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  • Lives de NPCs no TikTok: A Nova Tendência das últimas semanas

    Trazendo inúmeros debates, as lives de NPC viralizaram nas últimas semanas e vêm movimentando milhares de dólares. NPC é uma sigla em inglês para non playable character, essa abreviação é comumente utilizada em jogos para representar personagens não jogáveis. O intuito dessas lives é simular gestos e falas dessa categoria de personagens e receber presentes virtuais em troca, sendo que posteriormente esses são convertidos em dólares. Essas transmissões já eram conhecidas em outros países como nos Estados Unidos, porém elas tiveram um impulsionamento no Brasil nesse mês de setembro por conta do youtuber mais conhecido como Felca. Felipe Bressanim de 25 anos, gravou um vídeo para o seu canal satirizando as diferentes lives do Tiktok. Em sequência ele criou uma conta no Tiktok para transmitir essas lives de NPCs, inventando também um personagem para esse conteúdo. Essa conta bateu 1 milhão de seguidores em três dias, o youtuber afirma ter pensado em investir nisso como uma forma de marketing para o seu vídeo. Caso essa trend tenha passado batido por suas redes sociais, as lives do Tiktok permitem que você presentei os influencer, tendo itens que variam de 0,01 centavo de dólar até itens acima de 150 dólares. Sendo assim, essas lives especificas de NPCs, consistem em que o proprietário da live reaja de uma determinada maneira para cada presente. A grande incógnita é o porquê desse crescente números de lives de NPCs e o porquê de tantas pessoas assistirem e monetizarem esse conteúdo. O psicólogo Leandro Marques acredita que existe uma vontade de controle por parte daqueles que presenteiam, afirmando que "O personagem da live só fala o que as pessoas mandam. Se eu mando flor, ela fala flor, se eu mando gatinha, ela repete. Então a pessoa por trás da tela se sente no controle" Leandro ainda traz uma das motivações para as personificações "A gente se humilha muito mais para patrão, para cliente, toma esculacho, escuta coisas horríveis. Aquilo ali para o trabalhador brasileiro não é nada. Além disso, o valor está acima da média do que pagam muitos empregos" Nessa linha de raciocínio, algumas pessoas têm visto essas transmissões como uma fonte de renda extra, por exemplo a Juliana Ribeiro de 26 anos aproveitou as férias do trabalho para experimentar a nova trend. Em sua primeira live, de duas horas e meia, a jovem adquiriu 256 reais, tendo angariado mais do que em seu atual emprego. O próprio Felca, que iniciou essa nova tendência, afirma ter arrecadado R$ 31.085,05 em sete lives de duas horas cada. A situação acabou gerando um problema para a plataforma do Tiktok que passou a restringir essas lives. Refletindo sobre o assunto, o psicólogo Vitor Friary ressalta " Como todas as ferramentas de tecnologia, e de mídia social, os prejuízos que podem ser ocasionados precisam ser monitorados. É importante analisar se essas lives estão fazendo as pessoas se sentirem bem ou se estão desgastando sua saúde emocional de alguma maneira". Referências: Lives NPC: fenômeno do TikTok viraliza e assusta pela bizarrice | Metrópoles (metropoles.com) Felca fala sobre NPC, exposição na internet e dinheiro nas lives (terra.com.br) "É ridículo e prende mesmo", diz Felca, responsável por popularizar as lives de NPC do TikTok no Brasil | GZH (clicrbs.com.br) Lives NPC no TikTok geram polêmicas e muitos memes; veja os melhores (techtudo.com.br) Felca ganha R$ 31 mil com lives de NPC e analisa o boom da trend: 'Sem dignidade, se humilhando por migalhas' (globo.com)

  • Novidades sobre o Caminho do Peabiru

    Dakila Pesquisas, sob a liderança visionária do empresário e cientista Urandir Fernandes de Oliveira, é um think tank que se dedica desde os anos 1980 a produzir ciência baseada em pesquisa de campo e comprovações científicas referenciadas. Dentre seus vários campos de estudo, tem buscado mapear o famoso Caminho do Peabiru, a estrada transcontinental mais importante da América pré-colombiana, que ligava os povos, os territórios e os oceanos. Conhecido como Peabiru, estrada da terra, caminho para o centro da terra, estrada dos Incas e diversas outras denominações, são trajetos que cortam o continente sul- americano e se interconectam criando uma estrada com várias ramificações. Pesquisas de Dakila apontam que esses trajetos podem ter sido criados por civilizações muito mais antigas do que os povos indígenas como contam as histórias. Assim como tem várias denominações, o Peabiru também carrega significados variados, como o caminho que foi pisado, o caminho sagrado, o caminho que leva até a montanha do sol, caminho sem mal, entre outros. Nas histórias mais tradicionais, esse caminho foi construído pelos índios, porém mediante as pesquisas foi possível identificar a primeira grande civilização na terra, conhecida como Muril, cerca de 450 milhões de anos, onde iniciaram sua propagação e construções. Tudo começou aqui no Brasil e a capital dessa grande civilização era na Amazônia,, sendo que de lá saiam todas essas estradas, não só na superfície, mas também no subterrâneo. Os Murils eram construtores de mundos, eles chegavam nas regiões para mapear, mas também realizar muitas construções, principalmente de base em pedra. Mapearam tudo em cima da malha magnética da terra, que também tem correspondência com a malha eletromagnética que envolve da terra. De acordo com Dakila Pesquisas, os vórtices de energias presentes nessa malha magnética em diversos pontos da terra, conectavam o campo eletromagnético para que os povos, os grupos de trabalhadores, aqueles que caminhavam e voavam sobre a terra, pudessem se encontrar, servindo como mapa para chegarem até os reinos espalhados pelo mundo. Muitos sábios do passado, seres com alta envergadura intelectual, caminhavam e buscavam esses locais para encontrar conhecimentos e relíquias que haviam sido deixados por outros povos nas diversas bases criadas em vários pontos da terra. “Tudo que a gente encontrar de construções em pedras bem antigas que as pessoas dizem que foram os europeus que construíram, na verdade foram os Murils interconectando o caminho do Peabiru e que levavam para a Amazônia” explica Rafael Hungria, pesquisador da equipe de Dakila. Recriando o Caminho do Peabiru: Um Desafio Épico Pesquisadores de Dakila se lançaram nessa missão inigualável para mapear cidades perdidas não apenas na Amazônia, mas em toda a costa e floresta brasileira. O objetivo é recriar o Caminho do Peabiru e revelar cidades escondidas no continente sul-americano. "Compreender esse caminho é entender nosso passado e preparar nosso futuro” afirma Urandir Fernandes. Muito já se descobriu, mas há muito mais a ser descoberto. Antigas civilizações e cidades perdidas formam o cerne das explorações modernas, que hoje fazem uso dos mais diversos recursos para auxiliar historiadores e pesquisadores. E Dakila está utilizando o que há de mais moderno que existe no mundo para descobrir e revelar dados sobre períodos históricos ainda completamente inexplorados pela humanidade. A pesquisa preliminar já encontrou vestígios promissores da rota do Peabiru em Santa Catarina, no litoral do Paraná e em São Paulo. Agora, se valendo dessa tecnologia de vanguarda já utilizada para comprovar a existência de Ratanabá, na Amazônia, Dakila Pesquisas promete reconstruir a história, trazendo à tona um legado de ciência e sabedoria jamais deflagrado. A exploração, como explica Urandir Fernandes, nasce da necessidade em expandir horizontes e compreender as origens a partir de uma abordagem científica sem preconceitos e que se valha de provas irrefutáveis a partir da experiência de campo. “Cidades perdidas e civilizações antigas são o foco das explorações modernas, e Dakila está liderando essa jornada com responsabilidade e comprometimento contínuo de revelar suas descobertas. Em breve Dakila apresentará novos indícios das rotas do Caminho do Peabiru e civilizações ainda desconhecidas. Este é um marco que nos lembra que há sempre mais para descobrir, um lembrete para mantermos nossos olhos voltados para as evidências, revela Urandir. Neste momento, Dakila Pesquisas nos convida a embarcar em uma jornada épica de descoberta, uma busca pelo passado que promete iluminar o futuro. Com tecnologia avançada, dedicação incansável e a determinação de desvendar os segredos de nossa história, eles estão prontos para deixar um legado monumental para a humanidade, um presente para as gerações futuras que anseiam por conhecer nossa história e origens. À medida que a jornada se desenrola, Dakila nos lembra da importância da ciência e da busca incessante pela verdade, desprovida de estereótipos ou crenças limitantes. REFERÊNCIAS: https://www.dakila.com.br/noticias/associacao-dakila-pesquisas-investiga-possivel-geoglifo-na-regiao-sudeste-de-sao-paulo/ https://www.dakila.com.br/noticias/peabiru-conheca-a-historia-do-caminho-criado-por-antigas-civilizacoes-que-corta-o-continente-sul-americano/ https://gazetadasemana.com.br/noticia/134345/expedicao-peabiru-o-legado-monumental-que-transformara-a-historia-da-humanidade

  • Nota Oficial acerca do conflito na faixa de Gaza

    É com muito pesar que nós do Ecossistema Dakila observamos a intensificação do conflito armado na Faixa de Gaza e adjacências. Muitos de nossos associados e parceiros residem naquela região (e seu entorno), bem como muitas de nossas frentes de expansão estão espalhadas pelo Oriente Médio. A recorrente ausência de diálogo político entre palestinos e israelenses e a inação dos mais poderosos Estados do mundo são questões para as quais nós precisamos encontrar uma solução o quanto antes. Para tanto, o board determinou que nossos cientistas e observadores geopolíticos deliberem acerca do tema e teçam um plano de ação o mais breve possível. Tenham certeza que estamos trabalhando incansavelmente para dar todo o suporte na resolução do conflito e no resgate de vidas. Neste mundo cada vez mais conflituoso e ressentido é preciso buscar consensos. É preciso dar um salto de fé em busca de paz e harmonia. Que se resgate a humanidade entre os povos através do entendimento de que todos somos irmãos e irmãs que podem prosperar juntos. Busquem a paz nesses tempos difíceis. Board de Diretores do Ecossistema Dakila

  • Comunidade Mandela em Campo Grande, Recebe Apoio Vital do BDM Digital e Projeto Sorriso Feliz

    O BDM nasceu com a intenção de desenvolver alternativas e oferecer soluções plausíveis para as oscilações do cenário econômico e desde sua criação ele vem auxiliando dezenas de famílias através de sua tecnologia e diversas ações sociais. Esse ano a equipe do BDM Digital se juntou a ONG Projeto Sorriso Feliz no levantamento de doações de brinquedos por conta do dia das crianças para a Comunidade Mandela, já que mais da metade dos moradores são crianças. A ONG frequentemente faz essa ação, entretanto dessa vez, juntamente com o BDM Digital, ambas instituições também irão arrecadar dinheiro para a compra de cestas básicas. A comunidade Mandela, localizada em Campo Grande – MS, conta com mais de 500 pessoas incluindo aproximadamente 150 famílias e mais de 200 crianças. Localizada no bairro Coronel Antonino essa comunidade se encontra numa situação de extrema vulnerabilidade social. Aspirando uma maior visibilidade para as famílias do Mandela e sua situação atual, o BDM Digital acompanhou a equipe do SBT na comunidade no dia dois de outubro para unirem forças nesse projeto tão necessário. A entrega ocorrerá no dia das crianças (12 de outubro), enquanto isso para doar, basta ler o QRCODE abaixo no aplicativo do BDM Digital ou copiar e colar o e-mail (social@bdmercantil.com.br) na área de transferência do app. Essa ação será de grande valor para essas famílias que muitas vezes não tem itens básicos de higiene ou mesmo o que comer. Siga as redes sociais do BDM Digital (@bdmercantil) e do Projeto Sorriso Feliz (@projetosorrisofelizms) para acompanhar essa ação simples e ao mesmo tempo fundamental para a comunidade Mandela. Referências: Em favela onde metade são crianças, volta do frio é pesadelo em Campo Grande (uol.com.br) https://www.instagram.com/reel/Cx6MGFhxlQv/?utm_source=ig_web_copy_link&igshid=MzRlODBiNWFlZA==

  • UFOs ou UAPs?

    Muito se tem falado nas mídias sociais sobre vida extraterrestre, OVNIS, anomalias etc, com isso o pesquisador de Dakila Pesquisas Felipe Castelo Branco, aproveitou essa âncora para mais uma vez abordar esse tipo de conteúdo em seu canal de comunicação: Felipe Castelo Branco- no You Tube, onde informa sobre diferentes assuntos entre eles: política, ufologia, astronomia, ciência tecnológica entre demais tópicos. No vídeo: (Matrix Ruindo: UFOS/UAPS Abertura ou Revelações Aumentam!), Felipe pontua que as temáticas ufológicas já não são mais desconhecidas pela população, e que cada vez mais vem sendo abordadas em jornais, revistas, além de muitos experts, ex's militares, ex's agentes de defesa, tem se pronunciado e relatado o que presenciaram sobre esse assunto ufológico, abordando de uma forma séria, o que vem contribuindo para mudar a imagem negativa que as pessoas tem sobre esse tema. Por exemplo o EX-oficial da Agência Nacional de Inteligência Geoespacial (NGA) e do Escritório Nacional de Reconhecimento (NRO), David Charles Grusch que trabalhou analisando as UAP's afirmou que: "O governo norte-americano tem naves extraterrestres “intactas e parcialmente intactas” escondidas." Em seu depoimento, Grusch divulgou informações ultrassecretas, como alguns dos locais onde estão as naves e nomes de oficiais de alta patente que participam desses programas. Inclusive, ele afirma que as operações de recuperação das naves continuam em andamento. De qualquer forma, as informações permanecem secretas e em investigação no congresso. Grusch também disse que relatou ao Congresso que existe um tipo de guerra fria acontecendo neste exato momento; uma competição global entre diferentes governos para coletar e realizar engenharia reversa dessas supostas naves espaciais. Assim como o ex apresentador de TV da Fox News que detinha uma das maiores audiências da TV americana Tucker Carlson em suas mídias sociais se pronunciou: "Um ex-oficial da Força Aérea Americana que trabalhou por anos nos serviços de inteligência veio a público revelar que o governo dos Estados Unidos possuem evidências físicas de artefatos não humanos, como aeronaves e dos corpos dos pilotos de tais aeronaves. O Pentágono passou décadas estudando esses restos "sobrenaturais" com objetivo de construir sistemas de armamentos tecnologicamente mais avançados. Isso foi o que o ex-oficial revelou e pareceu claro que ele estava falando a verdade. Em outras palavras, OVNIS são reais e aparentemente, vidas extraterrestres. Agora, nós sabemos...em um país normal, esse tipo de notícia seria considerado uma bomba, a história do milênio!, mas em nosso país não é. A história do ex-oficial denunciante está em um site de tecnologia de nome Debrief, não muito conhecido enquanto, que o Washington Post teve essa história nas mãos, mas decidiu não publicar e o New York Times fingiu que não sabia da história. Na primeira página do site do News York Times essa manhã tinha cinco histórias sobre a Ucrânia, quatro histórias sobre Donald Trump, pessoas trans e sobre mudanças climáticas. O tradicional. Não havia nada sobre espécies alienígenas voando em espaçonaves hipersônicas sobre nossas cidades. Nenhuma palavra. Então, se você fica pensando "Por que o nosso país está tão disfuncional..." essa é grande parte da razão: ninguém sabe o que está acontecendo! Um pequeno grupo de pessoas controla o acesso a todas informações relevantes, e o resto de nós não sabe! Nós somos permitidos a ficar gritando sobre racismo, mas vá em frente tentar falar sobre algo que realmente importa e veja o que acontece. Se você ficar tentando, eles vão te calar. Confie na gente!, é assim que eles mantêm o controle." Felipe Castelo Branco comenta que a Nasa tem dosado a saída de materiais com relação a UFOS, "Eles vem mostrando e debatendo esse assunto ultimamente no entanto eles estão abordando o básico, NADA em comparação a tudo o que eles sabem e encobrem." Pontuou também que a mudança da sigla OVNI-Unidentified flying object para UAP- unidentified aerial phenomenon foi feita para que diminuísse a descredibilidade e teorias da conspiração que há em cima da sigla (OVNI), mas com o real significado de: "Quem fala sobre OVNIS são considerados conspiracionistas e quem fala de UAP's são cientistas renomados, gente que sabe do que está falando." Podendo se relacionar com a famosa frase "Trocou seis por meia dúzia."

  • Riscos do cigarro eletrônico que passam despercebidos pelos jovens, que consomem cada vez mais

    Chamado vulgarmente de "vape", o cigarro eletrônico, funciona a base de bateria e diversas substâncias liquidas que produzem um vapor que é inalado pelos usuários. Dentre essas substâncias é possível encontrar a nicotina, o glicerol, a glicerina vegetal, o propilenoglicol e os flavorizantes. Ele surgiu com o discurso de ser menos prejudicial à saúde, inclusive auxiliando os fumantes a largarem o cigarro convencional. Apesar do discurso, o pneumologista André Nathan adverte que "a concentração de nicotina nele é maior e não te faz abandonar o vício e até propicia que você fique pulando de um vício para outro". Inclusive, a maior preocupação atual é que esse dispositivo se popularizou entre os jovens, principalmente por conta dos flavorizantes que proporcionam os sabores variados. Proporcionando esse aroma frutado, um estudo realizado pela Unesp, apontou que a alta quantidade de açúcar nessas substâncias podem causar cáries e doenças periodontais. Segundo a OMS - Organização Mundial da Saúde -, apesar de alguns produtos não registrarem a presença de nicotina na embalagem, esses dispositivos ainda podem trazer uma quantidade ocasional dessa substância. Ademais, conforme estudos, as substâncias encontradas nos "vapes" podem causar problemas ao sistema respiratório e ao sistema cardiovascular como por exemplo: bronquite, enfisema, infarto, trombose, AVC (acidente vascular cerebral) e câncer, principalmente em órgãos dos sistemas citados. Além disso, os danos do "vape" podem surgir em um curto tempo de uso, a Dra. Jaqueline Schollz explica que “Diferentemente do cigarro convencional, que demora às vezes 20 ou 30 anos para manifestar doenças no usuário, o cigarro eletrônico, que prometia segurança, foi capaz de matar jovens rapidamente”. Estudos realizados pelo Center for Tobacco Research do The Ohio State University Comprehensive Cancer Center e da Southern California Keck School of Medicine, indicam que o cigarro eletrônico pode, em apenas 30 dias de consumo, gerar problemas respiratórios severos independente se a pessoa é jovem e apresenta um porte saudável. Diante disso, o Brasil, assim como outros 32 países, vetou a comercialização do cigarro eletrônico, porém o diretor de assuntos científicos e regulatórios da Bristish American Tobacco Brasil, Luaro Anhezini Junior, ressalta que "Apesar de proibidos, os vapes são facilmente encontrados, o que mostra que essa medida de proibição não funciona". O gerente executivo da Associação Brasileira da Indústria do Fumo (Abifumo), Giuseppe Lobo, também aponta pela irregularidade de produtos ilegais, sendo que "Precisamos analisar que esses produtos facilmente encontrados à venda no país vêm do mercado ilegal, sem comprovação de origem e composição". Lobo também afirma que "A partir do momento que você regulamenta, ele vai ter regras para produção e comercialização e será fiscalizado". A fiscalização desses produtos ilegais é tão desamparada que de acordo com um estudo do Ipec (Inteligência em Pesquisa e Consultoria), o número de usuários de “vape” quadriplicou no decorrer de 3 anos. Sendo que conforme o estudo da Unesp, 9,7% dos jovens entre 18 e 24 anos já experimentaram o produto, enquanto a faixa etária entre 35 e 49 o percentual é de 3,3%. Em suma, essa droga é cada vez mais comum entre os jovens que pensam estarem sendo saudáveis, por consumirem "vape" ao em vez do cigarro convencional. A despeito de seus riscos rápidos, existem dois casos recentes que foram à mídia. Um resgatista de fauna, Gabriel Nogueira, que relatou acordar um dia tossindo sangue e foi diagnosticado com broncopneumonia, enfisema pulmonar e vidro fosco no pulmão, que é uma alteração indicada por manchas no órgão que se assemelham a um vidro embaçado. Gabriel ainda relata que "Nos exames, ficou constatado que dentro dos brônquios tinha óleo contido nos cigarros eletrônicos" e que "O problema é irreversível, porque esse óleo não tem como sair do meu pulmão". O outro caso divulgado foi do lutador de 20 anos, Sean Tobin que foi internado em julho deste ano, por conta de um colapso em seu pulmão que resultou em uma cirurgia para remover parte do órgão. Exemplos: 'Óleo de vape não sai do meu pulmão': o jovem que ficou 1 mês internado por cigarro eletrônico, popular no Brasil mesmo proibido - BBC News Brasil Lutador de 20 anos posta foto de pulmão destruído pelo vape; veja perigos (terra.com.br) Referências: 'Óleo de vape não sai do meu pulmão': o jovem que ficou 1 mês internado por cigarro eletrônico, popular no Brasil mesmo proibido - BBC News Brasil Cigarro eletrônico: França proibirá vapes por risco aos jovens; entenda (globo.com) O cigarro eletrônico é prejudicial à saúde? O que diz a OMS | National Geographic (nationalgeographicbrasil.com) Vape é tão ou mais perigoso que o cigarro tradicional; entenda (saudeemdia.com.br)

  • A Extinção da Megafauna: Um Enigma da Pré-história

    Um dos eventos históricos mais intrigantes é a súbita extinção da megafauna, que é composta pelos gigantescos mamíferos que habitaram a Terra durante o Pleistoceno, como os mamutes e as preguiças-gigantes. O que torna este evento verdadeiramente singular é sua fundamentação, a qual o exibe como uma extinção em massa que ocorreu simultaneamente em todo o planeta. Existem diversas teorias e hipóteses sobre o que pode ter ocorrido com esses mamíferos, porém nenhuma delas é capaz de explicar em totalidade essa extinção. Sendo assim, traremos nessa matéria as teorias mais discutidas e mais aceitas pela comunidade científica. Primeiramente é necessário contextualizar os períodos geológicos envolvidos, começando pelo Pleistoceno que se estendeu de 2,6 milhões de anos atrás até 11.700 anos atrás. No decorrer dessa época, ocorreu o Último máximo glacial, ou seja, essa era foi marcada pelas flutuações climáticas extremas incluindo extensas áreas cobertas de gelo e a redução do nível do mar. O auge da mais recente dita Era do Gelo foi há 20 mil anos e terminou há 11 mil anos atrás, marcando o início do Holoceno, período no qual vivemos. A era atual foi marcada pelo degelo de grandes áreas e o aumento do nível do mar. O que contribuiu para a construção de ecossistemas similares ao que conhecemos hoje, com um clima estável e o desenvolvimento da humanidade. Nesse cenário, durante o fim do Pleistoceno, desapareceram cerca de 30 gêneros de mamíferos na América do Norte enquanto mais de 50 aparentam ter sido extintos na América do Sul. Sendo assim, os pesquisadores levantaram algumas teorias que podem ser categorizadas em três grupos: hipóteses ambientais, impactos humanos e hipóteses combinadas. As principais hipóteses ambientais trazem os eventos catastróficos, ou seja, variações extremas no clima, na paisagem, entre outros. Além da perda de habitat e redução de recursos, por conta principalmente das oscilações climáticas do período. Essas hipóteses são mais favoráveis no hemisfério Norte, onde ocorreu o Último máximo glacial, sendo que no período do degelo animais como o mamute não aguentaram as altas temperaturas. Considerando as hipóteses antrópicas, pode-se destacar a caça, introdução de predadores (através de animais domésticos), alteração de habitat e a introdução de doenças até então desconhecidas. Esse cenário é mais sustentado na América do Sul, pois conforme a história narra o Homo sapiens surgiu no continente africano chegando nas Américas muito depois. Ou seja, ela não evoluiu juntamente com as espécies desse território, sendo viável o impacto proposto por essas hipóteses. Atualmente as explicações mais aceitas são as hipóteses combinadas, como sustentada pela Broken Zig Zag. Essa visão é focada na América do Sul, onde a megafauna se encontrava em um ambiente de áreas abertas com clima quente e seco semelhante a atual Caatinga ou Savanas africanas. Conforme mencionado o Pleistoceno foi marcado por flutuações climáticas, posto isso, pesquisadores acreditam que durante os períodos em que se predominou um clima úmido as áreas abertas foram retraindo enquanto as florestas pluviais cresciam, essa variação de vegetação deu origem ao ‘Zig Zag’ do nome. As pesquisas inferem que a megafauna perdeu parte de sua biomassa nessas oscilações, ou seja, houve uma redução de recursos consequentemente reduzindo as populações. Em seguida, o homem chegou ao continente, justamente nesse período de fragilidade das espécies colaborando então para a extinção dessas, possivelmente através da caça. Embora existam diversas hipóteses, a extinção da megafauna persiste desconhecida. Esse evento é dito como distinto e enigmático principalmente pelo fato de não existir nenhum dado que indique que outros animais e plantas da época sofreram o mesmo impacto, como por exemplo o próprio ser humano. Outro grande empecilho, especialmente na América do Sul, são os frequentes questionamentos quanto as datações encontradas nesse continente. Muitas datações de sítios sul-americanos não coincidem com as hipóteses levantadas para explicar a chegada do homem. Apesar de ter sido uma extinção global, pesquisadores compreendem cada vez mais que existem milhares de variáveis que precisam ser estudadas de forma menos abrangente. Sendo assim, gradativamente mais estudos focam em extinções regionais ou de espécies específicas, pois como citado acima algumas regiões do planeta sofreram com o último máximo glacial diretamente, enquanto outras apresentaram variações apenas em relação à umidade. Referências: Museu de Curiosidades #3 – Megafauna – Museu Nacional – SAE (ufrj.br) O que é a Megafauna - ((o))eco (oeco.org.br) RI UFPE: Extinção e a interação homem-megafauna no final do Pleistoceno e início do Holoceno, nos estados de Pernambuco e Piauí, Nordeste do Brasil The Broken Zig-Zag: Late Cenozoic large mammal and tortoise extinction in South America | eduardo tonni - Academia.edu Paleontologia Geral Aula 5.pdf (ufs.br) Megafauna se extinguiu muito depois da chegada dos humanos | Ciência | EL PAÍS Brasil (elpais.com) G1 - Extinção da megafauna foi causada por conjunto de fatores, diz estudo - notícias em Ciência e Saúde (globo.com)

  • Carne de cultura: O que é e como é produzida?

    Apresentada, pela primeira vez no ano de 2013 em Londres, a "carne de laboratório" é produzida a partir de células de animais que crescem no laboratório sem a necessidade do animal em si. Esse procedimento inicia com a coleta das células de boi ou de frango, através de uma biópsia ou da extração de células de um ovo fecundado. O importante dessa etapa, é que sejam coletadas células estaminais, células-satélite ou até mesmo células "imortalizadas". Diferente dessa última, as células estaminais e satélites tem um limite de reprodução variando entre 30 e 50 vezes. Em sequência a coleta, essas células são direcionadas aos biorreatores, que se trata de tanques com diversos aminoácidos e nutrientes onde ocorrerá a multiplicação dessas células gerando pedaços de carne. O grande empecilho desse método, é o alto custo desse cultivo, segundo estudos, essa carne pode ser até oito vezes mais cara de se produzir. Por conta disso, a SciFiFoods optou por modificar o DNA da carne bovina por meio da técnica CRISPR. A bióloga Kasia Gora, co-fundadora e diretora técnica da empresa, afirma "Não revelamos quais genes nós alteramos. No entanto, podemos revelar que as modificações geralmente envolvem pequenos ajustes, para aumentar a eficiência do crescimento de células dentro do biorreator." Através das alterações genéticas, a equipe foi capaz de eliminar os ingredientes caros da equação, assim reduzindo o custo de produção. Gora ainda aponta que seria difícil baratear esse procedimento sem o uso do CRISPR. Essa técnica, consiste no uso de enzimas, provenientes de bactérias, para cortar e alterar as sequências genéticas de maneira precisa. (Clustered Regularly Interspaced Short Palindromic Repeats - Repetições Palindrômicas Curtas Agrupadas Regularmente Interespaçadas) Pesquisadores como David Kaplan, diretor do Tufts University Center for Cellular Agriculture, acreditam que uma das vantagens da carne cultivada é o fato dela poder ser criada em qualquer lugar, reduzindo a taxa de importação de comida em alguns países. Outros pesquisadores como Marco Springmann, cientista ambiental da Universidade de Oxford, apontam que a quantidade de energia necessária para esse procedimento apresenta uma pegada de carbono cinco vezes superior à produção de frango. Independente dos benefícios e malefícios dessa carne cultivada, o Departamento da Agricultura dos EUA, concedeu a produção e a venda da carne de frango criada em laboratório por duas empresas: Upside Foods e a Good Meat. Esse feito, colocou o país logo atrás da Singapura que foi o primeiro a legalizar a carne de cultura. Referências: Empresa cria carne geneticamente modificada | Super (abril.com.br) Carne criada em laboratório: Estaremos preparados para ela? (nationalgeographic.pt)

  • Expansão econômica de Dakila para o Panamá

    Dakila Pesquisas realiza diversas ações em prol da sociedade, que tem como ponto de partida suas pesquisas. Uma área pesquisada com muita atenção é o aspecto econômico-social, em busca de alternativas que proporcionem um nivelamento social e a dignidade do ser humano são metas para Dakila. Neste sentido, foi desenvolvida uma criptomoeda, o BDM Digital, que visa reduzir as desigualdades e proporcionar um acesso inclusivo e rápido, utilizando para isso, uma blockchain 100% nacional e própria. Ao passo que foi criado o BDM Bank, uma plataforma que oferece soluções de meios de pagamentos integrados, conforme exigências normativas do Banco Central do Brasil No dia 20 de Setembro de 2023, Urandir Fernandes - CEO do Ecossistema Dakila juntamente com sua equipe financeira (Kezia Miranda - Advogada Jurídica do BDM Digital, Alex Oliveira - Diretor do BDM Bank e Tatiana Pereira - Diretora do BDM Bank) viajaram a negócios até o Panamá país escolhido estrategicamente, definido pela equipe de compliance, pelo Jurídico da equipe do BDM Digital e do BDM Bank, justamente porque o país combina diferentes fatores e elementos como ambiente político estável, uma economia nos mais altos níveis de prosperidade e uma logística que vem das experiências do Canal do Panamá. "O Panamá possui uma vasta experiência com relações internacionais e multibancos porque o canal desde o início do século XX trouxe um crescimento exponencial e faz parte do PIB (Produto Interno Bruto da região) atingindo quase 76 bilhões de dólares em 2020 e 2021 depois de quintuplicar nas décadas anteriores. Esse ambiente favorável altamente voltado para a recepção do investidor estrangeiro fez com que o Panamá estivesse com uma pontuação muito alta no relatório "DOING BUSINESS" do Banco mundial e foi listado como um dos melhores países para realização de negócios e ao mesmo tempo também o relatório de Investimento Mundial de 2022 da União Euroupeia com a ONU destacou que o Panamá é um dos países mais seguros para iniciar uma operação internacional. Outro fator que torna o país muito atraente para os investidores é o fato do Panamá ser uma das economias mais dolarizadas da América Latina, proporcionando o maior grau de estabilidade cambial diferentemente de outros mercados que infelizmente não são tão receptivos com relação ao Dólar e ao Euro, então nós estamos iniciando uma Fintech pra atuar nas mais diferentes jurisdições e espaços regulatórios , trazendo sempre a maior segurança para o usuário BDM." Kezia Miranda - Advogada Jurídica do BDM Digital Foram assinados contratos com regulamentações da empresa BDM Digital, todos de acordo com as exigências do governo do Panamá, a outra etapa de contratos foi referente a residência dos colaboradores da empresa, afim de facilitar as burocracias, negociações diplomáticas entre Dakila, BDM Digital, BDM Bank e o governo do panamenho (os órgãos competentes) , instalar a agência física do BDM Digital e BDM Bank e na sequência uma loja da Kion Cosmetics. "O nosso objetivo é manter nossa boa reputação no mercado internacional e ampliar as opções de investimentos ao usuário do BDM. Faz parte do nosso plano de negócios mapear soluções comerciais e tributárias e estar á frente dos demais players trazendo os melhores resultados em rentabilidade, projeção econômica, regulatório, compliance, estabilidade monetária, financeira e cambial, de forma a tornar mais seguras as transações e remessas de valores entre diferentes países. Expandiremos nosso portifólio e serviço, com vias a implementar novas gateways de pagamento, câmbio e exchanges de criptoativos, para consolidar mais uma fintech do grupo BDM e trazer impacto inigualável nos mercados de multi moedas em mais de 150 países." Alex Oliveira - Diretor do BDM Bank REFERÊNCIAS: Afinal, o que é Dakila Pesquisas? - Conheça aqui! - Site ET Bilu 10 Razões que Panamá é o melhor lugar para negócios offshore - ADCT O que é Waves? (WAVES) | Kraken

  • Supostas 'Múmias Extraterrestres' apresentadas na Assembleia Pública sobre UAPs no México

    No dia 12 de setembro, ocorreu no México uma Assembleia pública para a regulação dos fenômenos aéreos, anômalos não identificados (UAPs), onde foram apresentados dois corpos não humanos encontrados próximos as linhas de Nazca no Peru. Essa apresentação gerou inúmeras polemicas na internet, sendo que apenas pelas imagens e vídeos divulgados os corpos começaram a ser reconhecidos como “múmias extraterrestres” e uma fraude. Abordando de forma imparcial, estaremos expondo o que foi apresentado na assembleia, pelos participantes desse estudo que repetiram diversas vezes para audiência formar uma conclusão própria e de fato investigar o que estava sendo discutido. “Em princípio eu convido você a não confiar completamente no que eu digo. Vamos para os fatos e evidências” – Josh Mantilla “Comecem com a hipótese de que tudo é falso, mas investiguem mais de perto para que tirem suas próprias conclusões. Este tesouro apareceu no Peru, mas é um legado para toda humanidade”. – José Jaime Maussan “Aceitamos que ainda há muito para se descobrir e estamos abertos a comunidade científica e ao mundo para que ajudem a somar esforços e definirmos o que está diante de nós”. – José de Jesús Zalee Benítez Em média, 20 cadáveres foram desenterrados no Peru em 2017. Tais corpos, foram descobertos de maneira informal por violadores de túmulos em uma mina de diatomáceas entre as cidades de Palpa e Nazca. Essa mina de diatomácea foi interpretada como uma informação chave para as pesquisas, isso porque a terra de diatomácea permite o ressecamento de corpos assim como impede o crescimento de bactérias, fungos e fauna cadavérica no local. Só isso, já colocaria os corpos em um local ideal para uma conservação natural. Porém também foi encontrado no local cloreto de cádmio (CdCl2) que é uma substância não natural, ou seja, ela precisa ser fabricada para existir. O cádmio, é um elemento químico tóxico, atacando principalmente rins e ossos. Além disso, ele é muito usado na prevenção de corrosão de aço, ferro e outros metais. Na época em que esses corpos foram encontrados, o Instituto Inkarri de Cusco foi o primeiro a anunciar a descoberta. Alguns anos depois em 2019, a Universidade Nacional de Ica no Peru recebeu alguns exemplares para custódia e estudo. O pesquisador Josh Mantilla se queixou de que na época da descobertas, grandes referências da arqueologia descredibilizaram os achados clamando fraude. Porém o pesquisador também aponta, que esses cadáveres estão há 4 anos na Universidade Nacional de Ica e nenhum desses arqueólogos se preocupou em averiguar o que havia sido exposto. Desde então, a equipe vem realizando inúmeros exames e análises. No intuito de confirmar a integridade do corpo, análises das células do tronco, cabeça e membros foram realizadas. Ademais os corpos foram categorizados como répteis humanoides, por conta de seu aspecto estrutural similar aos seres humanos e a presença de formas sobóides no tronco de alguns corpos, o que sugere uma gestação por ovos característico de répteis. Amostras dos ditos ovos, foram enviadas ao Instituto Inkarri de Cusco e para Universidade de São Petersburgo, na Rússia. Os cientistas confirmaram que tais formas sobóides são materiais orgânicos, recriaram tridimensionalmente o embrião por meio da tomografia e realizaram comparações com o feto humano. Ademais, esse estudo foi replicado em outro exemplar que também continha formas sobóides em seu interior. Também encontraram alguns implantes metálicos em três exemplares, portanto alguns engenheiros metalúrgicos analisaram as amostras. Os resultados indicaram que 85% da composição é cobre de alta pureza, o que afirmaram ser tipicamente pré-colombiano, e ósmio que é geralmente encontrado na telecomunicação, satélites e outros, os engenheiros acreditam que esse elemento possuía uma função de localização ou de biomedicina. Durante a apresentação da Assemblei, José de Jesús Zalee Benítez mestre em medicina forense estava presente e colaborou descrevendo detalhadamente a anatomia dos exemplares expostos na Câmara. Acompanhado do biólogo José de La Cruz Ríos, ambos pesquisadores realizaram a descrição com base nos resultados do raio-x, tomografia computadorizada, reconstrução tridimensional, histologia de carbono 14, antropologia forense, análises macro e microscópicas, análises de DNA e anatomia comparativa. A descrição completa ocorre na metragem de 2 horas e 54 minutos da Assembleia e termina em 3 horas e 3 minutos. Em resumo, o especialista revela que são corpos de aproximadamente 60 cm, com estrutura humanoide, ou seja, composta por cabeça, tronco, abdômen e membros que terminam em mãos e pés tridáctilos. Crânios pneumatizados, permitindo leveza e rigidez ao mesmo tempo e com uma grande cavidade intracraniana. Impressões digitais retas e lineares de maneira horizontal distinguindo-se de inúmeras espécies conhecidas. Destacando os membros tridáctilos, isto significa presença de três dedos, os pesquisadores compararam essa forma anatômica com diversas imagens e figuras em cerâmicas, petróglifos e pinturas de dezenas de milhares de anos, em locais como: Palpa e Huánuco no Peru, Argentina, Cuba, Irã, Venezuela entre outros países. Finalizando a apresentação da equipe, Ricardo Rangel Martínez, especialista em inteligências imunogenética e histocompatibilidade, trouxe as análises de DNA e seus resultados. As amostras foram retiradas de tecidos do exemplar conhecido como Victoria, devido a descoberta informal desses corpos, os pesquisadores realizaram um estudo piloto para verificar o estado das moléculas e suprir possíveis alterações e desgastes. A partir disso, confirmaram a presença de DNA degradado e pequenas moléculas não degradas, sendo possível realizar o sequenciamento. Os pesquisadores utilizaram-se da técnica NGS (Next Generation Sequencing/ Sequenciamento de Nova Geração) em amostras de osso do pescoço e de tecido muscular do quadril. Os resultados mais intrigantes vieram do tecido muscular que identificou 36,28% da sua sequência, sendo 100% contaminação, e 63,72% não foram identificadas, ou seja, não coincidiram com nenhuma espécie conhecida. Essas comparações foram realizadas através de uma ferramenta de banco de dados, onde é possível executar comparações com todas as sequências de genomas conhecidas na plataformas, o que compreende 700.000 amostras, compreendendo pelo menos uma espécie de cada táxon. Sendo assim, a equipe concluiu que esses corpos apresentam uma probabilidade acima de 50% de serem seres não humanos e uma probabilidade maior que 50% de que não correspondem com nenhum ser vivo conhecido até hoje no planeta Terra. A equipe de pesquisadores também ressaltou que esses estudos e resultados estão publicados e disponíveis a quem queira analisar e ou deseje dar continuação ao estudo. Alguns pesquisadores independentes, como o Rafael Hungria, participante do Ecossistema Dakila e o historiador André de Pierre realizaram uma live abordando o assunto e investigando os dados trazidos nessa Assembleia. Um destaque que André traz é o fato de que aqueles que estão descredibilizando o estudo não realizaram nenhum estudo em cima dos exemplares e o mínimo que precisaríamos para comparar os dois pontos de vista seria uma pesquisa igualmente abastada de informações e dados comprovando a fraude. Assembleia Pública do México – vídeo completo: https://www.youtube.com/watch?v=tu7Y0e_9HWU Obs.: caso deseje assistir só a parte comentada ela se inicia em 2h e 29min e termina em 3h e 14min Sequenciamentos realizados pela equipe: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/sra/?term=PRJNA869134 https://www.ncbi.nlm.nih.gov/sra/?term=PRJNA865375 https://www.ncbi.nlm.nih.gov/sra/?term=PRJNA861322 Reconstrução tridimensional apresentada pela equipe: PRESENTACIÓN CUERPO NO HUMANO.mp4 - Google Drive Referências: https://www.youtube.com/watch?v=tu7Y0e_9HWU (519) 🎙 LIVE • MÚMIAS EXTRATERRESTRES? 👽 Pesquisa Investigativa (André de Pierre e Rafael Hungria) - YouTube

  • Jato pilotado por uma IA completa seu primeiro voo com sucesso

    A Força Aérea dos Estados Unidos (USAF), iniciou o projeto Skyborg em 2020, com o objetivo de desenvolver um avião autônomo capaz de voar junto com caças tradicionais. A intenção é que esses aviões possam desempenhar missões de reconhecimento de área, distração de ataques inimigos, missões de risco e função de "wingman". O primeiro modelo é chamado de XQ-58A Valkyrie, foi construído pela empresa Kratos Unmanned Aerial Systems e completou com sucesso um voo pilotado pela Inteligência Artificial (IA). Esse protótipo foi produzido para decolar através de um lançador móvel, similar ao de um míssil. Por conta desse método de decolagem os custos são reduzidos podendo custar entre 2 a 3 milhões de dólares, enquanto os caças tradicionais estão na média de 80 milhões por unidade. O teste do Valkyrie foi realizado sobre o Eglin Test and Training Complex, uma base da USAF na Flórida. A aeronave voou durante três horas, em certo momento ela começou a girar sobre o próprio eixo e os militares pensaram ser um erro na IA. Descobriram, porém, que ela realizou essas manobras de forma intencional e controlada, pois compreendeu que o alvo teria uma visibilidade maior se fosse enquadrada de vários ângulos. A utilização dessas tecnologias possibilita a criação de novas táticas de combate, importante ressaltar que ainda existem desafios no percurso. Apesar dos testes terem sido positivos, é necessário a certificação da segurança e confiança do software, assim como a proteção do dispositivo contra ataques cibernéticos. Referências: 12ft | Força Aérea dos EUA testa primeiro drone a jato pilotado por IA | Super Força aérea dos EUA faz inteligência artificial decolar com novo drone autônomo avançado | Exame Três empresas construirão protótipos para o drone Skyborg da USAF – Aeroflap

  • Tudo sobre a nova música de Betinho Vasconcelos: 'Ratata Nababa', uma fusão de ritmo e reflexão

    A nova música de Betinho Vasconcelos: Ratata Nababa, vai ser lançada nessa terça-feira dia 19 de setembro. O artista começou como músico instrumentista, tocando violão e guitarra em bandas de diversos estilos como Samba, Pagode, Rock, Axé e já apresenta 20 anos de profissão. Atuou como artista solo em eventos, festas e bares, além disso, Betinho também atua como produtor musical e compositor tendo algumas músicas publicadas como "12 de abril", “De volta pra mim” e “19 horas”. Inclusive “12 de abril”, sua música mais popular no spotify, foi escrita em 2018 e trata-se de uma paródia da canção de Henrique e Juliano “A Flor e o beija-flor”. Ademais, essa paródia teve o seu videoclipe reproduzido pela equipe do Ecossistema Dakila no encerramento do evento “Future Innovation Summit” que ocorreu em 2022 em Dubai. Ressaltando que o Ecossistema Dakila foi a única empresa brasileira convidada para essa conferência, a qual teve como foco o compartilhamento de projetos e inovações que melhorem a vida da humanidade. A intenção de Betinho em “Ratata Nababa” é mostrar as pessoas de forma simples e descontraída que há muitas coisas interessantes e curiosas, principalmente no Brasil, e a maioria da população ainda não conhece. Ele conta que a inspiração veio quando, em uma conversa com seu amigo e parceiro de composição nessa música, Charles Ferreira de Souza, pensavam em alternativas para passar informações que poderiam beneficiar a população. Em busca de entender os “mistérios” de uma vida mais saudável e prosperidade em geral, Betinho conta que “Durante o bate-papo, algumas palavras-chave surgiram e entraram na música, como “BDM”, “Ratanabá”, “Bilu”, “Donos do mundo”, etc., pois existe todo um contexto em torno de cada uma dessas e que tem tudo a ver com o que está acontecendo no mundo. É uma música para dançar, curtir, malhar, correr, suar, mas também para uma profunda reflexão”. De fato, a nova música, traz muitos conceitos trazidos pelo Ecossistema Dakila de maneira descontraída e que possa ser propagada na vida das pessoas. O lançamento de “Ratata Nababa” ocorrerá no dia 19 de setembro nas principais plataformas digitais de música.

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