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- Hegra – segunda capital dos nabateus
Construída em 1000 a.C. e habitada até o séc. 12, Hegra foi o primeiro lugar da Arábia Saudita a ser considerado Patrimônio Material pela UNESCO. A cidade também chamada de al-Hijr ou Mada'in Saleh, é considerada a segunda capital dos nabateus. Operando como uma metrópole comercial, sendo referência na venda e troca de aromáticos e especiarias tais como: raiz de gengibre, açúcar, pimenta em grão, olíbano e mirra. Assim como a antiga cidade de Petra, atual Jordânia, o grande atrativo de Hegra está relacionado a arquitetura das edificações. A cidade é uma mistura de diversas culturas, apresentando traços de assíros, egípcios, gregos e fenícios. Não é ao acaso que ambas as cidades sejam dos nabateus. Logo, a arqueóloga Laila Nehmé nomeou esse estilo de Árabe Barroco "Porque barroco é a mistura de influências: nós temos um pouco da Mesopotâmia, Iraque, Grécia, Egito", ela segue dizendo "Você pode pegar algo completamente emprestado de uma civilização e tentar reproduzir, mas não foi isso que eles fizeram. Eles pegaram emprestado de vários lugares e construíram seus próprios modelos originais". Além da intrigante arquitetura, Hegra apresenta uma necrópole fascinante com o total de 115 túmulos conhecidos. Conforme os especialistas, não é possível saber quem construiu as tumbas ou quem foi enterrado no local visto que não há esclarecimento algum sobre o estilo de vida dos nabateus. Os túmulos foram esculpidos no arenito e nos batentes de entrada se encontram imagens de fênix, águias e cobras. A tumba mais famosa tem cerca de 22m de altura e pertence ao Lihyan, filho de Kuza, conhecido também como Qasr al-Farid que significa "Castelo Solitário", por conta da distância entre essa tumba e as demais. Ela ficou inacabada, assim como outras que foram abandonadas no meio da construção sem motivo aparente. Ademais, as tumbas datam desde 1 a.C. até 70 d.C., permitindo que os pesquisadores entendam um pouco da cronologia de nabateia. Os nabateus são uma das civilizações mais enigmáticas, principalmente por conta de sua cultura há muito perdida. Apesar disso, sabe-se que essa civilização habitou o norte da Península Arábica e o sul do Levante desde o século 4 a.C. até 106 d.C. Grande parte das informações sobre os nabateus vêm de documentos romanos, egípcios e da Grécia antiga, isso porque não encontraram escritos da própria civilização. Apesar disso, entende-se que o alfabeto dessa civilização influenciou o árabe moderno. Mesmo com as lacunas, é fácil reconhecer o seu pioneirismo na arquitetura e hidráulica. Eles coletavam a água da chuva, vinda das montanhas escarpadas, e guardavam em cisternas. Ademais, a preservação dos túmulos se deu através de canos de água naturais, construídos ao redor dos túmulos para proteger suas fachadas da erosão. “Essas pessoas eram criativas, inovadoras, imaginativas, pioneiras" afirma o pesquisador Graf. Em 2019 a Arábia Saudita passou a emitir vistos de turismo e a investir, principalmente, na cidade de AlUla que é um oásis próximo a Hegra. Essa cidade se tornou um centro de artes, cultura e turismo, a partir de todos esses avanços, Hegra se tornou acessível ao público nesse mesmo ano. O interior dos túmulos também foi aberto para visitação, para reduzir o intenso tráfego de pessoas, a visitação é realizada um de cada vez, rotacionalmente. Segundo a Helen McGauran, gerente de curadoria da Royal Commission for AlUla, os guias turísticos da região foram escolhidos a dedo e a equipe foi orientada por arqueólogos e capacitada por museus internacionais inclusive "Muitos são de AlUla e falam lindamente de suas próprias conexões com este lugar e sua herança". Esse diferencial permite uma experiência muito mais enriquecedora "sendo este lugar uma transferência cultural, de viagens, de viajantes e um lar para sociedades complexas. Continua sendo um lugar de identidade cultural e expressão artística" complementa a gerente. Além disso tudo, uma equipe com mais de 60 especialistas começou um projeto de pesquisa que terá, a princípio, dois anos de duração. O objetivo inicial é analisar uma área de 3,3 mil km², é a primeira vez que uma área tão grande de território, um tanto quanto desconhecido, é sistematicamente investigada. O projeto conta com o auxílio de um equipe de arqueologia aérea. Voando entre 600 à 900m de altura o grupo já cobriu metade dos 11,5 mil locais esperados No intuito de garantir que novas construções não sejam erguidas em cima ou próximos de sítios arqueológicos, essa pesquisa é majoritariamente preventiva “Aprendemos com os erros de outros países e estamos investindo para evitar danos aqui”, afirma o líder de pesquisa Jamie Quartermaine da organização Oxford Archaeology. Referências https://olhardigital.com.br/2023/05/17/ciencia-e-espaco/cidade-perdida-de-civilizacao-misteriosa-comecou-a-receber-visitas-recentemente/ https://www.bbc.com/portuguese/geral-49941991 https://www.megacurioso.com.br/artes-cultura/117068-cidade-historica-de-hegra-de-2-mil-anos-e-aberta-para-visitacao.htm https://www.smithsonianmag.com/travel/hegra-ancient-city-saudi-arabia-untouched-for-millennia-makes-its-public-debut-180976361/
- Novos métodos de imunoterapia: Células Car-T
No dia 9 de janeiro, o Complexo Hospitalar de Niterói (CHN), realizou de forma pioneira no país, a 1ª infusão de um medicamento de células CAR-T, comercialmente. Antes, apenas estudos clínicos tinham sido realizados. Carlos Alberto Wagner de 74 anos, portador de linfoma não Hodgkin difuso de grandes células B já havia realizado três diferentes tipos de tratamento sem resultados. Preliminarmente ao novo tratamento, o paciente enfrentou três sessões de quimioterapia, no intuito de gerar uma imunossupressão do seu sistema de defesa, permitindo uma potencialização da imunoterapia com as células CAR-T. Wagner reagiu bem e em menos de 28 dias recebeu alta, apesar disso os médicos continuaram monitorando até um mês pós tratamento para garantir todo o sucesso desse procedimento. Essa terapia CART-Cell é uma inovação que está trazendo novas possibilidades para o tratamento do câncer, principalmente para aqueles pacientes que não apresentavam os resultados esperados aos outros procedimentos já existentes. Visto isso, essa imunoterapia é considerada revolucionária e tem mostrado sua efetividade contra diferentes tipos de câncer do sangue e do sistema linfático. Apesar de parecer difícil, essa doença pode ser reconhecida e combatida pelo próprio sistema imune do paciente. Consequentemente, os médicos e pesquisadores investem cada vez mais em tratamentos imunoterápicos, onde o intuito é oferecer ferramentas para potencializar o sistema imune do paciente. Nesse cenário, existem duas metodologias de imunoterapias: ativa e passiva. No tratamento ativo, usam-se de artifícios como vacinas ou modulação de células T, atuando diretamente no sistema imunológico. Enquanto o tratamento passivo, opera por meio de imuno baseado, que são produzidos sinteticamente, atacando diretamente o tumor. A imunoterapia com células CAR-T usa da metodologia passiva, ultrapassando os inibidores de checkpoint, permite o reconhecimento das células cancerígenas pelo sistema imune do paciente. Mas o que são as células CAR-T? A sigla CAR é a abreviação em inglês para Receptores de antígeno quiméricos, também chamados de imunoreceptores quiméricos, receptores de células T ou ainda receptores de células T artificiais. Essas células, são proteínas sintéticas que foram projetadas para dar às células T a capacidade reconhecimento de uma proteína específica, como por exemplo antígenos tumorais. Figura 1: Estrutura conformacional de um receptor CAR, composto por uma região ligante formada por um fragmento de anticorpo tumoral específico, uma dobradiça extracelular espaçadora, uma região transmembrana e o domínio de sinalização interno constituído de moléculas coestimulatórias e cadeia de sinalização intracelular de CD3z conectada à sequência ITAM. O tratamento com essas células pode ser resumido em três etapas. A primeira consiste na retirada dos linfócitos T do paciente, para isso é realizada uma coleta de sangue e um procedimento chamado leucoferese, que é de fato a extração dessas células do sangue. Em sequência os linfócitos são mandados para um laboratório, onde ocorrerá a modificação genética dessas células potencializando suas funções. Nesse aspecto a engenharia genética apresenta duas formas de se produzir alterações gênicas: métodos retro ou lentivirais e técnicas não virais. O método viral, faz uso da família Retroviridae para a transferência dos genes modificados (CAR) aos linfócitos T. Enquanto o método não viral faz esse deslocamento por meio dos plasmídeos (DNA bacteriano), essa técnica é menos tóxica, mais barata, rápida e eficaz do que a primeira. Após o sucesso das alterações genéticas, as células CAR-T são expandidas in vitro e passam por uma seleção de qualidade. Ademais, o material adquiri um formato de medicamento injetável. Antes de inserir essas células no paciente, o mesmo pode recorrer a uma linfodepleção/quimioterapia, ou seja, a eliminação de leucócitos, reduzindo esses e reforçando a efetividade da infusão das células CAR-T. Por fim, na terceira etapa o medicamento é infundido no paciente, sendo similar à uma transfusão de sangue. Desse momento em diante, o processo ocorre todo internamente no paciente que fica em observação caso ocorra algum incidente. Assim como todo medicamento, ele também apresenta efeitos colaterais. Ainda mais por ser constituído de elementos sintéticos, ele pode desencadear: síndrome de liberação de citocinas (CRS), a qual inclui febre e pressão baixa nos dias seguintes à infusão; neurotoxicidade, causando confusão, convulsões ou dores na cabeça; e aplasia de células B, possibilitando infecções. Em qualquer um desses casos o paciente deverá entrar em contato com seu médico imediatamente. Apesar dessas contraindicações, em muitos pacientes que realizaram a imunoterapia com células CAR-T, o câncer não foi encontrado após o tratamento. Ademais, em alguns casos as células modificadas CAR-T parecem ter sumido após a remissão do câncer. Por ser um tratamento extremamente novo, estudos ainda estão sendo realizados sobre o quadro dos pacientes pós terapia em curto e a longo prazo. Uma curiosidade desse medicamento, é que ele é considerado uma droga viva. Cada câncer apresenta um tipo diferente de antígeno, sendo assim, cada tratamento precisa de um CAR feito especificamente para esse determinado tipo de câncer. Essa especificidade, juntamente com a personalização das células de cada paciente permite que o medicamento se autoperpetue no organismo. Geralmente, quando alguém é diagnosticado com câncer os tratamentos são uma combinação de quimioterapia e tratamentos baseados em anticorpos. Infelizmente, nem todos os pacientes respondem a essas linhas de tratamento, sendo assim, essa nova imunoterapia com células CAR-T pode ser uma opção viável. Além disso, frente as técnicas tradicionais, esse novo tratamento vem se mostrando mais eficaz e menos nocivo. “Os pacientes que tiveram um prognóstico muito ruim agora têm a possibilidade de serem curados da doença”, diz a Dra. Iqbal. Essa tecnologia, por meio dos ensaios clínicos, veio mostrando a revolução na medicina, possibilitando a aprovação de três terapias CAR-T, baseadas pela Food and Drug Administration (FDA), órgão regulador norte-americano, sendo elas: tisagenlecleucel (Kymriah®), axicabtagene ciloleucel (Yescarta®) e brexucabtagene autoleucel (Tecartus®). A imunoterapia com células CAR-T foi aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) em 2022, como um medicamento indicado para leucemia linfoblástica aguda da infância até 25 anos; linfoma difuso de grandes células B, sem limite de idade; e mieloma múltiplo. Contudo, ela ainda enfrenta diversas barreiras como sua aplicação restrita, elevado custo e baixa flexibilidade no reconhecimento antigênico. No Brasil, esse medicamento tem um diferencial por ser um dos primeiros protocolos em que a engenharia genética usada é por meio não viral. Esse fato auxilia na redução dos custos, sendo previsto que o valor diminua de 10% a 15% da versão importada. Atualmente, esse tratamento está disponível somente nas redes privadas do país, sendo ainda necessário a aprovação do Ministério da Saúde para disponibilização no Sistema Único de Saúde. Apesar disso, a produção nacional e a redução do preço são facilitadores na implementação desse medicamento na rede pública. Referências: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/saude/progressos-e-perspectivas CAR-T Cell: o que é e como a terapia celular é feita (dasa.com.br) CAR-T Cell: terapia contra o câncer é feita no Brasil | Metrópoles (metropoles.com) Terapia celular CAR-T deve incentivar complexo industrial e novos tratamentos contra câncer (jota.info) Brasil tem primeiro paciente tratado com Car-T cell - HOSPITAIS BRASIL (portalhospitaisbrasil.com.br) https://newsnetwork.mayoclinic.org/pt/2022/12/15/o-que-e-a-terapia-de-celulas-t-com-receptor-de-antigeno-quimerico/ http://www.oncoguia.org.br/conteudo/terapia-com-celulas-t-car/7960/922/ Sci-Hub | CAR-T cell therapy and infection: a review. Expert Review of Anti-Infective Therapy | 10.1080/14787210.2021.1855143 CAR-T Cell: SP anuncia produção em larga escala de terapia genética contra o câncer | Ribeirão Preto e Franca | G1 (globo.com)
- Os grandes Dilúvios - André de Pierre
No dia 16 de junho de 2023, o canal TVCH convidou o historiador e fundador da Revista Enigmas, André de Pierre para uma discussão sobre os grandes Dilúvios. A live tratou sobre o viés catastrofista, levantando a questão da periodicidade de cataclismas, a inversão dos polos magnéticos, a doutrinação da ciência moderna e a semelhança de "contos" das antigas civilizações, conhecidos como mitos pela ciência. Antes de adentrar nesses temas, André relatou a origem da Revista Enigmas, que teve a sua primeira publicação em 2018. Essa primeira edição trouxe como matéria de capa as Múmias de Nazcar, apontando dois pontos de vista, trazendo a visão de um peruano local e a visão de um cientista. O historiador ainda postula "A minha ideia com a Revista Enigmas Carol, era produzir um material de história alternativa que eu não tive quando iniciei" De Pierre, assim como o arqueólogo responsável pelas pesquisas de Ratanabá, Saulo, levam em consideração as mitologias e contos dos povos antigos. Ambos acreditam, que esses relatos são fundamentais para compreender a realidade de épocas passadas. Nesse aspecto, a entrevistadora, Carol Marques levantou um importante questionamento: O que que aconteceu, na tua visão, que tantas culturas de tantas épocas diferentes, de tantos lugares diferentes - culturas que não se falam, povos que não teriam condições de se falar - narram histórias tão semelhantes a respeito de um dilúvio que aconteceu? Entrando diretamente nesse aspecto dos grandes dilúvios, André de Pierre discorre que esse cataclisma é um evento cíclico. Sendo que a cada de 12.000 anos, aproximadamente, uma catástrofe ocorre no planeta. Ou seja, quanto mais distante do último grande cataclisma, mais perto estamos do próximo. O pesquisador explica que muitos desses eventos ocorrem por conta da inversão dos polos magnéticos da Terra. Em teoria, algum tipo de perturbação acontece no centro da Terra, o que importuna a crosta terrestre. Importante registrar, que isso não exclui a possibilidade de eventos externos também causarem essas perturbações. Retomando ao fato de que diversas culturas registraram histórias do dilúvio, o historiador discorre que na maioria dessas culturas, elas relatam a humanidade como o motivo desse acontecimento. Dentro desse tema, André de Pierre e Carol Marques debatem sobre como as histórias antigas se assemelham muito com algo mágico, porém que podem ser interpretados como tecnologias que não temos conhecimento. Exemplo disso, são as aeronaves que portavam projéteis na mitologia indiana. Ou ainda, a própria bíblia, no capítulo 6 de gênesis. Outro ponto importante dessa live, foi sobre a arqueologia proibida, como a existência de esqueletos gigantes, e o questionamento da datação de templos, cidades e edificações em geral. André ressaltou, que o carbono 14 só possibilita a datação de material orgânico. Nesse raciocínio como seria possível a datação exata de uma pedra lascada por exemplo? Ou até mesmo das pirâmides? Essas datações, são dadas de acordo com o material orgânico encontrado ao redor, dessa maneira os pesquisadores podem desenvolver hipóteses do ocorrido, mas jamais afirmar com certeza. O historiador ainda trouxe o paradoxo da arqueologia, onde o sítio arqueológico deve permanecer intocável, para melhor interpretação do cenário. Porém você precisa depredá-lo para analisar os achados. Não obstante, as contradições estão por todos os lados, à exemplo disso, De Pierre traz a hipótese do "estranho ser humano". Isso significa que diferente dos outros animais desse planeta, não somos adaptáveis a esse ambiente. Tivemos que moldar o ambiente para viver aqui. Finalizando a live, o historiador reforçou a periodicidade dos cataclismas e o fato das grandes mídias e a grande elite já terem esse conhecimento. Live completa no link: https://www.youtube.com/live/0VewuClL4FQ?feature=share
- COMPROVADO: Cientistas confirmam descoberta de edificações milenares conhecidas como Ratanabá
Nem pedras polidas, nem machadinhas, muito menos sítio arqueológico. Construções imponentes foram erguidas com tecnologias avançadas. É uma herança da Civilização MURIL para a humanidade. O maior segredo da humanidade é revelado pela equipe de Dakila Pesquisas com a identificação de construções gigantescas em diversos pontos da região amazônica. Muralhas Após intensos trabalhos de campo executados ao longo de 30 anos, os estudiosos definiram a área principal para aprofundar as pesquisas em uma porção de território no município de Apiacás/MT, que ficou conhecido como as “Quadras de Ratanabá”, por apresentar características condizentes com a existência de civilizações antigas. Para isso, foi utilizado principalmente o LIDAR – Light Detection and Ranging – sigla em inglês do equipamento que, a partir da detecção de luz, permite gerar um modelo digital de superfície de terreno, caracterizando estruturas e vegetações. A análise desses resultados mostra formas muito peculiares no relevo que não foram esculpidas por forças naturais. Neste local em Apiacás, foram identificadas ruas de 60, 70 e até 90 metros de largura e comprimento de até 27 km, estando em parte cobertas por sedimentos deixados pelo último dilúvio. As quadras têm a medida de 450 metros de largura por 650 metros de comprimento e são simetricamente perfeitas. Todas as medidas foram feitas pela tecnologia LIDAR e pelo aparelho GPS usado em campo. Dentro das quadras, pode-se observar claramente a formação escalonada coberta pelo solo e pela vegetação. É, com certeza, o maior achado que a humanidade já teve acesso. No final de algumas quadras, encontram-se fontes de água que surgem inesperadamente e em poucos metros desaparecem no chão, como se estivessem entrando em um sumidouro. Na sequência foi utilizado também um GPR – Radar de Penetração no Solo ou Geo Radar – que utiliza ondas magnéticas de alta frequência para localizar objetos e estruturas sob o solo. Exatamente no local onde a água desaparece, foram identificadas galerias com quinze metros de largura por quatro metros de altura e mais de um quilômetro de extensão, além de outras galerias vicinais, indicando que a água foi canalizada para seguir para dentro das galerias. Foram localizados dezenas de buracos nas extremidades de várias quadras, com 8, 27 e até 48 metros de diâmetro, profundidade ainda em averiguação. A maioria desses buracos possui forma espiralada e todos estão próximos às redes de galerias identificadas pelo GPR. Nas proximidades dessas construções, os pesquisadores encontram alguns esqueletos de gigantes e diversos crânios, sendo que a maioria são alongados tanto na horizontal quanto na vertical. Crânio alongado Segundo a análise preliminar, os esqueletos correspondem a indivíduos de 4, 9 e até 12 metros de altura. É uma descoberta inédita e ajudará a criar uma importante linha do tempo para a origem da humanidade, principalmente no Brasil. Esta parte da pesquisa é tão importante que Dakila Pesquisas fará estudos mais detalhados nos próximos meses. O CEO e presidente do Ecossistema Dakila, Urandir Fernandes de Oliveira, que também é o líder das pesquisas, afirma que foi surpreendente terem conseguido realizar tantas descobertas. “São tantos vestígios que necessitaria de pelo menos cinquenta equipes de nove pessoas, em média, cada uma trabalhando nos pontos identificados, sem contar a logística para superar as dificuldades encontradas na densa floresta. Ratanabá se estende muito além do Brasil e da América do Sul”, revelou. Através da análise do LIDAR, a equipe identificou várias pirâmides, passarelas, galerias, abóbodas, muros, escadarias, rampas, varandas e muito mais. Um verdadeiro complexo urbano mesclado em meio a vegetação e sedimentos. “Não se trata de um achado arqueológico e, sim, de um legado deixado por uma civilização matricial, que utilizava tecnologias super avançadas, com padrões e design arquitetônicos muito além do que temos hoje”, pontuou Oliveira. Os modelos de edificações dessa civilização diferem de tudo o que já foi achado até hoje, como ruínas, ocas, malocas, e outras construções rudimentares. Segundo o líder da pesquisa, a diferença é gritante e, por esse motivo, os indícios obtidos das pesquisas de Dakila não podem ser considerados achados arqueológicos e, sim, uma prova da existência de uma grande metrópole cosmopolita escondida na mata. Sobre os achados arqueológicos, foram encontradas dezenas de cidades pré-diluvianas e medievais nas regiões de Manaus, São Gabriel da Cachoeira, Costa Marques, Apuí, São Miguel do Guaporé, Vista Alegre do Abunã, Lábrea e Serra da Muralha – todas localizadas no norte do Brasil. Do lado leste dos achados e em meio à vegetação, essas descobertas possuem estruturas intrigantes que seguem mata adentro e vão além dos Estados de Roraima, Amapá e outros locais. Nas palavras do presidente de Dakila Pesquisas, “isso sim são sítios arqueológicos. Na periferia de Ratanabá, já na superfície, nós encontramos navios naufragados contendo relíquias históricas”. Tecnologias avançadas Todos estes locais apresentam petróglifos, ou seja, desenhos gravados em rochas, com uma tecnologia até hoje desconhecida. Apesar das tentativas em reproduzir como esses pictogramas foram feitos, nunca houve uma explicação plausível que mostrasse como esses símbolos foram gravados e muito menos o seu real significado. Fazendo o mapeamento dos desenhos em todos estes locais, não só no Brasil, mas em outras partes do mundo, a equipe de pesquisadores de Dakila conseguiu desvendar, enfim, o mistério. "Ao longo destes anos, descobrimos que as ilustrações foram feitas pelos remanescentes dos criadores da raça humana, que deixaram verdadeiros mapas em pedras logo após o último grande dilúvio, para que no futuro pudéssemos encontrar novamente as diversas bases principais de Ratanabá construídas na Amazônia. Encontramos indícios de uma ferramenta utilizada por eles chamada Cavital, uma espécie de lápis capaz de produzir inscrições e desenhos de baixo e alto relevo em qualquer superfície”, esclareceu Oliveira. O exemplo mais recente foi encontrado no sítio da Pedra Preta em Paranaíta/MT. A equipe encontrou nos petróglifos os desenhos das quadras de Ratanabá e puderam plotar em cima do mapeamento feito pelo LIDAR. Inscrições e símbolos "Temos que pensar que ali na Pedra Preta os remanescentes desenharam o que sobrou na mente deles em uma tentativa de reencontrar estes locais. Então não esperamos uma perfeição ou simetria nos desenhos, mas na proporção, verificando o estudo do LiDAR, eles estão corretos”, assinalou a pesquisadora Fernanda Lima. Não somente mapas e indicações de locais foram descobertos analisando os petróglifos, mas também a chave para o prolongamento da vida e, quem sabe, o rejuvenescimento, uma tecnologia e herança deixada para a humanidade. Ratanabá guarda vestígios e informações de um laboratório genético, que os pesquisadores de Dakila presenciaram e onde coletaram dados que mostram alterações realizadas nos cromossomos 2 e 3 e as proteínas P53 e P57 no DNA humano, fazendo com que nossos cromossomos sofressem um encurtamento considerável na base dos telômeros durante a multiplicação celular, causando assim enfermidades e o envelhecimento do ser humano. Tratando-se de achados arqueológicos, exceto Ratanabá – a herança dos brasileiros –, foi possível constatar também três grandes cidades, indicando serem as famosas e cobiçadas por arqueólogos e pesquisadores do mundo inteiro: Akakor, Akahim e Ofir, verdadeiras fortalezas. A partir de agora, os próximos passos de Dakila consistem em reunir os indícios arqueológicos da pesquisa e produzir um relatório para ser encaminhado ao IPHAN – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – para estudos. Parecer técnico O arqueólogo e geógrafo Saulo Ivan Nery, em seu parecer técnico sobre as imagens do LiDAR nas quadras de Ratanabá, informou que a pesquisa realizada por Dakila Pesquisas identificou cortes antrópicos (feitos pela ação do homem) no terreno, os quais foram comparados com as redes de drenagem naturais da região. Também foram usados como base levantamentos geológicos e geomorfológicos, além de dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), bem como foram coletados dados referentes à profundidade, largura e extensão dos cortes. Segundo o arqueólogo, nas imagens obtidas com o LiDAR fica nítida a diferença entre os padrões de drenagem e os cortes antrópicos identificados na estrutura conhecida como “xadrez” registrada pelas imagens. Foi observado também um corte transversal no planalto residual, demonstrando como o padrão dos cortes não segue a lógica da água no relevo. O arqueólogo revela ainda que o “xadrez” é formado por cortes no terreno que se cruzam, formando o que denominamos de quadras. Foram identificados 29 cortes, dos quais apenas 4 apresentavam sinuosidade, sendo que os demais 25 estavam retilíneos, indicando origem antrópica das estruturas. Por sua vez, o historiador e editor da Revista Enigmas, André de Pierre, afirma que é possível observar nas imagens obtidas por meio do LiDAR traços retos que indicam construções em ruínas. Ele também afirmou que, historicamente, faz todo sentido que uma grande cidade tenha se desenvolvido naquela região em tempos remotos. Como exemplo, mencionou que arqueólogos da Universidade de Exeter, na Inglaterra, descobriram evidências de antigas civilizações com até 1 milhão de habitantes no mundo antigo, somente no sul da Amazônia. Além disso, mencionou o famoso caso do Coronel Percy Fawcett, que desapareceu nos anos 20 no norte do Mato Grosso, enquanto buscava a cidade perdida que ele chamou de "Z". O Professor Dr. Tadeu Leonardo Soares e Silva, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ, afirma que, assim como todas as pesquisas desenvolvidas por Dakila Pesquisas, esta também produziu uma quantidade impactante de dados. Somada à qualidade das análises realizadas pela equipe, certamente transformarão as bases da arqueologia contemporânea, fomentando assim a possibilidade da reconstrução da história da humanidade. Já o ex-professor goiano, Francisco Pedro Charu Neto, formado em Geografia e com Mestrado em Teologia, defendeu em artigo científico intitulado “Ratanabá, arqueologia perdida”, que as pesquisas feitas por Dakila “podem colocar em xeque períodos importantes da história e, com isso, boa parte dos livros terão que ser reescritos.” Conforme o professor, o grupo de brasileiros que estuda há décadas arqueologia e civilizações antigas na Amazônia, trazem evidências concretas de que, em algum tempo remoto, civilizações antigas e avançadas viveram na região amazônica. Os estudos de Dakila Pesquisas, reforça o professor, feitos através de expedições de campo (2004 - 2005) e da varredura do LiDAR sobre a região das quadras de Ratanabá na Amazônia (2022), encontraram geoglifos, fortes, pirâmides, muros, grandes cidades, galerias subterrâneas imensas, moedas, cerâmicas, espadas, baús, discos solares, calendários astronômicos, fórmulas matemáticas, pinturas rupestres, petróglifos, artefatos de todos os tipos, navios fenícios naufragados em rios, evidências do Rei Salomão na Amazônia e, até mesmo, vestígios e esqueletos de gigantes. Existem vários achados arqueológicos que já foram encontrados pelo mundo afora que provam que uma raça de gigantes andou sobre a Terra em tempos remotos. E tudo isso ser pesquisado e comprovado por um grupo de brasileiros definitivamente reestrutura os pilares da ciência. Para Márcio Pichel, diretor do Instituto Licentia e do canal Além da Nuvem, com base na pesquisa histórica, há indícios arqueológicos suficientes para afirmar que civilizações avançadas (vindas de um oriente próximo ao nosso continente), habitaram o Brasil no período pré-colombiano. Porém, ele gostaria de chamar a atenção para a Hipótese Siluriana, formulada pelos astrofísicos Gavin Schmidt, da NASA, e Adam Frank, da Universidade de Rochester, que publicaram um artigo acadêmico defendendo a hipótese de que, em um passado muito remoto, talvez da ordem de milhões de anos, uma antiga civilização avançada pode ter habitado a Terra. Segundo a hipótese, explica Márcio, seria extremamente difícil detectar tal presença, caso ela tenha ocorrido a mais de 4 milhões de anos. O nome “Siluriana” foi dado em referência a uma antiga raça fictícia do seriado Dr. Who, que habitou a Terra há centenas de milhões de anos. Na escala de tempo geológico, existe também o período Siluriano, de cerca de 400 milhões de anos atrás. “Acredito que esta ideia se alinhe com a teoria de Dakila Pesquisas sobre Ratanabá”, afirmou. O presidente de Dakila assegura que o complexo de estruturas identificadas é de uma gigantesca “civilização mãe” proveniente dos Muril, primeiros habitantes da Terra. “Comprovamos que o início de todas as culturas e conhecimentos existentes foi, na verdade, derivado de Ratanabá, o berço e a origem de tudo”, comemorou, destacando a relevância do Brasil no contexto histórico. Os principais avanços desta inédita pesquisa brasileira são divulgados nas suas mídias oficiais no Instagram (@dakilapesquisas e @ratanaba.oficial), mantendo a transparência das informações e a proximidade com todos se interessam por Ratanabá. Acompanhe!
- Audiência histórica da Câmara dos Deputados dos EUA sobre as UAPs
Na última quarta-feira dia 26 de julho, a Câmara dos Deputados dos Estados Unidos realizou uma audiência histórica sobre os UAPs, abreviação em inglês para fenômenos aéreos não identificados. Esse reconhecimento de forma oficial é um marco e sinaliza que esse assunto merece até mesmo a atenção dos níveis mais altos do governo. Segundo o CEO do Ecossistema Dakila, Urandir Fernandes de Oliveira, a existência de extraterrestre na Terra é mais antiga do que o próprio homo sapiens e o reconhecimento disso por parte de parlamentares merece respeito. Ele ainda afirma, que independente das autoridades aceitarem ou não “Os extraterrestres sempre estiveram aqui, estão aqui e sempre estarão”. Proporcionando essa abordagem mais séria sobre o assunto, os testemunhos feitos pelo comandante aposentado da Marinha americana, David Fravor e o ex-oficial da Inteligência Aérea dos Estados Unidos, Ryan Graves e David Grusch foram um marco histórico. Ademais, Dakila Pesquisas sempre teve estudos constantes no tema e a comprovação de inteligências em outros planetas, inclusive através de interações com essas. De acordo com Oliveira, existem 49 raças e seus aliados que prezam pela humanidade altas tecnologias e que podem entrar e sair do Sistema Terra com facilidade. O Ecossistema Dakila possui uma parceria com essas raças no intuito de compartilhar informações relevantes para proteger e esclarecer as mentes da população. Apesar disso, existem algumas raças não tão amigáveis para os seres humanos, pois o foco deles é manter a sociedade mundial sob seu comando através de governos, lideranças políticas e religiosas. Esses seres apresentaram uma tecnologia ultrapassada, se comparado com as 49 raças, o que não permite a saída deles do planeta Terra. As naves físicas que de vez em quando caem são deles, e muitas já estão sob a guarda de diversos governos, por exemplo o americano. A audiência realizada pela Câmara dos Deputados dos Estados Unidos iniciou o processo de reconhecer oficialmente a presença de extraterrestres nesse planeta. Mesmo que não tenha-se chegado à essa conclusão ao final da sessão, os parlamentares e testemunhas usaram o episódio para exigir mais sinceridade dos militares sobre os UAPs.
- Gambás - Curiosidade Animal
Antes de tudo, é necessário entender que os ditos gambás que vemos em desenhos animados e filmes NÃO SÃO GAMBÁS! Ue então o que eles são? Aqueles animais que vemos no filmes, que são pretos com listras brancas e característicos pelo mal cheiro como estratégia de defesa são as jaritatacas ou cangambás. Esses animais pertencem a ordem carnívora e ocorre desde o sul do México até a região centro-sul da América do Sul, podendo ser encontrado no nordeste brasileiro. Esclarecido esse fato, vamos discutir sobre os verdadeiros gambás. Essa nomenclatura é usada para se referir a família Didelphidae, no total existem quatro espécies no Brasil. Os gambás apresentam um marsúpio, que é uma espécie de bolsa onde ocorre parte do desenvolvimento dos filhotes, assim como os cangurus e os coalas. Esses animais também são conhecidos como marsupiais. Também chamados de saruê, timbú e cassaco, são animais solitários, podem ser arborícolas ou terrestres. Ademais, eles possuem uma cauda preênsil o que os auxilia a agarrar galhos e subir em árvores. Por conta de seus hábitos noturnos, durante uma coleta de gambás para estudos científicos a vistoria das armadilhas é realizada ao amanhecer, entre cinco e seis da manhã. Isso porque, espera-se que os indivíduos caiam nas armadilhas durante a noite e para que eles não permaneçam muito tempo aprisionados essa coleta é feita nesses horários. A defesa mais utilizada por esses mamíferos é a abertura da boca na intenção de mostrar seus dentes e a emissão de uma vocalização específica. Outra técnica também muita utilizada, e até mais conhecida, é a tanatose, onde através da redução de seus batimentos cardíacos e sua frequência respiratória, juntamente com a imobilidade o indivíduo se finge de morto. Apesar de pouco comum, em alguns casos, o animal quando ameaçado pode adotar da estratégia de liberar todo o seu conteúdo intestinal e uma secreção odorífera das glândulas anais. Esses animais são onívoros (alimentam-se de ovos), mas também comem frutas e pequenos animais. Algumas espécies de gambás são imunes a venenos de serpentes (algumas), por conta disso, eles têm grande importância na dispersão de sementes e no controle de pragas. Além de consumirem escorpiões, um gambá é capaz de comer até 4 mil carrapatos em uma semana. Infelizmente a sua presença em ambientes urbanos contribui com os fatores de ameaças que eles apresentam como: atropelamentos, ataques de cães domésticos e ataques de seres humanos, principalmente por serem confundidos com ratos. É considerável lembrar que vivemos em um ecossistema, onde todos somos engrenagens de um grande sistema. Nenhuma espécie é melhor que a outra e todas merecem respeito e cuidado. Referências: Gambá: o que é, importância ecológica, reprodução - Mundo Educação (uol.com.br) Gambá: características, o que come, no Brasil - Brasil Escola (uol.com.br) Gambá: características, alimentação, reprodução - Escola Kids (uol.com.br)
- Girafas - Curiosidade Animal
Todo mundo sabe o que é uma girafa, os mamíferos mais altos que existem, tendo como características principais seu pescoço alongado e machas no corpo. Ao todo existem quatro espécies de girafas, todas distribuídas pelo continente africano, ocupando cerca de 15 países. Por habitarem savanas, pastagens, florestas e terras áridas, esses animais não têm a necessidade de consumir água diariamente. Inclusive, as girafas obtêm grande parte desse recurso por meio de suculentas. O pescoço alongado auxilia no acesso de espécies botânicas mais altas para alimentação. Posto isso, estudos apontam que elas consomem mais de 90 espécies de plantas, tendo uma preferência pelas acácias. Além disso, o pescoço da girafa é usado na competição entre machos. Apesar de não parecer, as girafas conseguem correr a uma velocidade de até 60km/h. Ademais, quando os filhotes nascem eles caem de uma altura de 1,5m, isso ocorre porque as fêmeas concebem em pé. Embora a girafa seja um animal que todo mundo conhece, ela já é considerada como “vulnerável” pelo IUCN. Dentre as principais ameaças encontram-se: caça, tráfico e perda de habitat por conta da expansão agrícola e das mudanças climáticas. É fácil entender que vivemos em um ecossistema, onde tudo tem uma função e importância. Nesse cenário, as girafas são fundamentais no equilíbrio de espécies de plantas. Sem contar que elas são dispersoras de sementes, além de hospedarem carrapatos que servem de comida para algumas aves. Ademais, ela é considerada uma espécie guarda-chuva – ela assegura a proteção de outras espécies menos conhecidas – por isso é fundamental protegê-la. Algumas ações como a educação ambiental e reflorestar locais com acácias auxiliam nessa conservação. Referências: Girafa: características e curiosidades evolutivas - eCycle Girafa: características, reprodução, curiosidades - Brasil Escola (uol.com.br) Girafa - Animais - InfoEscola Girafa – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)
- Novos estudos sobre os linfócitos B contra o adenocarcinoma pulmonar
Câncer não é nada mais que um crescimento desordenado de células no organismo. Porém, essa massa de células agrupadas é chamada de tumor e pode se expandir para outros órgãos através de um processo chamado metástase. Esse crescimento desordenado se dá por conta de mutações aleatórias que alteram a estrutura genética das células, modificando as normas de crescimento da mesma e deixando-a doente. De acordo com o INCA (Instituto Nacional de Câncer), o câncer de pulmão é o primeiro em todo o mundo em incidência entre os homens e terceiro entre as mulheres. Pesquisadores tem estudado sobre a atuação de anticorpos contra os retrovírus endógenos viabilizando uma imunoterapia para o câncer de pulmão. Entende-se por imunoterapia, um tratamento que visa combater o avanço da doença, ativando o próprio sistema imunológico. Enquanto retrovírus endógeno, trata-se de um vírus existente dentro das células do organismo, os quais geram as moléculas de DNA a partir do RNA, fazendo o processo inverso do que se costuma ver. Antes de tudo precisa-se ter uma base de como o sistema imunológico funciona. Ele tem função de defender o organismo, seja impedindo a entrada de corpos estranhos, ou identificando e agindo contra eles. Primeiramente bloqueando a entrada desses corpos, o sistema conta com 3 barreiras: mecânica, microbiológica e química. A barreira mecânica, são as barreiras físicas como por exemplo a pele. Já a barreira microbiológica pode ser exemplificada com a nossa flora intestinal, que conta com diversas bactérias que não nos adoecem. Por fim, nas barreiras químicas podemos citar o suco gástrico do estomago, as lágrimas e até a saliva. Antes de conhecer as células de defesa e suas funções, se faz necessário o entendimento das duas categorias de imunidade. Logo ao nascer, o bebê já apresenta um sistema imune, chamado de inato ou natural, além disso essa categoria ainda conta com os anticorpos e informações da mãe, transferidas por meio do cordão umbilical, placenta e do leite materno. A imunidade adquirida, é a segunda categoria, também chamada de sistema imune adaptativo, o qual permite que as células de defesa aprendam a maneira de combater os invasores por meio da exposição aos agentes infecciosos. Esse sistema, está em constante adaptação, aprendendo sempre novas defesas contra novos invasores. Ademais, essa imunidade se reparte em duas subdivisões: imunidade humoral e celular. Atuando no reconhecimento de corpos estranhos e na destruição deles, temos a imunidade humoral, que apresenta os anticorpos produzidos pelos linfócitos B. Enquanto, a imunidade celular consiste no combate da proliferação de agentes invasores por meio dos linfócitos T. Entendendo essa organização do sistema imunológico, será mais fácil a compreensão sobre as células de defesa e suas funções. Posto isso, essas células nascem a partir de células tronco hematopoiéticas, originando os leucócitos, mais conhecidos como glóbulos brancos, as plaquetas e os eritrócitos, também conhecidos como glóbulos vermelhos. Esse último, não participa do sistema imune. As plaquetas atuam na coagulação sanguínea, auxiliando na cicatrização de machucados. Enquanto isso os leucócitos se dividem em outras células de defesa, onda cada uma tem uma função diversa, são elas: neutrófilo, eosinófilo, basófilo, monócito e os linfócitos. Esse último, ainda pode se tornar linfócitos B e T, os quais reconhecem antígenos e produzem anticorpos. Lembrando, que uma vez que o antígeno foi apresentado a célula, a resposta imune do organismo será mais rápida e mais eficiente numa próxima “invasão”. Para o entendimento geral do tema, é importante saber a diferença entre anticorpos e antígenos. Os antígenos são todas e quaisquer substâncias estranhas que ativam a produção de anticorpos. Esse último sendo, as proteínas geradas pelos linfócitos B, em resposta aos antígenos. Após a leitura e o entendimento dos conceitos acima, é indicado analisar como o sistema age em relação ao câncer. A maior dificuldade da imunidade contra essa doença, é o fato de que as células tumorais conseguem burlar os checking imunológicos, ou também conhecidos como pontos de verificação. Esse checking sinaliza para os linfócitos T circulantes que a célula não deve ser atacada, ou seja, quando as células cancerosas burlam esses pontos de verificação, o sistema entende que está tudo certo e a célula não deve ser atacada. A proposta dos pesquisadores, é atuar nos retrovírus presentes dentro das células. No artigo foram estudadas as reações dos linfócitos B, presentes no pulmão, em pacientes do TRACER (Tracking Non-Small-Cell Lung Cancer Evolution Through Therapy – Acompanhamento da evolução do câncer de pulmão em células não pequenas por meio de terapia), além de estudos sobre o mesmo tema, em um modelo de camundongo imunogênico, ou seja, que é capaz de estimular uma resposta imune. Ao final do artigo se conclui que as respostas de células B antitumorais podem se desenvolver no adenocarcinoma pulmonar de camundongos e humanos, podendo assim contribuir para a imunidade antitumoral através da produção de anticorpos de ligação ao tumor. Além disso, o estudo conseguiu estabelecer o envelope do retrovírus endógeno como um antígeno tumoral pertinente. A partir dessas novas informações e com novos estudos, compreender sobre os papéis específicos do tumor e os subtipos de células B, será de suma importância para prever a resposta dos tumores à imunoterapia Artigo citado: Antibodies against endogenous retroviruses promote lung cancer immunotherapy | Nature Referências: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c51kny8zx95o https://www.fcav.unesp.br/Home/departamentos/patologia/HELIOJOSEMONTASSIER/aula-8--bases-celulares-histologicas-e-anatomicas-da-resposta-imune.pdf https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/cancer/tipos/pulmao https://www.todamateria.com.br/linfocitos/ https://www.msdmanuals.com/pt-br/casa/c%C3%A2ncer/considera%C3%A7%C3%B5es-gerais-sobre-o-c%C3%A2ncer/defesas-contra-o-c%C3%A2ncer https://mundoeducacao.uol.com.br/biologia/sistema-imunologico.htm https://www.benegrip.com.br/saude/saude/sistema-imune-o-que-e-como-funciona-e-como-fortalecer#:~:text=Por%20defini%C3%A7%C3%A3o%2C%20o%20sistema%20imune,por%20microrganismos%20externos%20e%20les%C3%B5es. https://www.saude.pr.gov.br/Pagina/Cancer#:~:text=C%C3%A2ncer%20(ou%20tumor%20maligno)%20%C3%A9,origem%20do%20tumor%20(met%C3%A1stases). http://www1.pucminas.br/imagedb/documento/DOC_DSC_NOME_ARQUI20130912164902.pdf
- Drex e o futuro do sistema econômico
As chamadas CDBCs (Central Bank Digital Currencies) são versões totalmente digitais das moedas comuns, que mais de 90 países, incluindo o Brasil, vêm desenvolvendo nos últimos anos. Segundo o Atlantic Council, em poucos anos a quantidade de bancos centrais que analisam essa versão digital de suas moedas saltou de 35 para 130. Essas moedas trazem um discurso de transformação na forma de se fazer política monetária, aperfeiçoando as negociações peer-to-peer. No dia sete de agosto, o Banco Central do Brasil, anunciou o nome oficial da sua CDBC, Drex, que já se encontra em fase de testes. Ela será uma versão digital da moeda soberana, o Real, regulada pele Banco Central e seguindo as regras do Sistema Financeiro Nacional (SFN) e da política monetária brasileira. O Drex terá um valor equivalente ao do papel-moeda, será uma espécie de dinheiro que só existe online. Segundo o BC, ela poderá, inclusive, ser trocada pelo dinheiro físico e vice-versa. Seu acesso, será através de carteiras virtuais em bancos e outras instituições financeiras, e assim como o papel-moeda, não terá correção automática. Sua fase inicial de testes é chamada de Piloto RD e tem previsão de se estender até março de 2024. Ela irá avaliar os benefícios da programabilidade da plataforma DLT (Distributed Ledger Tecnology) para operações com ativos tokenizados. Vale lembrar que esse teste será num ambiente simulado, não envolvendo transações ou valores reais. #Todos os blockchains são DLTs, porém nem todo DLT é uma blockchain. Os dois se tratam de um banco de dados distribuídos por uma rede, promovendo um maior grau de transparência e descentralização. No caso do Drex, optou-se pela plataforma Hyperledger Besu, uma blockchain espelhado no Ethereum. Apesar disso, o Drex não é uma criptomoeda, pois ele será totalmente regulamentado e controlado pelo BC, enquanto as criptomoedas apresentam uma gestão descentralizada, trazendo mais transparência para a plataforma. Ainda no Piloto RD, serão registradas três categorias de ativos: Drex Digital: para o atacado ou interbancário; moeda do Banco Central, que hoje são análogos as reservas bancárias ou as contas de liquidação; Drex Tokenizado: para o varejo; versões tokenizadas do depósito bancário; ou seja, é o dinheiro em sua versão digital do que a pessoa física tem no banco; Títulos do Tesouro Direto: possibilidade de compra e venda de títulos públicos federais (TPF) no mercado primário e secundário. Até o momento, não se têm uma data para o lançamento dessa moeda, porém espera-se que isso ocorra no final de 2024. Apesar da criação dessas CDBCs, o sistema financeiro existente é um tanto quanto opressor. Transmitindo princípios de escassez e controle. Isso pode ser percebido, pela falta de educação financeira nas escolas, como influenciar a sociedade a investir e a ser multiplicadora sendo que isso é vetado no ensino base? Importante ressaltar, que saber investir não é especular e almejar um lucro a mais que os outros e sim multiplicar o seu ganho e propagar essa informação, para que os outros também consigam essa multiplicação e essa prosperidade. A grande proposta do Drex é proporcionar um espaço seguro e totalmente regulado pelo governo, o próprio diretor do BIS (Banco de Compensações Internacionais), afirmou que “Uma diferença fundamental da CDBC é que o Banco central terá controle absoluto sobre as regras e regulamentos que determinarão o uso dessa expressão de responsabilidade do banco central e também teremos a tecnologia para garantir que essas duas questões são extremamente importantes e isso faz uma grande diferença em relação ao que é o dinheiro" Por conta disso, levantou-se uma discussão sobre o quanto essa tecnologia pode vir a prejudicar a população, como por exemplo restringir certas atividades e compras através do score social, o que já é uma realidade da China. Visando o pior cenário, o mestre em economia Fernando Ulrich ressalta a importância de uma gestão descentralizada: “Uma tecnologia como essa não deveria estar à disposição de nenhum governo, em nenhum momento, pois pode sim vir a prejudicar o cidadão, por isso é necessário a auditoria para que a população possa verificar a honestidade dos bancos e do governo” Como consequência, percebe-se o crescimento do mercado das criptomoedas nos últimos anos, devido à sua gestão descentralizada, qualquer usuário pode checar os fatos armazenados nas redes, não existe censura de dados. Embora, as grandes variações e o não poder de compra das criptomoedas serem obstáculos para aceitação delas, existe um sistema que solucionou esses impasses. O Bônus Dourado Mercantil Digital, mais conhecido como BDM Digital é a primeira moeda virtual do país e foi criada pelo Ecossistema Dakila em março de 2020. A sua cotação valoriza constantemente de acordo com a circulação no mercado. Um dos diferenciais dessa moeda digital é o seu poder de compra, em diversos estados do Brasil, principalmente no Mato Grosso do Sul, e vários outros países já existe uma grande rede de comércio que aceita essa moeda, como pro exemplo em mercados, postos de gasolina, restaurantes, papelarias entre outros. Caso na sua cidade não tenha, você mesmo pode conversar com os comerciantes e ver a possibilidade de implementar essa forma de pagamento. Até mesmo a zona Franca de Dubai já aceita o BDM Digital. Apesar de ser possível tanto investir quanto aplicar, o BDM Digital não foi criado para especulações do mercado financeiro, de acordo com Urandir Fernandes, presidente do Ecossistema Dakila, “Se a pessoa fortalece a sua prosperidade e o seu futuro com os BDMs que possui, ela automaticamente fortalecerá a prosperidade de todos que possuem BDM. Nenhuma moeda faz isso. O que existe no mercado é um sistema de enriquecimento de poucos e empobrecimento de muitos, com a nossa moeda queremos inverter essa lógica dominante”. Referências: BDM Digital completa 3 anos e faz o seu primeiro milionário - Gazeta da Semana Sobre Nós | BDMercantil Criptoativo, BDM Digital aumenta a liberdade e o poder de compra - Conteúdo Patrocinado - Campo Grande News Emirados Árabes aprovam comércio de criptomoedas em zona franca de Dubai: o BDM já está lá! - Dakila Piloto Real Digital (bcb.gov.br) https://www.estadao.com.br/economia/drex-perguntas-respostas-bc-real-moeda-digital/?utm_source=twitter:newsfeed&utm_medium=social-organic&utm_campaign=redes-sociais:082023:e&utm_content=:::&utm_term= https://g1.globo.com/politica/blog/andreia-sadi/post/2023/08/07/banco-central-define-nome-da-nova-moeda-digital-do-pais-drex.ghtml https://exame.com/future-of-money/blockchain-e-dlts/as-diferencas-entre-blockchain-e-dlts/ Drex é o nome da nova moeda digital do Brasil, anuncia BC - InfoMoney Drex: o que está por trás do anúncio do nome da moeda digital do Brasil (startse.com) Drex: Banco Central divulga nome de moeda digital brasileira (techtudo.com.br) Banco Central do Brasil define que Real Digital se chamará Drex (cointelegraph.com) Real Digital: necessário ou inevitável? - Opinião - InfoMoney O que é o Drex? 15 respostas sobre a futura moeda digital do Brasil - InfoMoney 'Faz um Drex?': entenda a diferença entre a nova moeda digital e o PIX | Economia | G1 (globo.com) Vídeos: (468) REAL DIGITAL: uma ARMA DE VIGILÂNCIA em massa. Entenda os riscos do DREX a moeda digital do Brasil - YouTube (468) DREX: ENTENDA COMO VAI FUNCIONAR O REAL DIGITAL, NOVA MOEDA BRASILEIRA - YouTube https://www.youtube.com/watch?v=1X2KMYNjYYM https://www.youtube.com/watch?v=l_gunF39zD4
- O que são as atividades de campo (AC) e como se preparar para uma?
O que é? Cada evento tem um objetivo específico, um tema central de estudo, por exemplo a última AC que ocorreu entre 27 de julho e 1 de agosto, o foco da viagem foram as fortalezas: mental, intelectual, financeira e a emocional. Visto isso, todas as atividades foram direcionadas a trabalhar esses temas direta e indiretamente. Importante lembrar, que apesar do evento ter um foco, existem diversas outras atividades e treinamentos que podem ser aproveitados de forma opcional. O que precisa fazer para ir em uma? No caso dos eventos em Zigurats e Havalon, deve-se entrar em contato com a coordenação do MS pelo whatsapp +55 (67) 9930-0067. Através desse contato é possível efetuar a inscrição e escolha das acomodações. Ressaltando que esse roteiro é para as Atividades de Campo, caso você queira visitar o Recanto de Havalon e Zigurats fora desses períodos também é possível. Nessa situação você deverá entrar em contato com a equipe de turismo pelo whatsapp: (67) 9803-3999 , email: ziguraturviagens@gmail.com ou diretamente no site: Agende sua visita - Venha Conhecer a Cidade Zigurats (visitezigurats.com.br) Onde se hospedar? Existem diversos alojamentos compartilhados, casas e chalés para alugar e um camping para barracas. Onde comer? No Recanto de Havalon tem um restaurante, servindo buffet no café da manhã, almoço e janta. Além disso, tem uma cantina próxima com salgados e lanches que fica aberta até de noite após a janta. Em Zigurats, tem o restaurante da pousada azul, ao lado da pirâmide com almoço e janta. Ademais, durante os jogos de futebol (MDPL), tem uma variedade de barraquinhas com lanches para desfrutar durante as partidas. Como ir até la? Chegar no Recanto de Havalon, Cidade Zigurats e Sede da Dakila Pesquisas é muito fácil. Caso você venha de outro estado, o primeiro passo é chegar em Campo Grande, capital do Mato Grosso do Sul. Em seguida, você vai pegar 110km de estrada pela via MS-080 até Rochedo, onde começa estrada de terra que se estende por mais 35km até chegar na sede de Dakila. Estrada de terra: https://goo.gl/maps/T3Qj9Gp3vAT2 O que precisa levar? Lembrando que essas informações são direcionadas, principalmente aos eventos no MS, porém as atividades de campo podem ocorrer em diversos estados como ES, SP, RS, MG, RJ, RN e em diversos países como Bolívia, Paraguai, Estados Unidos, Portugal, França, etc.
- Centésima live do quadro “Conversas” no canal do Rafael Hungria
O psicólogo e pesquisador Rafael Hungria, convidou o CEO do Ecossistema Dakila, Urandir Fernandes de Oliveira para celebrar o centésimo vídeo de seu quadro “Conversas” em seu canal do youtube. A live ocorreu no dia 19 de julho deste ano, porém no dia seguinte a própria plataforma do youtube removeu o vídeo do ar e bloqueou o canal do Rafael Hungria. Apesar disso, a conversa trouxe diversos assuntos importantes como novidades de Ratanabá, andamento do documentário da Anomalia dos Astros, parceria com os povos originários entre outros. Ademais, o foco inicial foi responder as diversas ofensas e ataques que alguns influenciadores ou “parasitas da internet” divulgaram recentemente. O presidente de Dakila fez questão de apontar que todos esse desrespeito será tratado diretamente na justiça, sendo que algumas dessas figuras já receberam a notificação do processo. Inclusive, eles ressaltaram que a exposição desses influenciadores durante a live foram requisitados pelos associados e diversas pessoas que acompanham as mídias de Dakila e do Rafael Hungria. No intuito de que eles possam se defender, ao em vez de receber essas hostilidades calados. Grande parte dos estudos de Dakila Pesquisas, esbarra com crenças religiosas, questões políticas e sociais, com a ciência e diversos paradigmas, por isso gera tanto incomodo nas pessoas. “A população não foi preparada para escutar a verdade”, relembrou Urandir. Dentre as figuras expostas encontram-se: o reverendo Lucas Oliva Bertolozzi, o divulgador científico Sérgio Sacani, o Pastor Rodrigo Silva, o ufólogo Edison Boaventura, a escritora Débora Barbosa, o João Mesquita e o Danilo Gentili do CQC. Um ponto em comum entre eles é a crítica ao Et Bilu e a frase “Busquem conhecimento”, apesar da chacota, é contraditório como eles sempre voltam nesse foco. Segundo Oliveira, a frase mexeu tanto com eles, que eles jamais se esquecerão disso, por isso ficam incomodados com todas as conquistas do Ecossistema. Dentre as novidades de Ratanabá, a equipe encontrou um porto, onde os mercadores realizavam suas compras e vendas. Essa conclusão se deu através de vestígios de cerâmica, artefatos, navios naufragados e garrafas datadas, muitos desses inclusive apresentam inscrições de outras regiões fora do Brasil. Urandir ressalta “Estou afirmando que, Ratanabá deixa o mundo inteiro bem financeiramente falando e na saúde. Estou dizendo que Ratanabá, as informações, os artefatos, a relíquia, a riqueza, a história, a metrópole que tem ali é uma riqueza imensurável”. Ele ainda aponta, que as Quadras, que foram mostradas através do LIDAR e das imagens aéreas, são a parte mais insignificante. Inclusive, ele relata as escrituras encontradas que discorrem sobre a questão emocional, intelectual, as realidades paralelas, a 3ª visão e principalmente sobre o prolongamento da vida, que tem como foco a alimentação. Oliveira, ainda reforça que essas informações estão sendo repassadas e divulgadas, relembrando a importância do ZNO2 para prevenção e auxílio em casos de câncer. Ainda sobre Ratanabá, foram mostradas fotos sobre os crânios e esqueletos gigantes, com uma projeção de altura desses seres entre 8 e 12m. Através da arqueologia interpretativa, a equipe acredita que esses seres faleceram por conta de uma onda de choque. Antes dessas pesquisas, esse tipo de crânio só havia sido encontrado no Peru. Essas pesquisas de Ratanabá, também geraram diversas parcerias com os povos originários, os ribeirinhos e até mesmo alguns garimpeiros. Essas colaborações favorecem ambos os lados, Urandir aponta que até mesmo alguns venezuelanos têm auxiliado com a pesquisa, dando dicas e informações pedindo em troca alimento, remédios entre outros. Ainda sobre as parecerias, na mesma semana, os Xavantes da aldeia Pimentel Barbosa, estiveram em reunião com a equipe de Dakila para uma parceria com foco no monitoramento terrestre da região de reserva, a qual inclui 329mil hectares. No final da live foram abordados os assuntos sobre as anomalias dos astros e o Norte Maior. Apesar da demora, o documentário da Anomalia dos Astro ainda será lançado, porém a equipe ainda precisa registrar alguns eventos astronômicos. Entre eles o aparecimento do Sol Negro que consegue ser visualizado em Porto Seguro, no Brasil e nos Desertos de Sal, na Bolívia. Em suma, apesar da live ainda estar fora da plaforma do youtube, ela rendeu diversos assuntos. Focando no gabinete de guerra que foi montado para desacreditar e desmoralizar essa pesquisa. Nesse aspecto Urandir ainda reforça “Ratanabá não é um achado arqueológico. É uma herança deixada para nós todos aqui do continente. Ratanaba é a solução para o brasil, para os brasileiros, para o mundo!” Assista a live completa pelo link abaixo: https://m.youtube.com/watch?v=ZVTML6-9x8M
- As músicas de ACN permanecem atuais, mesmo após 20 anos de lançamento
“Nada é orgânico, é tudo programado e eu achando que tinha me libertado” – Pitty Celebrando os 20 anos do álbum “Admirável Chip Novo” – ACN, a cantora Pitty inicia uma nova turnê revivendo esse grande sucesso, ACNXX, além de relançar o álbum nas plataformas digitais com maior qualidade sonora juntamente com versões remasterizadas full HD dos videoclipes “Teto de Vidro”, “Admirável Chip Novo”, “Máscara”, “Equalize”, “Semana que Vem” e “I Wanna Be”. A cantora explica que a turnê não planeja ser saudosista “Não é para ser o que ele era em 2003, é para ser o que ele é agora, o que essas músicas representam hoje. Faremos novos arranjos, respeitando os originais, mas com elementos novos, usando as tecnologias disponíveis, interpretando o disco hoje”. Em 2003, a cantora baiana surpreendeu o país, marcando presença e ignorando estereótipos sendo uma mulher cantando rock pesado. Seu primeiro álbum vendeu 250 mil cópias no mesmo ano, proporcionando um disco de platina e o título de Revelação no Prêmio Multishow de Música Brasileira. “Admirável Chip Novo”, foi produzido por Rafael Ramos e lançado pela produtora independente Deck. Contendo 11 faixas, esse álbum foi inspirado no romance “Admirável Mundo Novo” de Aldous Huxley de 1932. O romance conta sobre uma sociedade em 2540 manipulada pela tecnologia. Essa inspiração sem dúvidas contribui para que as canções tenham permanecidos tão atuais, abordando temas como feminismo, autoaceitação, alienação, hipocrisia, pré-julgamento, excesso do culto à imagem e o controle da mídia. “Abraços vazios, olhares de gelo, tão descartáveis quanto cascas no chão, flashes capturam a melhor fachada, mas quem vê foto, não vê coração” – I wanna be Pitty ainda ressalta “É o famoso envelhecer bem, né? Teve um menino que me escreveu outro dia sobre alguma letra do disco: ‘Meu Deus, só agora entendi que tal parte falava sobre tal coisa’. Achei engraçado, é uma obra que as pessoas continuam descobrindo, ela não se encerrou ali. É bonito ver que ela tá viva no mundo”. Álbum completo: (427) Admirável Chip Novo - YouTube Referências Sem nostalgia, Pitty revitaliza 'Admirável Chip Novo' e diz que álbum está mais atual do que há 20 anos | Joao Rock | G1 (globo.com) Pitty celebra 20 anos de “Admirável Chip Novo” com live e relançamento digital - A Rádio Rock - 89,1 FM - SP (radiorock.com.br) A Turnê (pitty.com.br) Pitty celebra 20 anos de Admirável Chip Novo em turnê (omelete.com.br)













