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  • CRISPR – A técnica de edição genética que recebeu Prêmio Nobel em 2020

    CRISPR é a sigla para "Clustered Regularly Interspaced Short Palindromic Repeats" (Conjunto de Repetições Palindrômicas Curtas Regularmente Espaçadas) e se trata de um técnica de edição genética, baseada em uma sequência de DNA encontrada em certas bactérias que participa no sistema de defesa dessas. A descoberta dessa técnica foi publicada em 2012 pela revista científica "Science", sendo que a dupla de cientistas responsável recebeu o Prêmio Nobel de Química em 2020. Segundo o comitê da premiação, essa ferramenta poderá ter a capacidade de curar doenças hereditárias. Essa técnica vem se mostrando revolucionária, principalmente por conta das proteínas Cas que apresentam a capacidade de cortar o DNA na porção exata, caso elas tenham um RNA de reconhecimento adequado. Dessa forma pode-se dizer que o CRISPR/Cas9 é uma tesoura genética que permite alterar parte do código genético de uma célula. Além das inúmeras possibilidades que essa ferramenta proporciona, seu funcionamento é simples de entender, a enzima Cas9 é usada para cortar e alterar seções do DNA associadas ao que precisa ser reparado. Essa proteína, recebe os direcionamentos de um RNA guia (sgRNA) que é projetado e sintetizado em laboratório conforme a sequência específica de DNA que será modificada. O presidente do comitê do Prêmio Nobel de Química, Claes Gustafsson, anuncia que “Há um poder enorme nessa ferramenta genética, que afeta a todos nós. Não só revolucionou a ciência básica, mas também resultou em colheitas inovadoras e levará a novos tratamentos médicos inovadores". Devido a facilidade da técnica, o CRISPR foi muito usado em pesquisas de base, principalmente para compreender como genes variados funcionam e interagem. Com esse conhecimento básico, as pesquisas aplicadas terão um panorama geral de todas as possibilidades que possam ser exploradas e suas restrições. Conforme a geneticista Mayana Zatz, líder do Projeto Genoma da USP, "A gente consegue derivar linhagens (de células) de pacientes com diferentes doenças genéticas no laboratório e, a partir do sangue, conseguimos fazer células musculares, neurônios, células pulmonares, qualquer tipo. Com essa tecnologia, a gente tenta corrigir o defeito genético para resgatar o quadro clínico. Ou pode criar mutações e ver o que acontece". Apesar de todos os avanços científicos que essa técnica proporciona, ela também traz uma série de discussões bioéticas. Uma das preocupações apontadas é quanto a eficácia do corte, pois a ferramenta pode fazer alterações que não intencionadas. Posto isso, em novembro de 2018, um pesquisador chinês realizou uma edição genética em embriões humanos com auxílio do CRISPR. A intenção era produzir humanos imunes ao HIV, os embriões implantados deram origem a gêmeas. Em consequência, o pesquisador foi demitido da universidade e condenado a três anos de prisão. No mesmo ano, um cientista do MIT ressaltou que essas alterações não devem ser realizadas em DNA humano, pois é impossível prever seus efeitos. Referências: Entenda o que é o Crispr, ferramenta que consegue editar o DNA | Ciência | G1 (globo.com) Modificação genética: CRISPR - Iberdrola CRISPR: A surpreendente técnica de edição genética - CropLife Brasil

  • Metais “extraterrestres” foram encontrados em ponta de flecha da Idade do Bronze

    Pesquisadores descobriram que o ferro de meteoritos foi amplamente usado por antigas sociedades humanas. Isso porque, o ferro dos meteoros é um dos componentes que mais sustenta o desgaste ao entrar na atmosfera, juntamente com um pouco de níquel e outros metais. Além disso, o ferro puro é difícil de se obter na natureza, geralmente se minera primeiramente seus óxidos, para então segregar o material. Por conta dessa descoberta, os pesquisadores da Universidade e do Museu de História Natural de Berna, resolveram avaliar as coleções arqueológicas em todo a Suíça à procura de algum artefato feito desse material de meteoritos. Durante essa busca, o geólogo Beda Hofmann identificou, na própria coleção do museu, uma ponta de flecha forjada com tal material. Ela foi descoberta no final de 1800, no sítio arqueológico de Mörigen e esteve no museu desde então, Hofmann afirma que "por fora, parece uma típica ponta de flecha, coberta de ferrugem". Através de imagens de microscopia eletrônica, raios-x e análises de radiação de alta energia, os pesquisadores analisaram a composição química do artefato, confirmando a presença de ferro, níquel e de isótopos de alumínio 26, esse último unicamente presente em objetos extraterrestres. A princípio, o estudo levantou a hipótese desse metal ter vindo do meteorito Twannberg, que caiu a menos de 8km do local onde a peça foi descoberta. Porém, as concentrações de germânio e níquel não coincidiam entre as amostras do meteorito e do artefato. Buscando essa combinação os cientistas encontraram apenas três grandes meteoritos de ferro na Europa, entre eles o meteorito Kaalijarv, na Estônia, foi apontada como a fonte mais provável. Posto isso, deve-se presumir a transição de mercadorias entre as duas regiões na Idade do Bronze, provavelmente utilizando-se da “rota do Báltico”. Os pesquisadores, também assumem que mais artefatos em outras coleções arqueológicas devem possuir a mesma matéria prima. Esse estudo é importante pois, auxilia no entendimento de como essas sociedades se organizavam e se relacionavam entre si. Referências: Arqueólogos encontram "metal alienígena" com mais de 3.500 anos; entenda (ign.com) Ponta de flecha da Idade do Bronze encontrada na Suíça é feita de metal alienígena | History Channel Brasil (uol.com.br) Cientistas descobrem ponta de flecha de 3.000 anos feita de ferro 'alienígena' (g7.news) 12ft | Flecha pré-histórica suíça foi feita com ferro de fora da Terra, importado da Estônia | Super

  • Crescimento da discussão e uso da energia solar

    No cenário mundial, esse ano será um marco na questão de energias renováveis, visto que pela primeira vez o investimento em energia solar será maior que todo o capital direcionado à indústria do petróleo, chegando a US$ 382 bilhões globalmente. Ainda esse ano, a Espanha foi capaz de contribuir com 24% da demanda total no mês de julho, enquanto a Grécia conseguiu cobrir 3,5 gigawatts (GW) da demanda total de 10,35 GW, no pico que ocorreu no dia 24 do mesmo mês. Além disso, os recentes acontecimentos na Ucrânia, obrigaram a Europa a acelerar essa transição já que ela deixou de receber gás barato da Rússia. No Brasil, essa fonte de energia apresenta um grande potencial, devido a farta incidência solar que o país possui durante o ano. Ademais, através de políticas públicas o próprio governo tem incentivado o uso dessa energia, o que reduz a dependência de fontes não renováveis, além de trazer vantagens financeiras. Esse ano, a geração de energia solar no país, permitiu que essa fonte esteja em segundo lugar no ranking de potência instalada, com 32,5 GW. Um dos fatores que contribuiu para isso, foi a potência operacional das grandes usinas solares terem ultrapassado o marco de 10 GW nesse mês de agosto, ademais a geração de pequenos terrenos apresenta capacidade de 22,5 GW. Apesar desse marco, em termos de energia elétrica, a solar segue atrás da eólica, ocupando o terceiro lugar. Segundo o cofundador e presidente executivo da Absolar, Rodrigo Sauia, a implementação de energia solar é fundamental para impulsionar o processo de transição energética e reindustrialização do país, sem contar no revigoramento da economia. Ele ainda afirma "A fonte solar é parte desta solução e um verdadeiro motor de geração de oportunidades, novos empregos e renda aos cidadãos". Em consequência dos diversos benefícios que essa energia fornece, a instalação em residências tem se tornado cada vez mais atrativa e viável, principalmente por conta da economia de energia e dessa forma, da conta de luz também. Além de uma redução significativa desses custos, o imóvel também passa a ter uma maior valorização de mercado. Ronaldo Koloszuk, presidente da Absolar, reforça "Quando você vai implementar uma nova política, normalmente isso acarreta custos. No caso da energia solar, você está implementando uma política de redução de custos. É a porta de entrada para uma economia verde”. Em vista dessa crescente pauta das energias renováveis, diversas empresas se preocupam com o ESG (Environmental, Social and Governance), ou seja, elas zelam pela sua integridade, através de programas sociais e ambientais, tendo um retorno lucrativo direta ou indiretamente. Aspirando esse cenário, a Nextron e a Orla Rio desenvolveram o projeto "Solis". Esse projeto, tem como principal objetivo democratizar a energia sustentável para os operadores de quiosques em toda a orla carioca. Segundo Pitanguy, CEO da Nextron, através dessa parceria, eles entregam a energia solar por meio de um sistema de assinatura, onde a empresa usa de suas fazendas solares para a geração de energia e através de um software eles distribuem para os estabelecimentos que podem aderir ao programa por meio de um aplicativo. Dessa maneira, as empresas não precisam ter os altos gastos com a estrutura para captação e geração dessa energia renovável. Sem contar que, conforme uma pesquisa do Sebrae, as despesas de uma empresa com energia elétrica chegam a representar 20%, tendo a adesão dos quiosques a esse projeto como um ganho para ambas as partes. Ademais, deixando o lucro financeiro de lado, essa iniciativa prevê a redução da emissão de seis milhões de CO2, mensalmente, o que equivale a economia de 2.772.257,18L de combustíveis, segundo as análises da empresa, o que resulta em uma contribuição significativa ao meio ambiente. Apesar disso tudo, o pesquisador Roberto Brandão da UFRJ, considera que a energia solar no país, ainda se encontra em um estágio inicial, mas que se permanecer nesse ritmo, especialmente com a influência do governo, dentro de alguns anos essa fonte de energia será acessível para todos. Em suma, o Brasil tem tudo para ser líder nessa transição energética barateando os gastos de energia e ainda por cima auxiliando o meio ambiente como um todo. Referências: Energia solar cresce como alternativa à elétrica em empresas - Estadão (estadao.com.br) Sustentabilidade e economia: casas brasileiras que usam energia solar | ArchDaily Brasil Produção brasileira de energia solar atinge recorde de 32,5 GW, diz Absolar (cnnbrasil.com.br) Estamos gastando mais em energia solar do que na produção de petróleo pela 1ª vez (terra.com.br) Escassez energética na vaga de calor teria sido "muito pior" sem a energia solar | Euronews

  • Artigo científico sobre formações antrópicas em Ratanabá é divulgado no 14º SINAGEO em Corumbá, MS

    Na terça-feira dia 29, o grupo de pesquisadores independentes do Ecossistema Dakila, apresentou no 14° Simpósio Nacional de Geomorfologia (SINAGEO), seu artigo científico sobre os cortes retilíneos encontrados na Amazônia e as principais hipóteses para a interpretação desse através da tecnologia LIDAR. O Evento que iniciou no dia 24 desse mês, se encerra hoje e foi repleto de mini cursos, palestras, atividades de campo e muito mais. Trazendo como tema central a “Geomorfologia de áreas úmidas no contexto das mudanças ambientais”, o evento criou discussões não só sobre o Pantanal em si, como também a sua interação com áreas de planalto e as diversas mudanças ambientais. Além desse bioma, o simpósio trouxe uma gama de assuntos desde softwares como o uso de Minecraft para o ensino de geografia, lançamentos de livros, mulheres na geomorfologia até análises na Amazônia por meio da tecnologia LIDAR. No intuito de abordar o máximo de temas possíveis, o simpósio foi separado em 15 eixos, sendo eles: Intemperismo, solos e paisagem; Processos e formas de vertente; Geomorfologia fluvial e lacustre; Geomorfologia costeira, marinha, submarina e eólica; Geomorfologia de áreas cársticas; Geomorfologia glacial e periglacial; Geomorfologia tectônica; Geomorfologia e clima; Quantificação de processos, modelagem e geocronologia; Mapeamento geomorfológico básico e aplicado (ambiental); Risco geomorfológico: diagnóstico, prevenção e previsão; Antropoceno e geomorfologia urbana; Geodiversidade e patrimônio geomorfológico; Geotecnologias e inteligência Artificial aplicados a geomorfologia; Ensino de geomorfologia: do tradicional ao metaverso. As palestras e apresentações foram sediadas nas dependências da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS), Campus Pantanal e também no Centro de Convenções. Dentre as apresentações orais do eixo Mapeamento geomorfológico básico e aplicado (ambiental) os pesquisadores de Dakila Pesquisas, puderam divulgar o artigo “Análise da paisagem para identificação de formas de relevo a partir de imagens geradas por tecnologia LIDAR”. O arqueólogo Saulo Ivan Nery, expos o estudo realizado na Amazônia, na região de Apiacás (MT), por meio da tecnologia LIDAR e as hipóteses geradas a partir disso. O estudo focou em uma área que apresenta cortes retilíneos no relevo semelhantes a uma estampa xadrez, comparando essa formação com falhas geológicas e os padrões de drenagem. A partir desses dados do LIDAR em comparação com a literatura existente, o estudo aponta para uma origem antrópica para tais estruturas, isso por conta da diferença entre elas e os padrões de drenagem e principalmente por conta das novas descobertas de traços urbanos na Amazônia Oriental. Importante ressaltar, que esses resultados são preliminares e as pesquisas seguirão para reforçar essas hipóteses levantadas assim como coletar mais dados e descobertas do que se encontra no coração da floresta Amazônica. Ademais, a equipe do Ecossistema Dakila, conseguiu transmitir a apresentação completa ao vivo pelo canal do youtube “Dakila Pesquisas”, alcançando mais de 700 pessoas ao vivo. Os slides da apresentação, assim como o artigo completo e vídeos de apoio estão disponíveis através do link: https://drive.google.com/drive/folders/1PSGSnEPkwuQWMJrXgJUOYvlIrlaGtQ8a

  • Análise sugere que, ossos de preguiças eram usados como pingentes por humanos há mais de 25 mil anos

    Recentemente, pesquisadores do Brasil, França, Estados Unidos e Irlanda, analisaram artefatos encontrados no sítio arqueológico de Santa Elina, em Mato Grosso e publicaram essas descobertas na revista britânica “Proceedings of the Royal Society B”. O artigo tem como foco, a descoberta de ossos de uma preguiça gigante, onde levantaram a hipótese de seres humanos do passado terem usado esses como adornos corporais, por conta das ferramentas presentes e das marcas encontradas em algumas ossadas. Além disso, esse artefato indicaria a chegada dos seres humanos na América do Sul anos antes do que é previsto hoje pela ciência tradicional. O sítio arqueológico de Santa Elina é famoso pela presença de diversas pinturas rupestres, sendo que investigações ocorrem por lá desde 1985. Ademais, foram encontrados os restos de uma preguiça gigante e milhares de osteodermos, placa óssea embutida na pele do animal, em uma caverna. Os dados encontrados, sugerem que a espécie em destaque seja Glossotherium phoenesis, uma preguiça de aproximadamente 600kg e relativamente comum no Brasil, antes de sua extinção. Por conta de seus hábitos herbívoros, não há fundamentos que indiquem ataques aos humanos da época. Três desses osteodermos foram analisados para o artigo, por conta das modificações encontradas, indicando uma intervenção antrópica. De acordo com Mírian Pacheco, uma das pesquisadoras, “À primeira vista, eles apresentam uma forma bem sugestiva de pingentes, principalmente devido ao polimento, que em alguns casos muda até a forma do osteoderme, e à localização de orifícios neles” A arqueóloga Suzana Hirooka, afirma ser muito raro descobrir artefatos humanos desse período e ainda mais raro artefatos que tenham sido usados como acessórios. Além disso, a equipe encontrou marcas microscópicas que viabilizam o fato de alguém ter polido os ossos à mão, antes mesmo que eles virassem fósseis. O paleontólogo, Carlos Cisneiros, explica “Podemos saber isso, porque um osso fresco tem propriedades químicas e físicas diferentes de um fóssil. Ele é mais mineralizado, mais pesado e quebra de maneira diferente. Quebrar, raspar e perfurar esse osso produz marcas diferentes”. Durante o estudo, Pacheco afirma que “os dados de microscopia eletrônica e fotoluminescência permitiram distinguir diferentes tipos de marcas que nos ajudaram a concluir que as marcas atribuídas a seres humanos foram feitas em ossos frescos ou pelo menos antes do enterro da carcaça”. Ademais, algumas marcas que sugerem contato frequente dos artefatos com superfícies, foram indícios da utilização desses como adornos. A pesquisadora ainda ressalta ser impossível estabelecer o real significado desses artefatos para o antigo povo de Santa Elina, sendo que o formato e a quantidade de osteodermos pode ter instigado a criação desses artefatos característicos. Devido a fragilidade dos achados, os arqueólogos não efetuaram a datação diretamente nos pingentes. Sendo assim, através de sedimentos, carvão e outros ossos de preguiça gigante da mesma camada sedimentar indicaram a idade de 25 mil anos ao material. Essa datação é considerada uma evidência de que os seres humanos e as preguiças gigantes coexistiram no continente sul-americano, além desse período coincidir com o Último Máximo Glacial, também conhecido como a última era do gelo. Outro indício, de que essas espécies conviveram no passado, é o tempo diminuto entre a morte das preguiças e a modificação deles. Isso é importante, para entender que eles sofreram alterações antes de fossilizarem, ou seja não foram seres humanos de uma época posterior a morte desses animais. Outra reformulação histórica, a partir desse estudo, é o fato de que muitas espécies da megafauna só foram extintas do Brasil há 10 mil anos atrás. Sendo que uma das hipóteses demasiadamente aceita é que o Homo sapiens exterminou essas espécies rapidamente, porém de acordo com os novos dados do estudo, eles coexistiram por pelo menos 15 mil anos. Ademais, entende-se comumente que as Américas do Norte e do Sul, foram os últimos continentes a serem habitados pelos seres humanos modernos. Apesar da datação exata gerar conflito entre os estudiosos, a teoria mais aceita é a de que esses haviam chegado por volta de 13 a 15 mil anos atrás pelo Estreito de Bering. “No entanto, existem vários sítios arqueológicos nas Américas do Norte e do Sul que sugerem que os humanos estiveram aqui muito antes”, contrapôs a paleontóloga do estudo, Thaís Pansani. Além desse estudo em Mato Grosso, a descoberta de pegadas humanas com datação de 23 mil anos no México colabora com Pansani. Ademais, a análise dos pingentes já é considerada uma das evidências mais diretas da relação entre seres humanos e animais da megafauna da Era do Gelo encontradas no Brasil. Os indícios dessas interações são raríssimos, isso ocorre por diversos fatores, segundo Pacheco “O primeiro é o intemperismo: o fato de ser uma região tropical, a umidade e a vegetação, tudo isso pode prejudicar a preservação dos ossos. Os das preguiças gigantes de Santa Elina, por exemplo, estão muito friáveis [quebradiços]. Eles chegam a esfarelar com o manuseio. Os osteodermes devem ter se preservado por serem mais resistentes". Outra razão, é a quantidade limitada de pesquisadores da área no país, além da complexidade de realizar as análises necessárias e comprovar comportamentos da época, como a caça e consumo da megafauna por seres humanos. Artigo na íntegra: Evidence of artefacts made of giant sloth bones in central Brazil around the last glacial maximum (royalsocietypublishing.org) Referências: Pingentes de ossos de preguiça-gigante são achados em MT - 03/07/2023 - Ciência - Folha (uol.com.br) https://www.em.com.br/app/noticia/ciencia/2023/07/03/interna_ciencia,1515335/pingentes-feitos-de-ossos-de-preguica-gigante-sao-encontrados-no-brasil.shtml https://g1.globo.com/mt/mato-grosso/noticia/2023/07/14/pingentes-de-preguicas-gigantes-feitos-ha-mais-de-25-mil-anos-sao-encontrados-em-mt-e-levanta-debate-sobre-chegada-de-humanos-a-america.ghtml https://olhardigital.com.br/2023/07/12/ciencia-e-espaco/pingente-feito-com-ossos-de-preguica-gigante-ha-25-mil-anos-e-encontrado-no-brasil/ https://revistagalileu.globo.com/ciencia/arqueologia/noticia/2023/07/ossos-de-preguica-gigante-revelam-presenca-humana-no-brasil-ha-25-mil-anos.ghtml https://gizmodo.uol.com.br/descoberta-interacao-entre-humanos-e-preguicas-gigantes-na-era-do-gelo-no-brasil/ https://history.uol.com.br/historia-geral/descoberta-feita-no-brasil-indica-que-humanos-chegaram-nas-americas-antes-do-que-se

  • Carta aos amigos adormecidos:

    Ainda que difamem, Dakila Pesquisas. Ela é, na verdade, uma associação de cidadãos idôneos que buscam a evolução consciencial. Indivíduos liderados por Urandir Fernandes de Oliveira, um homem determinado e desprendido, orientado por parceiros dos mundos vizinhos, que vibram no amor incondicional e intencionam orientar a população universal, que vive há milênios, arrastando-se na roda da reencarnação, sem saber a sua verdadeira origem, imersa em situações ilusórias, que a impedem de encontrar a luz do conhecimento, a se libertar do Sistema instituído pelos criadores da raça Adâmica. A despeito das interferências das lideranças mundiais e do desrespeito da imprensa, a Associação cresce mais e mais a cada dia, tendo em seu favor a perseverança e união dos participantes, possuidores de uma certeza na legitimidade dos propósitos do seu presidente e da aliança com os nossos vizinhos. O Ecosistema Dákila atua em diversas áreas do conhecimento, desde o micro, pesquisa genética com a argila Kimberlito até o macro, Terra convexa e Anomalia dos Astros. Sem falar da pesquisa antropológica em Ratanabá. Todos os estudos são realizados de forma independente com os recursos da própria associação. Desde a sua fundação em mil novecentos e noventa e sete, o antigo Projeto Portal tem como principal objetivo unir as correntes do conhecimento e transmitir conhecimento através de palestras e treinamentos em sua sede no município de Corguinho, Mato Grosso do Sul e em seus principais núcleos distribuídos pelo Brasil, nos Estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte, Ceará, Espírito Santo e Brasília. Expandindo-se também para o exterior: Paraguai, Espanha, Bolívia, França, Estados Unidos, Emirados Árabes e Portugal. Urandir e os mais de mil quatrocentos e quarenta associados atuantes possuem o objetivo de cuidar do próprio corpo e da mente, propagar o conhecimento, neutralizar as ações e manipulações negativas da nova ordem mundial, fundar a cidade de Zigurats, construir o monumento escalonado, como forma de apresentar para o mundo inovadoras tecnologias que irão proporcionar o nivelamento sócio-econômico, incluindo novas ferramentas financeiras, como o BDM digital e o BDM Bank. Eles ainda possuem a responsabilidade de repassar nossas tecnologias no setor alimentar que trará enorme benefício para a população, neste momento em que vivemos anomalias climáticas cíclicas causadas pela transição entre as ondas moduladoras, onde a produção agropecuária será muito afetada. Enquanto isso, todos continuarão focados, no lema “Todos somos Um”, em melhorar a condição física, emocional, financeira e consciencial, tentando manter sempre a neutralidade, a calma e a fortaleza mental para enfrentar esse período em que vivemos, o confronto entre o conhecimento e a ilusão: A guerra de informações. Temos certeza que seremos vencedores, pois além de termos como aliados, as quarenta e nove raças, utilizaremos artefatos de alta tecnologia, muito difícil de encontrar na Terra, mas, sempre divulgadas por nossos vizinhos: O Respeito. A Nobreza. E o Amor R.C. Lyra

  • Ator e empresário Sandro Rocha expõe sua visão sobre o Ecossistema Dakila

    Na sexta-feira, 14 de abril de 2023, Sandro Rocha, ator e empresário, iniciou uma live em seu canal do Youtube com intuito de relatar suas experiências na última AC (atividade de campo) da Associação Dakila Pesquisas. Com o título O Caminho de Dakila, Rocha comentou suas impressões tudo que vivenciou na AC. Incluindo os assuntos apresentados nas palestras, as pessoas que conheceu no local, a infraestrutura e o mais importante a essência de Dakila. Durante o bate-papo ele ainda comenta sobre descobertas de Ratanabá “Cês sabem que eu não brinco aqui. Aqui é papo sério, não tem sensacionalismo. É o que é. A verdade é uma só, não existe meia verdade. Esse trabalho ta sendo feito, não é de achismo as cabeças que foram encontradas lá são crânios gigantescos” A live foi riquíssima em informações sobre a situação atual do mundo, englobando economia, alimentação, saúde, manipulação de mídia e inteligência artificial (IA). Sandro Rocha afirma sobre a importância do Ecossistema Dakila para a população mundial e declama “Somente um covarde pode ter uma experiência como essa e falar que não teve, que tudo é fantasia, uma ilusão.” É fundamental esclarecer que tudo o que foi falado na live são as impressões do Sandro Rocha, sendo que o mesmo expõe “Eu acho que o mais importante disso tudo é você nunca emprestar seu olhar pra nenhuma pessoa. […] Vá você atrás das buscas, vá você atrás das suas respostas, vá você analisar e observar com seus próprios olhos”.

  • Licença ambiental para empreendimento da Petrobras, na Foz do Amazonas, é vetada pelo IBAMA

    Na última quarta-feira, 17 de maio, o IBAMA vetou o pedido de perfuração de poço no bloco FZA-M-59, na Foz do Amazonas. Esta já é a segunda rejeição para esse tipo de atividade na região, em 2013 a Petrobras juntamente com a Total Energies e a BP Energy arremataram cinco blocos na bacia da foz do Amazonas. Esse empreendimento teve o licenciamento ambiental negado em 2018 também pelo IBAMA. Sendo assim, a estatal notificou que desmobilizaria os equipamentos da área, porém o Ministério de Minas e Energia (MME) solicitou que a mesma não retirasse os equipamentos do local e insistisse no projeto. Amparando a petrolífera, o governador do Amapá, Clécio Luís procura acionar a Justiça numa tentativa de reverter a decisão do IBAMA. O objetivo da Petrobras, nesse momento, é apenas verificar a presença de petróleo na região, a qual vem sendo nomeada como “novo pré-sal”. Rodrigo Agostinho, presidente do IBAMA, salienta que “o problema não é a extração em si, são os riscos decorrentes da atividade. Toda atividade tem um risco. Se tem um vazamento de petróleo na foz de um rio gigantesco como o rio Amazonas, óbvio que o comportamento é diferente. Esse petróleo rapidamente vai em direção ao mar. Como você controla isso?” Foto de exemplo do que pode acontecer. Conforme o relatório de impacto ambiental, existem 13 impactos ambientais ou socioeconômicos negativos, dentre eles 8 são classificados de baixa magnitude e 2 de alta magnitude. Esses últimos incluem a probabilidade de asfixia, soterramento e contaminação de organismos por conta de fluídos ou cascalhos, além da ampliação em 3.000% na movimentação do aeroporto de Oiapoque – AP. Ainda no relatório estão especificados 11 tipos de riscos gerados por eventuais incidentes, incluindo desde a unidade de perfuração até as embarcações de apoio. Os organismos do fundo do mar, peixes e a atividade pesqueira artesanal são os mais vulneráveis nesses casos. Logo, o documento traz a implantação de um plano de emergência como forma de mitigação. O Instituto ainda salientou a ausência da Avaliação Ambiental da Área Sedimentar (AAAS), entende-se que esse documento não é obrigatório para a licença, porém é julgada crucial para que se informem sobre os casuais impactos da exploração de petróleo em toda a região. De acordo com Suely Araújo, especialista em políticas públicas do Observatório do Clima, essa avaliação deveria ter sido realizada antes do leiloamento dos blocos. Além disso, a importância dessa análise é comentada desde 2018, quando a especialista era presidente do IBAMA e negou a licença para os cinco blocos. Juntamente com todos esses fatores, as elevadas distâncias e alta vulnerabilidade socioambiental foram aspectos decisivos na rejeição da licença. Isso porque o bloco 59, está localizado a 175km da costa do Amapá e a 830km da base de operações, que fica em Belém – PA. Segundo o parecer técnico seriam necessárias 43 horas para realizar essa movimentação, em caso de algum acidente. Sem contar que, seguindo os cálculos da equipe do IBAMA, em até 10 horas o óleo alcançaria águas fora do território nacional. Mesmo que a Petrobras tenha se proposto a mobilizar helicópteros e embarcações de apoio em casos de emergência para compensar essa distância, o instituto permaneceu em negativa. Uma vez que, “Um incidente com vazamento de óleo na região em que se situam os Blocos FZA-M-57, 86, 88, 125 e 127 na bacia da Foz do Amazonas pode implicar danos irreversíveis se o empreendedor não contar com robusta infraestrutura e planejamento preciso de como atuar na emergência", afirmou o Ibama em 2018, situação que permanece nos dias atuais. Apesar do bloco se localizar a 500km da foz do rio Amazonas, a região que ela está inserida é conhecida como Foz do Amazonas e apresenta uma importância biológica. Abrangendo assim, recifes de corais com 1.350km de extensão e uma cobertura de manguezais por toda costa amazônica, equivalendo a 80% de toda ocupação do país. A área do empreendimento ainda compreende algumas espécies ameaçadas pela exploração como o camarão rosa, o pito, a lagosta vermelha e o caranguejo-uçá. Além de contar com espécies ameaçadas de extinção no país como o boto cinza, boto vermelho, cachalote, peixe-boi marinho, peixe-boi amazônico e ariranha. Ademais, a região exibe uma diversidade de aves aquáticas tendo pelo menos 114 espécies. A Petrobras afirma “que atendeu rigorosamente todos os requisitos do processo de licenciamento e todos os recursos mobilizados no Amapá e no Pará para a realização da Avaliação Pré-operacional (simulado para testar os planos de resposta à emergência) foram feitos estritamente em atendimento a decisões e aprovações do IBAMA. Não desconsiderando isso, Agostinho ressalta “O Ibama está analisando o licenciamento. É uma nova fronteira de exploração de petróleo e, ao mesmo tempo, o mundo inteiro tem saído do petróleo. As empresas de petróleo estão virando empresas de energia limpa. [..] Haverá ainda testes na região de um eventual acidente, para ver o como que as marés se comportam naquela região e se a Petrobras de fato possui condições de conter um eventual acidente de petróleo naquela região. O Ibama está debruçado sobre os estudos de impacto ambiental, e isso inclui riscos para a fauna”. O grande dilema da petrolífera é o compromisso com a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis do Brasil (ANP), sendo que acometerá em multa se a exploração do bloco não for efetivada. Além disso, tanto o bloco 59, quanto os outros cinco que foram citados, estão localizados numa parte da bacia que é chamada de Margem Equatorial Brasileira. Estimando um potencial de 14 bilhões de barris de petróleo, essa área é pouco explorada, mas tem fascinado o setor, por conta das descobertas de países vizinhos, Guiana e Suriname. A exploração dessa margem acarretou num avanço econômico gigantesco na Guiana. Porém os reservatórios de petróleo offshore do país não são garantia de que haja bacias equivalente em outros trechos da Margem Equatorial. Sendo assim, não é possível confirmar a existência de insumo e a sua viabilidade econômica na área brasileira. Referências: Foz do Amazonas: Socorro levaria 43 horas, diz Ibama - 20/05/2023 - Ambiente - Folha (uol.com.br) https://www.cnnbrasil.com.br/economia/petrobras-vai-recorrer-por-poco-de-petroelo-na-foz-do-amazonas-indeferido-pelo-ibama/ https://g1.globo.com/meio-ambiente/noticia/2023/05/18/petrobras-quer-explorar-petroleo-em-outras-areas-na-foz-do-amazonas-que-ja-tiveram-autorizacao-negada-em-2018.ghtml https://www.poder360.com.br/economia/ibama-nega-licenca-para-petrobras-prospectar-perfuracao/ https://www.metropoles.com/colunas/guilherme-amado/pocos-da-petrobras-na-foz-do-amazonas-trariam-riscos-diz https://bncamazonas.com.br/poder/rascunho-automaticopetrobras-exploracao-petroleo-foz-rio-amazonas/ https://petrobras.com.br/fatos-e-dados/saiba-mais-sobre-a-margem-equatorial-importante-fronteira-offshore-do-brasil.htm https://www1.folha.uol.com.br/colunas/painel/2023/05/ministro-pede-que-petrobras-mantenha-sondas-no-amazonas-apesar-de-veto-do-ibama.shtml https://ambientes.ambientebrasil.com.br/energia/acidentes_ambientais/principais_acidentes_com_petroleo_e_derivados_no_brasil.html https://oglobo.globo.com/economia/negocios/noticia/2023/05/guiana-que-explora-petroleo-na-margem-equatorial-tem-boom-economico.ghtml

  • Aparição de OVNIS fecham dois aeroportos internacionais

    No dia 20 de Maio de 2023 aeroporto de Gaziantep, na Turquia, teve suas operações paralisadas depois que um OVNI (sigla para objeto voador não identificado) foi avistado no radar de uma aeronave que estava pousando na pista. Os controladores de tráfego aéreo não tinham ideia do que se tratava, então imediatamente ordenaram que todos os voos programados fossem desviados para os aeroportos das cidades de Adana e Sanliurfa. O terminal permaneceu fechado por 12 horas no sábado (20), segundo o Daily Star, quando passou o risco de colisão. As autoridades não souberam dizer o que era o óvni. Ao todo, 26 voos — 13 chegadas e 13 partidas — foram cancelados ou realocados nesse período. O incidente ocorreu horas depois de o conselheiro do governo dos Estados Unidos, Garry Nolan, ter revelado que o país recuperou destroços de óvnis acidentados. Segundo a DHMI (Autoridade Aeroportuária do Estado do Aeroporto de Gaziantep), verificou-se que o NOTAM (Aviso ao Aviador) não foi publicado e aguardava-se um pronunciamento oficial sobre o assunto nas horas seguintes. Como resultado, centenas de passageiros tiveram que esperar horas no aeroporto devido ao cancelamento de voos. Depois da Turquia, agora OVNI força fechamento de Aeroporto no Taiwan Nessa Segunda-Feira 22 de Maio ,o voo CI152 da CAL (China Airlines) relatou a presença de um OVNI sobrevoando o aeroporto de Taiwan. Devido a questões de segurança, a TIAC (Taoyuan International Airport Corporation) suspendeu decolagens e pousos por aproximadamente 40 minutos, resultando em atrasos de até 62 minutos. De acordo com informações do SET News, por volta das 9h30 a TIAC recebeu um relatório da torre de controle. O piloto do voo CI152 informou que o objeto estava voando a cerca de 300 metros sobre as pistas 05L e 05R, mas não havia registros de atividade de drones naquele momento. Fotos de ângulos diferentes tiradas por moradores de cidades próximas ao aeroporto. O objeto voador não identificado se manteve estático e emitindo um feiche de luz para baixo. Após confirmar com o DPA (Departamento de Polícia de Aviação) que não havia atividades anormais na área circundante, a equipe da TIAC retomou as operações do aeroporto às 10h10. Esse incidente afetou 919 passageiros. Inúmeros voos foram cancelados, atrasados e desviados de suas rotas. Drones ou não, a frequência desses incidentes está se tornando preocupante, uma vez que a segurança dos passageiros é de extrema importância. A TIAC orientou a população a ligar para (03) 273-2043 caso encontre alguém operando um drone próximo ao local, pois drones invadindo a zona restrita do aeroporto representam uma séria ameaça à segurança dos voos. Referências: Presença de OVNI suspende operações em aeroporto e atrasa voos de 900 passageiros | ND Mais (78) Dois Aeroportos fechados, o da Turquia e o de Taiwan por ovnis. - YouTube Depois da Turquia, agora OVNI força fechamento de Aeroporto no Taiwan (ovnihoje.com)

  • Incêndios no Canadá, o que está acontecendo?

    Nos últimos dias foi possível presenciar um aumento absurdo das queimadas no Canadá, as autoridades consideram que o número de hectares queimados nesta época do ano é excepcional. O país já registrou mais de 2.300 focos de incêndios, que atingiram 3,8 milhões de hectares, números bem acima da média das últimas décadas. Incêndio florestal na Colúmbia Britânica, no Canadá Os incêndios se espalham nesta sexta-feira na província da Colúmbia Britânica, no oeste canadense, enquanto centenas de focos persistem do outro lado do país, em Québec, cuja fumaça estacionou sobre cidades americanas. Segundo a Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos, a EPA, mais de 111 milhões de pessoas foram afetadas por alertas de qualidade do ar em grande parte do nordeste dos Estados Unidos. As chamas destruíram cerca de 900.000 hectares de floresta na província canadense de Quebec desde o início deste ano, segundo a Sociedade para a Proteção das Florestas Contra Incêndios (SOPFEU). Sua fumaça é levada para o sul devido às condições climáticas, mas também para o leste, mesmo a milhares de quilômetros de distância. O pesquisador e palestrante de Dakila Pesquisas, Felipe Castelo Branco nessa última quarta-feira (8) gravou em seu canal do YouTube de mesmo nome, um vídeo com a participação de uma associada de Dakila, ambos abordando e questionando esse cenário caótico de queimadas. Perguntas que ficam no ar: "Praticamente quase não está se falando na mídia sobre esse assunto, onde está Leonardo DiCaprio? onde está Greta Thunberg? onde estão os defensores da natureza e do meio ambiente nesse momento? cadê a gritaria?, esse silêncio serve pra ratificar que a preocupação das lideranças mundiais, não é com o meio ambiente, são meras narrativas com objetivos políticos, para manipulações e instrumentalizações políticas. "-Castelo Branco A associada e convidada Nanda Saraiva que atualmente mora nos EUA relata como está a situação por lá "Nova York, Filadélfia, Pensilvânia... estão com o ar contaminados, um alerta foi feito para alertar a população da qualidade ruim do ar e avisando para que evitassem se expor do lado de fora. Cheiro de queimado, cinzas pelo ar, céu acinzentado..." A preocupação com os efeitos na saúde refere-se principalmente a pessoas vulneráveis, como crianças, idosos ou pessoas com problemas cardíacos ou respiratórios. Os atendimentos de emergência relacionados a ataques de asma aumentaram na cidade de Nova York, disse um porta-voz do Departamento de Saúde da cidade. Mas esse aumento de “algumas centenas” de pacientes não sobrecarrega os serviços. O zoológico de Washington, assim como os do Bronx e do Central Park, foram fechados, e os alunos das escolas públicas de Nova York terão aulas remotas nesta sexta-feira. Nos aeroportos de Nova York (LaGuardia, Newark) e Filadélfia, os voos sofreram atrasos devido à baixa visibilidade, informou a Agência de Aviação Civil, a FAA. REFERÊNCIAS: https://youtu.be/mfTYYn-Ew5U Fumaça de incêndios florestais no Canadá cruza o oceano, atinge a Noruega e ainda afeta os EUA - Estadão (estadao.com.br)

  • Audiência CMAD – Agricultura, Meio Ambiente e Autonomia Indígena

    "Os povos indígenas não estão agricultando vossas terras, mas pra que isso não aconteça alguém está ganhando alguma coisa" – Deputado Zé Trovão Na segunda-feira, dia cinco de junho, ocorreu uma audiência pública na Comissão do Meio Ambiente e Desenvolvimento sustentável (CMAD) com o tema “Agricultura, Meio Ambiente e autonomia indígena”. O deputado Zé Trovão (PL/SC) coordenou essa discussão e começou dizendo "Todos os indígenas, vocês sabem muito bem disso, tem morrido de fome todos o dias no Brasil. Pessoas que não são assistidas muito menos pelas ONGS e não podem usar suas terras pra fomentar suas próprias riquezas”, levantando o debate sobre a efetividade das ONGS, além dos empecilhos enfrentados pelos povos originários para usufruir da própria terra. Inclusive muitos desses assuntos também foram abordados na “A Voz das Etnias”, onde representantes de 27 etnias estiveram presentes relatando suas vivências e debatendo soluções e parcerias. Alinhada com essa proposta, a Deputada Amália Barros (PL/MT) ressalta “A gente não pode admitir que o povo indígena fique refém de ongs e de pessoas não indígenas dizendo o que é ou não bom pra eles, é muito importante esse momento de dar voz a vocês” É de suma importância, pontuar que o Ecossistema Dakila iniciou essa conversação com os povos originários, criando “A voz das etnias” em março desse ano. O quadro tem intuito de propagar a voz das comunidades indígenas sem intervenção das mídias, além de criar parcerias benéficas para ambos os lados. Seguindo o raciocínio o representando da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), Alcebias Constantino, reflete sobre o que se consideram como desenvolvimento e o quanto esse tal desenvolvimento vale a pena. “O que que é desenvolvimento mesmo para nós, para as comunidades indígenas? É o que 3, 4, 5 máquinas plantando, enquanto lá embaixo tem outro meu parente morrendo contaminado com veneno? Esse desenvolvimento? É isso que nós queremos de fato para o desenvolvimento brasileiro? Onde uma classe maior se beneficia e a outra se prejudica." É importante entender, assim como fez o deputado Zé Trovão, que as terras indígenas são atualmente uma concessão da união, o que impede que eles sejam de fato donos da terra e seus recursos, contrariando a própria Constituição Federal que diz: ”§ 2º - As terras tradicionalmente ocupadas pelos índios destinam-se a sua posse permanente, cabendo-lhes o usufruto exclusivo das riquezas do solo, dos rios e dos lagos nelas existentes.” (Capítulo VIII, artigo 231) Grande parte da audiência se voltou a discutir soluções para tal usufruto e desmistificar a rixa entre os povos originários e o agronegócio. Inclusive muitos dos indígenas presentes levantaram o agro como sendo a base da vida, o caminho certo para a autonomia indígena e como legado de sua ancestralidade, sendo que já plantavam muito antes dos colonizadores chegarem a essas terras. Além disso, a embaixadora dos povos indígenas, Patira da etnia Sucuru, trouxe ao plenário a desunião dos povos originários, tendo em vista as peculiaridades de cada comunidade e etnia. Arnaldo Zuninakae, presidente da Coopihanama e Ronaldo Zokezomaiake da etnia Pareci assentem trazendo também as diferenças de região e bioma que influenciam diretamente nos projetos de agricultura. Embora existam essas diferenças, é certo que toda pessoa indígena quer trabalhar, ter sua autonomia e viver com dignidade. “Chega de nos chamar de pedintes, chega de nos chamar de preguiçosos. Queremos o direito de trabalhar. E que me mostre uma lei que nos impeça. Que me mostre que a agricultura não é vida a algum ser humano nessa Terra” – Luciene Kayabi, assistente jurídica da Agroindígena. A embaixadora ainda demonstrou sentimento de impotência quando, apesar de seu cargo, relatou a existência de uma verba de 22 bilhões de reais que está travada por conta de burocracias. Esse valor somado com as arrecadações de ONGs e outras instituições deveria ser mais do que o suficiente, relembrando que existem cerca de 16mil ONGs somente na região da Amazônia, ainda assim não se vê esses recursos chegando nas comunidades indígenas. Solicitando uma prestação de contas a liderança Guajajara, José Marcos diz "Esses recursos internacionais que são captados pelas ONGs, eu queria que um deles me respondesse e me mostrasse a prestação de conta. Onde é que tá sendo investido esses recursos das ONGs, enquanto isso os parentes estão vivendo na pobreza, na miséria da comunidade" Durante a audiência também levantaram aspectos como a formação e capacitação de indígenas; a regulamentação de projetos de agricultura como forma de segurança e responsabilidade; estruturação de um ministério da agricultura indígena e alguns pontos de vista da PL 490, conhecida como Marco Temporal. Lucineide Kayabi ainda chamou atenção do plenário “Que cultura é essa de que nossa plantação irá destruir a nossa floresta. Somos conscientes, inteligentes, sábios. Sabe por que somos assim? Porque somos ancestrais, há 12mil anos plantamos diante esse planeta chamado Terra e agricultura nunca matou, agricultura deu vida”, citando ainda o Messias Faustino Santana “Nós fazemos parte do Agro” Audiência completa: (382) Agricultura, meio ambiente e autonomia indígena - Meio Ambiente - 05/06/2023 - YouTube Resumo da audiência: (382) Comissão debate autonomia agrícola indígena - 05/06/23 - YouTube Capítulo VIII da Constituição Federal – artigo 231 e 232: alerjln1.alerj.rj.gov.br/constfed.nsf/16adba33b2e5149e032568f60071600f/93b6718ed334dc14032565620070ecfc?OpenDocument

  • OVNIs com luzes avermelhadas intrigam membros da força aérea Americana

    Um capitão da Força Aérea dos Estados Unidos contou que a base de mísseis nucleares que comandava foi alvo de um ataque de óvnis brilhantes, mas que ele teve de manter segredo sobre o assunto por mais de 50 anos. E revelou a história apenas agora. Robert Salas, um oficial aposentado do Exército americano, estava na base de Malmstrom, em Montana, no dia 24 de março de 1967, quando um de seus guardas de plantão gritou que luzes estranhas voavam sobre a instalação. Os membros da tropa ficaram assustados e gritavam muito, enquanto oito luzes avermelhadas extremamente brilhantes sobrevoavam a base, que abrigava dez ogivas nucleares. Salas disse, em entrevista ao National Geographic, que no começo havia duvidado do relato de seu soldado, mas que, depois de apenas alguns minutos, ele ligou novamente, gritando desesperadamente, sem saber o que fazer. "Quando desliguei o telefone, pensei que estávamos sob ataque. Pudemos ver as luzes passando de verde para vermelho em todo o quadro, o que significa que os mísseis estavam inoperantes”, completou o ex-comandante. Três anos após o incidente, a Força Aérea dos EUA fechou sua unidade de investigação de óvnis e disse que nenhum avistamento relatado havia representado uma ameaça. Além disso, os chefes da instalação militar foram forçados a assinar documentos em que juravam sigilo. Mas afinal o que de fato é ou não um OVNI? Nesse domingo '25' a publicação do jornal Boca do Povo News de Mato Grosso do Sul Em uma de suas páginas, trouxe a público uma breve discussão/conversa com o proprietário da empresa 067 Vinhos- Alan Fernandes de Oliveira. Alan Fernandes de Oliveira No qual foi abordado um pouco sobre o Ecossistema Dakila, onde o mesmo faz parte e também sobre conhecimentos polêmicos como ETs' e OVNIS . Boca do Povo News-Pergunta: Notícias recentes da queda de um OVNI em Las Vegas Câmeras de segurança de agentes do Departamento de Polícia Metropolitana de Las Vegas flagraram a queda de um OVNI (objeto voador não identificado) pouco antes do serviço de emergência receber o telefonema de um homem pedindo ajuda, alegando ter visto criaturas "100% não humanas" de três metros de altura em seu quintal. e um extraterrestre filmado por câmeras de segurança dizem que o governo dos Estados Unidos mantém contato com 57 raças alienígenas. Onde está a verdade? ALAN FERNANDES- "Extraterrestre não significa um alienígena, um monstro ou um 'Ser' que veio para nos destruir. Isso é coisa midiática. Há muitas curiosidades sobre o assunto, mas existem muitas invencionices que fogem à realidade. Existem civilizações mais adiantadas e mais atrasadas que a nossa. As anomalias que vemos são naves bioplasmáticas ou com tecnologia fotônica. Existe todo um conhecimento a respeito do assunto. Precisamos aprender a analisar o que seja ou não uma manifestação extraterrestre. Muita coisa está sendo criada na nossa imaginação. As nossas pesquisas expandem esses conhecimentos. É necessário separar o que é conhecimento e o que é mera imaginação. Existe o 'ET' criado pelo humano e a manifestação universal de um Ser angelical. São coisas totalmente diferentes. Esses conhecimentos foi o que levaram nossas pesquisas às parcerias com a Universidade de Abu Dhabi. Memorando de Entendimento estabelece o desenvolvimento dos primeiros dispositivos elétricos com tecnologia quântica no mundo Olhando para o passado encontramos manifestações de algumas civilizações extremamente avançadas e que tinham métodos de transportes que ainda hoje que seria tecnologia 'fotônica' ou 'biotecnologia plasmática'. Hieróglifo egípcio Quando controlamos a vibração de frequência e luz criamos manifestações no tempo. Há que se entender que a nossa percepção de tempo é completamente diferente da 'deles'. Vibramos em 440 hz (heartz), mas as vibrações dos anjos se diferem porque não estão condicionadas ao fator 'tempo' que nos limita". De acordo com as pesquisas e comprovações de Dakila Pesquisas: Naves: conseguem fazer manobras no céu, emitem luzes bioplasmáticas, aparecem e desaparecem repentinamente. São pontos de luz que se movimentam aleatoriamente. Satélite: Se diferenciam de uma nave pois possuem um movimento contínuo, retilíneo, ou seja segue uma reta e não desvia. Além de ter hora para aparecer EX:(existe um programa na internet que tem como saber o horário e onde cada satélite irá passar). Asim como o avião tem uma rota,e a estrela tem sua posição fixa em algum local. Referências: https://noticias.r7.com/tecnologia-e-ciencia/ataque-de-aliens-ovnis-brilhantes-e-misteriosos-sobrevoam-base-da-forca-aerea-americana-15052023?amp=

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