNA lixo, a maior parte do nosso genoma | Super (abril.com.br) O lado negro do genoma – Casa da Ciência (casadaciencia.com.br) Referências: "Dark Matter" DNA Influences Brain Development - Scientific American Cientistas descobrem função de parte misteriosa do “DNA lixo” | Super (abril.com.br)
- Quanto o emocional afeta o nosso organismo?
¿Lo pensaste? ¿Cuánta amargura se necesita para que se convierta em diabetes? ¿Cuánta soledad, rencor o insatisfacción se requiere para manifestar un cáncer? ¿Cuánta ira se precisa para que se convierta en gastritis? ¿Cuántas emociones no digeridas necesitas, para que se convierta en problemas estomacales? ¿Cuántas palabras no dichas y guardadas te has callado, para que se transformen en problemas en tu garganta o tiroides? ¿Cuántas insatisfacciones son necesarias para que se originen las infecciones? ¿Cuánta falta de amor se requiere para que se genere una dermatitis? ¿Y cuál será la dosis de abandono para la obesidad? Toda emoción o sentimiento mal canalizado causa una enfermedad y despierta un patrón repetitivo emocional ancestral dormido. ¿Cuánto tiempo más quieres esperar para resolver eso que es importante en tu vida? ¿En dónde está tu límite para decir ya basta y tomar acciones reales y concretas para cambiar esa historia que te lleva al hartazgo de tu vida? Porque sabes que esas situaciones no cambiarán solas, pero sí te vas dando cuenta que con el tiempo van empeorando. No dejes pasar más tiempo para vivir la vida que mereces. Según estudios médicos un 90% de las enfermedades parten de las emociones: He aquí la importancia de sanar tu corazón y tus heridas para poder tener una vida plena y bendecida. Te invito que hoy escudriñes tu corazón y saques todo lo que te carga y te enferma, no busques la paz donde jamás la encontrarás, ni busques la felicidad y gozo de donde jamás vendrá. Tus huesos se han secado y enfermado a causa de tu tristeza y amargura, así que es tiempo de soltar. Es tiempo de sanar y perdonar. Autor desconhecido - texto retirado da internet Texto traduzido Já pensou quanta amargura se precisa para que se converta em diabetes? Quanta solidão, rancor ou insatisfação se requer para manifestar um câncer? Quanta ira pra se transformar em gastrite? Quantas emoções não digeridas são necessárias para que se converta em problemas estomacais? Quantas palavras não ditas e guardadas te calaram, para que se transformassem em problemas na sua garganta ou tireoide? Quantas insatisfações são necessárias para que se originem as infecções? Quanta falta de amor se precisa para gerar uma dermatite? E qual será a dose de abandono para a obesidade? Toda emoção ou sentimento mal canalizado causa uma doença e desperta um padrão repetitivo emocional ancestral adormecido. Quanto tempo mais quer esperar para resolver isso que é importante resolver na sua vida? E onde está seu limite para decidir que já basta e tomar ações reais e concretas para mudar essa história que te leva ao esgotamento da sua vida? Porque você sabe que essas situações não mudarão sozinhas, mas percebe que com o tempo elas vão piorando. Não deixe passar mais tempo, para viver a vida que merece Segundo estudos médicos 90% das doenças surgem das emoções: Eis a importância de curar o coração e as feridas para ter uma vida plena e abençoada. Convido-vos a sondar o vosso coração hoje e a retirar tudo o que vos pesa e vos adoece, não procureis a paz onde nunca a encontrareis, nem procureis a felicidade e a alegria onde nunca virão. Seus ossos ficaram secos e doentes por causa de sua tristeza e amargura, então é hora de deixar ir. É tempo de curar e perdoar. O texto acima traz uma reflexão de suma importância. Como a emoção influência na saúde? Partindo do básico, o psicológico é capaz de afetar o organismo humano. Sendo num aumento de pressão, quando o estresse ou a raiva se instalam, ou em casos de úlceras gástricas, as quais geralmente têm causa emocional. Assim como a úlcera, outras diversas doenças surgem das emoções, essas enfermidades são chamadas de doenças psicossomáticas. As doenças psicossomáticas advêm como resposta de processos psicológicos e mentais, onde o paciente apresente um desequilíbrio das funções somáticas (respostas ao ambiente externo) e viscerais (ambiente interno). Em outros termos, essas doenças ocorrem quando o indivíduo expressa em seu organismo sentimentos e conflitos inconscientes. Segundo o presidente da Associação Brasileira de Medicina Psicossomática (ABMP), Wimer Bottura, alguns hormônios, como a adrenalina e o cortisol, quando liberados constantemente provocam um desequilíbrio bioquímico no organismo, sendo que a persistência disso pode acarretar uma mudança estrutural, estabelecendo assim uma doença. O maior desafio dessas doenças psicossomáticas é o diagnóstico. Grande parte dos pacientes se queixam de dores diversas, as quais não exibem explicações médicas. Nesses casos, o diagnóstico é realizado através da exclusão de possibilidades. Analisando primeiramente todas as alternativas orgânicas, sendo encaminhado para um psiquiatra ou neurologista em sequência. A neurologista Suzanne O'Sullivan ainda afirma “Em neurologia é muito fácil fazer medições do sistema nervoso. Há uma grande diferença entre alguém com uma paralisia ou uma convulsão psicossomática e alguém com uma doença no cérebro" Apesar de pouco se falar sobre essas doenças, a OMS (Organização Mundial da Saúde) alega que 30% das consultas médicas estão relacionadas a queixas físicas sem causas orgânicas evidentes. Vale ainda ressaltar que cerca de 60 a 80% das pessoas somatizam no período de 1 semana, ou seja, todo mundo expressa algum tipo de sintoma, sem apresentar uma doença ligada a ele pelo menos uma vez por semana. Esse fato é principalmente relacionado com o estresse, que é muitas vezes respondido através do organismo. Se tratando de doenças pontualmente psicológica, a prevenção dessas se dá através equilíbrio emocional. Entende-se aqui equilíbrio, não como estar sempre bem, mas sim saber lidar com as suas emoções. Isso pode ser feito por meio de terapias, meditações, rotinas saudáveis, etc. Zimerman já dizia “o corpo fala! – e fala especialmente àqueles sentimentos que ainda não puderam ser expressos com o simbolismo das palavras” Referências: Doenças psicossomáticas: tratamento multiprofissional é fundamental para diagnóstico | Hapvida | O Liberal Aumento das doenças psicossomáticas no Brasil preocupa psicólogos e psiquiatras - Eu, Rio! (eurio.com.br) https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2021/07/01/doencas-psicossomaticas-saiba-como-emocoes-e-pensamentos-afetam-o-corpo.htm?cmpid=copiaecola O que são doenças psicossomáticas e como se desenvolvem? (psiquiatriapaulista.com.br) ‘Está tudo na sua cabeça’: o preconceito contra doenças cuja causa é emocional e não física - BBC News Brasil *6a9cba9ed68e2829c82ac68b45ae933c.pdf
- Primeira reunião pública da NASA sobre OVNIS
Nesta quarta-feira (31) a Agência Aeroespacial dos Estados Unidos (NASA), realizou uma conferência pública, com transmissão online pela primeira vez, onde reuniu um grupo de especialistas para discutir e apresentar os primeiros resultados das investigações sobre (OVNIs) do grupo de estudos especializado do governo dos EUA. Em julho do ano passado, o Departamento de Defesa (DoD) do país anunciou a criação de um escritório para rastrear os atualmente denominados fenômenos aéreos não identificados (UAPs). O órgão é composto por 16 membros, entre especialistas de áreas que vão da física à astrobiologia, que têm a função de examinar avistamentos e outros dados coletados por setores governamentais e comerciais civis. Segundo a NASA, o foco da sessão pública, que teve quatro horas de duração, foi apresentar “deliberações finais” antes que a equipe publique um relatório oficial, planejado para ser divulgado até o fim de julho. Na abertura do evento, Daniel Evans, vice-administrador associado adjunto de pesquisa na Diretoria de Missões Científicas da agência espacial, observou que, como o interesse público nos OVNIs é grande, a NASA tem a responsabilidade de dar o "escrutínio científico e rigoroso" que o assunto precisa. Os cientistas explicaram que ainda há escassez de dados úteis e de qualidade sobre os avistamentos. "Os esforços atuais de coleta de dados sobre UAPs são assistemáticos e fragmentados em várias agências, muitas vezes usando instrumentos não calibrados para coleta de dados científicos", disse David Spergel, que lidera o grupo de trabalho da Nasa formado em 2022 para examinar as informações existentes sobre os fenômenos. Spergel ainda afirmou que o grupo "sente que muitos eventos permanecem não relatados". Uma das possíveis explicações para isso é o estigma que ronda o assunto. Desconfiança, deboche e teorias da conspiração, muitas vezes, acabam impedindo ou dificultando um diálogo sobre UAPs com a seriedade que a ciência exige. "Os pilotos comerciais, por exemplo, relutam muito em relatar anomalias. E um de nossos objetivos, é ter a Nasa desempenhando um papel, e remover o estigma e obter dados de alta qualidade", disse o cientista. A partir do painel realizado, o grupo também quis encorajar os pilotos de linhas aéreas e militares se manifestarem quando virem um objeto não identificado, sem temer constrangimento. "Se eu puder resumir o que aprendemos até então em uma frase seria a seguinte: nós precisamos de dados de mais qualidade", destacou Spergel. OVNIs / UFOs filmados pela webcam da Estação Espacial Internacional Uma forma de fomentar os dados sobre os aparecimentos seria incentivando a própria população a compartilhar os seus relatos. A sugestão de Spergel seria um aplicativo de celular, que permitiria a coleta de dados. "Existem de três a quatro bilhões de telefones celulares no mundo", disse Spergel. "Os telefones celulares não gravam apenas imagens, estamos todos acostumados com câmeras de celulares, mas eles medem o campo magnético local, são gravitômetros, medem som, codificam uma quantidade enorme de informações sobre o ambiente ao seu redor", argumentou o cientista. "Se você tem algo visto por vários telefones celulares, com bons dados de registro de data e hora, em vários ângulos, pode inferir a localização e a velocidade desse objeto", disse Spergel. "Na maioria das vezes, isso dirá que é um avião, é um balão, seja o que for. E se for algo novo, você tem dados de alta qualidade e uniformemente selecionados que podem ser usados.", complementou. Com a ferramenta, os dados podem ser combinados com informações coletadas pelos radares oficiais e dados obtidos a partir de outros sensores, para poder filtrar o que realmente é importante, eliminando o que pode ser normal, como um balão, por exemplo. Assim, a agência conseguiria ter acesso a um número muito maior de dados, com potencial para novas descobertas. De acordo com a agência de notícias Reuters, o estudo é separado de uma investigação recém-formalizada baseada no Pentágono de fenômenos aéreos não identificados documentados nos últimos anos por aviadores militares e analisados por autoridades de defesa e inteligência dos EUA. Ambos os levantamentos destacam um ponto de virada para o governo depois de décadas gastas desviando, desmascarando e desacreditando avistamentos de objetos voadores não identificados – há muito associados a noções de discos voadores e alienígenas – que datam da década de 1940. Na visão de Dakila Pesquisas, não se passa de um teatro dizer "não temos provas suficientes e os avistamentos feitos pela população não podem ser usados como provas, somente pode-se afirmar com veemência a existência de presença extraterrestre com uma pesquisa mais apronfundada." Movimentações no céu, nos mares e na terra, acontecem desde muito tempo. O que não faltam são provas. Desenhos em matas, fazendas (Agroglifos), construções megalíticas (Pirâmides, cidades subterrâneas, submersas...), gigantes petrificados..., entre outras provas físicas, são simplesmente ignoradas por essas instituições. Quem teria construído isso tudo se não uma civilização mais avançada técnologicamente? A maioria das empresas, agências governamentais... escondem, ocultam, a verdade da população. Porque querem fazer os habitantes dessa terra de massa de manobra, e se todos souberem da verdade que existe, deixarão de serem usados como marionetes. E com isso, despertarão dessa lavagem cerebral! Há vida fora da terra sim! E Dakila já provou tudo isso! Dakila Pesquisas vem desvelando por partes desde 1999 o conhecimento escondido da humanidade. Junte-se a nós, venha fazer a diferença. Contribua com o seu conhecimento! Juntos somos mais fortes! Faça parte dessa unificação de conhecimento! Busque conhecimento! REFERÊNCIAS: Óvnis: painel da Nasa não apresenta conclusões, mas quer combater estigma sobre o tema | Ciência | G1 (globo.com) Óvnis: Nasa quer encorajar pessoas a relatarem mais aparições no céu - A Crítica de Campo Grande (acritica.net) Óvnis: Nasa quer aplicativo para pessoas relatarem aparições no céu (opovo.com.br) Bing Vídeos ETs existem? Veja as revelações da Nasa sobre óvnis - (olhardigital.com.br) NASA discute OVNIs em primeira reunião pública (terra.com.br)
- Novidades sobre Ratanabá e a Voz das Etnias
No dia 05 de junho, o pesquisador Felipe Castelo Branco convidou a pesquisadora Fernanda Lima para uma conversa em seu canal do YouTube (Felipe Castelo Branco) afim de discorrer sobre as novidades e curiosidades sobre as pesquisas de Ratanabá e as parcerias com os povos originários. Logo no início, Fernanda relata um evento que ocorreu durante as pesquisas envolvendo anomalias magnéticas e realidades paralelas. Em uma das excursões, no percurso do Rio Aripuanã, localizado no Amazonas e em Mato Grosso, a equipe encostou para um descanso na chamada Pedra do Mirante. Devido a percepção aguçada do grupo, antes de finalizarem as pesquisas, resolveram voltar a esse local. Após, algumas voltas sem se distanciarem muito do rio a equipe começou a retornar ao barco. Nesse momento a pesquisadora Fernanda Lima decidiu continuar explorando uma área que lhe havia chamado a atenção. Poucos passos depois, ela escutou um estrondo de uma ave, estranhando a situação começou a chamar Urandir Fernandes de Oliveira. Apesar de ambos estarem próximos, precisaram gritar para se reencontrar, no entanto em alguns momentos a pesquisadora ouvia o resto da equipe e em outros não, o mesmo aconteceu com Urandir e o grupo que estava do outro lado. Em seguida, a equipe percebeu que esse evento se tratava de uma interação com as realidades paralelas por conta das anomalias magnéticas da área. Inclusive foi possível fazer o registro por meio de fotografias, entre outras situações que apresentaram registros similares dessas anomalias. Não só na Amazônia, essas fotografias também foram tiradas no Paraguai e no Mato Grosso do Sul. Castelo Branco ainda perguntou sobre o andamento das pesquisas, a qual Fernanda discorreu sobre o mapeamento que vem sendo feito por meio da colaboração da sociedade. Ademais, algumas equipes de campo permanecem na mata captando as informações e compartilhando com os demais pesquisadores. Na conversa, eles ainda reforçam a autoria de Dakila Pesquisas nessas descobertas e o pioneirismo da instituição na pesquisa com a tecnologia LIDAR no Brasil. https://www.dakila.com.br/noticias/tecnologia-lidar-confirma-existencia-da-cidade-perdida-na-amazonia-brasileira/ “Nosso presidente sempre fala, Ratanabá é uma herança que foi deixada por uma civilização muito avançada, uma tecnologia totalmente superior, e foi deixada pra nós brasileiros pra gente mostrar para o mundo.” Relatou Fernanda Lima, complementando “Então realmente é uma coisa que tem que saber a hora certa, o momento certo de mostrar e como mostrar.” Direcionando a conversa para as parcerias com os povos originários a dupla ainda destrincha sobre a ponte entre diferentes etnias que a empresa vem trazendo com o quadro “A voz das Etnias”. O programa teve intenção de que as próprias tribos indígenas falem por si, sem o intermédio das mídias e organizações que as veem como um zoológico humano. Os pesquisadores ainda discorrem sobre a tradição da agricultura em algumas aldeias, mostrando que nem sempre precisa existir a dualidade entre o agro e os indígenas. Muitas vezes nos fazem acreditar que para preservar a cultura dos povos originários, eles devem permanecer imutáveis. Isso não é verdade, tecnologia é bem-estar. Ter uma melhora na qualidade de vida, poder produzir, trabalhar, ter um carro é sinônimo de preservação e segurança. https://www.instagram.com/reel/CrW0OBTAlcl/?igshid=MzRlODBiNWFlZA== Fernanda Lima também relatou a urgência dos jovens em sair das tribos, exatamente por conta dessa falta de tecnologia e oportunidades. O fato é que, somente eles podem julgar o que é bom ou não pra sua comunidade e nem sempre é isso que as organizações e as mídias defendem. Finalizando o vídeo, a pesquisadora narrou dois eventos em que os parceiros se comunicaram com os Xavantes da aldeia Pimental Barbosa, durante a visita ao Recanto de Havalon em Mato Grosso do Sul. Nessa ocasião, o parceiro Bill inclusive se comunicou na língua Xavante e em alguns momentos usou de termos que somente o ancião foi capaz de compreender. Felipe Castelo Branco, também relatou um evento similar, onde os parceiros se comunicaram em coreano arcaico com uma associada, que muitas vezes não era possível o restante do grupo compreender o que estava sendo dito. Confira o vídeo completo: (369) Conversa Com Fernanda Lima: Anomalias Magnéticas- Ratanabá- Voz das Etnias- EtBilu fala Xavante! - YouTube
- Arte rupestre com mais de 12.500 anos, encontrada na Colômbia
Uma das maiores coleções de arte rupestre do mundo, foi encontrada na Amazônia Colombiana por uma equipe britânico-colombiana de arqueólogos deu início as escavações entre 2017 e 2018. O projeto é financiado pelo Conselho Europeu de Pesquisa e vai até 2024. Além disso, a equipe se encontra sob liderança do professor de arqueologia da Universidade de Exeter na Inglaterra, José Iriarte. Variando do padrão europeu, feito em cavernas escuras, a pintura rupestre na Amazônia se encontra em Tepuis, ao ar livre. Tepui é o nome dado aos enormes penhascos de pedra cinza pálido, encontrados na região amazônica. Se estendendo por quase 13km, foram registradas cenas de dança, comida e retratos de animais extintos na Serranía La Lindosa, Colômbia. As pinturas foram encontradas em três cavernas rochosas, sendo a maior delas chamada de Cerro Azul, onde estão dispostos 12 painéis e diversos pictogramas de humanos, plantas, animais, impressões de mãos e padrões geométricos. Essa obras indicam como os primeiros habitantes da área teriam coexistido com a megafauna da Era do Gelo, isso porque muitos animais já extintos foram retratados nessas paredes como: bichos-preguiça gigantes, palaeolamas, cavalos da era glacial e até um mastodonte. Apesar de não ser possível realizar a datação dessas pinturas através do carbono 14, grande parte desses animais representados foram extintos a mais de 12.000 anos atrás. Favorecendo essa hipótese, a datação dos materiais orgânicos remanescentes da época no local fez com que os arqueólogos estimassem uma datação de 12.500 anos para as obras paleolíticas. “As pinturas dão um vislumbre vívido e emocionante da vida dessas comunidades. É inacreditável para nós hoje pensar que elas viviam entre e caçavam herbívoros gigantes, alguns do tamanho de um carro pequeno.”, afirmou o arqueólogo, Mark Robinson. Os especialistas constataram que os artistas se utilizaram do fogo para esfoliar a rocha no intuito de fazer superfícies planas para pintar. Pesquisadores também encontraram evidências de uso da terracota avermelhada como tintura, ademais foram encontrados pedaços de ocre raspados para a fabricação de tintas. Outro fato curioso é que alguns desenhos se localizam tão no alto das rochas que a observação só pode ser realizada com drones. O início dessa pesquisa foi mantido em segredo, pois tudo estava sendo filmado para uma série de televisão chamado de "Jungle Mystery: Lost Kingdoms of Amazon", que foi reproduzido no Canal 4 do Reino Unido. Iriarte afirma que o objetivo inicial é documentar toda a arte rupestre da área e identificar outros animais retratados. Independente disso, a maior preocupação quando nos deparamos com essas preciosidades arqueológicas é a conservação da região, almejando a menor interferência possível no meio ambiente. Além dessa descoberta, outros dois locais apresentaram desenhos semelhantes: Cerro Motoya e Limoncilloz. Porém estes locais estavam mais desbotados. Esses novos achados também se assemelham com as pinturas encontradas no Parque Nacional Chiribiquete. O paredão encontrado lá foi batizado como "Capela Sistina da Antiguidade". Referências: Milhares de pinturas rupestres foram descobertas na Amazônia (socientifica.com.br) Capela Sistina dos Antigos: artes rupestres são descobertas em área remota da floresta amazônica (uol.com.br) Arte rupestre descoberta na Amazônia mostra humanos com animais da Era do Gelo (cnnbrasil.com.br) Exploradores descobrem pinturas da Era do Gelo na Amazônia colombiana | Ciência e Saúde | G1 (globo.com) Pinturas rupestres de 12 000 anos são descobertas na Amazônia colombiana | VEJA (abril.com.br) Amazônia colombiana guarda “Capela Sistina da pré-história” com 75 mil pinturas rupestres (rfi.fr)













