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  • Terra recebe 'mensagem alienígena' que precisa ser decifrada

    Recentemente, cientistas decidiram realizar um teste para entender como seria se a humanidade recebesse uma "mensagem alienígena". Na última quarta-feira (24), uma sonda enviou a mensagem de fora da Terra, que chegou em cerca de 16 minutos. Daniela De Paulis. "Ao longo da história, a humanidade buscou sentido em fenômenos poderosos e transformadores. Receber uma mensagem de uma civilização extraterrestre seria uma experiência profundamente transformadora para toda a humanidade. A Sign in Space oferece a oportunidade sem precedentes de ensaiar e se preparar tangivelmente para esse cenário por meio da colaboração global, promovendo uma busca aberta por significado entre culturas e disciplinas." O experimento faz parte do projeto A Sign In Space (um sinal no espaço, em português), criado pela artista plástica Daniela de Paulis, é um projeto interdisciplinar em colaboração com o Instituto SETI, a Agência Espacial Europeia, o Observatório do Banco Verde e o INAF, o Instituto Nacional de Astrofísica da Itália. O Instituto SETI-(sigla em inglês para Search for Extraterrestrial Intelligence) (Busca por Inteligência Extraterrestre) tenta entender e explicar a origem, natureza e prevalência do Universo. É a única organização dos Estados Unidos totalmente dedicada à busca de vida no Universo. Se trata de uma organização privada, mantida por empresas, pessoas físicas e órgãos governamentais. A ESA-(Agência Espacial Euroupéia) é a porta de acesso da Europa ao espaço. A sua missão é planear o desenvolvimento da capacidade espacial da Europa espaço e assegurar que o investimento no espaço continue a trazer benefícios para os cidadãos europeus. A ESA é uma organização internacional que reúne 22 Estados membros. O Green Bank Observatory-(Observatório do Banco Verde) permite pesquisas de ponta em comprimentos de onda de rádio, oferecendo acesso a telescópios, instalações e instrumentação avançada à comunidade astronômica, bem como a outras comunidades de pesquisa básica e aplicada. Com a radioastronomia como base, o Observatório do Banco Verde é líder mundial no avanço da pesquisa, inovação e educação. INAF-(Instituto Nacional de Astrofísica) é um instituto italiano de pesquisa em astronomia e astrofísica, fundado em 1999. O INAF financia e opera vinte instalações de pesquisa separadas, que por sua vez empregam cientistas, engenheiros e pessoal técnico. As pesquisas que realizam abrangem a maioria das áreas da astronomia, desde a ciência planetária até a cosmologia. O projeto (A sign in space-Daniela de Paulis) consiste em transmitir uma mensagem extraterrestre simulada como parte de uma performance ao vivo, usando uma espaçonave da ESA como fonte celeste. O objetivo do projeto é envolver a comunidade mundial de Busca por Inteligência Extraterrestre, profissionais de diferentes áreas e o público em geral, na recepção, decodificação e interpretação da mensagem. A mensagem foi enviada às 16h (horário de Brasília) da última quarta-feira (24), por meio de uma sonda marciana da missão ExoMars Trace Gas Orbiter (TGO), da Agência Espacial Europeia (ESA). Em menos de 20 minutos, os dados da "mensagem alienígena" foram recebidos pelos telescópios Allen Telescope Array e Robert C. Byrd Green Bank Telescope, do Instituto SETI e do Green Bank Observatory, respectivamente. O observatório da Estação Radioastronômica de Medicina também captou os dados. Após o recebimento, os dados foram enviados para um servidor dedicado no site Filecoin, que permite qualquer pessoa fazer o download dos arquivos. Assim, os entusiastas podem baixar os dados brutos dos observatórios e analisar os arquivos para tentar decodificá-los; inclusive, o projeto oferece algumas instruções sobre como analisar os dados. O intuito é mostrar que, caso o planeta Terra receba uma mensagem de uma civilização extraterrestre em algum momento, é importante que os dados dessa mensagem sejam divulgados para toda a humanidade. Dessa forma, pessoas em todo o mundo, de diferentes profissões e áreas, poderiam juntar as forças para decifrar os dados. Daniela diz que não será uma mensagem fácil de ser decodificada e, para ela, é muito importante que a civilização esteja trabalhando em cooperação. Não é à toa que a equipe do (A Sign In Space) sugere que a melhor política em um pós-primeiro contato com alienígenas é a divulgação completa. Acesse: The Message - A Sign in Space, para baixar a mensagem. Centro Tecnológico de Zigurats- setor de pesquisas avanças da empresa Dakila Pesquisas O formato redondo escalonado do Observatório também funciona como um mirante aonde é possível ver a Cidade Zigurats do alto. Com o objetivo de contribuir com a Academia mundial e estar sempre na vanguarda da busca por novos conhecimentos, a Associação Dakila Pesquisas criou, há 15 anos, o CTZ (Centro Tecnológico Zigurats) que possibilitou o aprimoramento dos estudos em diversas áreas como, por exemplo, a astronomia, a sismologia, a climatologia, e muitas outras. O CTZ atualmente é composto por duas construções adjacentes: o próprio CTZ; e o Observatório Astronômico que foi o primeiro e único criado no Mato Grosso do Sul. Por meio do CTZ e dos pesquisadores de Dakila diversas descobertas já foram feitas e uma delas – e a mais famosa – é uma nova proposta sobre o formato da terra. “O que nos motivou a construir esse centro foi justamente poder ter a liberdade de informação, pesquisar o que achamos ser necessário ser pesquisado e aprofundado, liberdade em repassar para a população as nossas descobertas”, pontua Vanessa Oliveira, colaboradora do braço de CT&I (Ciência, Tecnologia e Inovações) do ecossistema (Dakila Pesquisas). Construído com recursos próprios, sem ligação com órgãos governamentais, está operando desde 2009, possibilitando pesquisa acadêmica em diversos níveis. Com equipamentos de alta tecnologia, o centro possui um observatório astronômico com um imenso telescópio composto de um espelho de 350 mm de diâmetro, totalmente automatizado, robótico e computadorizado. O CTZ é um espaço aberto para visitação, basta agendar uma visita previamente, enviando um e-mail para agendamento@ctzbrasil.com ou pelo telefone (67) 99803-3999. REFÊRENCIAS: Bomba: La Tierra recibirá mensaje extraterrestre desde Marte – NOTICIAS DEL JARDÍN (noticiasdeljardin.com.ar) SETI Institute o que é o Instituto SETI - Pesquisar (bing.com) agência espacial euroupeia - Pesquisar (bing.com) The Project - A Sign in Space About the Green Bank Observatory - Green Bank Observatory National Institute for Astrophysics - Wikipedia SETI – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

  • Quadro no YouTube criado por Dakila Pesquisas converte em parcerias sólidas com os indígenas.

    O quadro "A voz das ETNIAS" foi criado a partir de um pedido de ajuda por parte de algumas lideranças indígenas em São Gabriel da Cachoeira, que almejavam trazer a tona a verdadeira realidade dos povos originários. No dia 05 de Março a 1ª gravação foi ao ar, contando com o Presidente do Ecossistema Dakila, Urandir Fernandes de Oliveira e a Diretora de pesquisas de RATANABÁ, Fernanda Lima que foram os apresentadores desse movimento. Até agora já tivemos a presença de diferentes lideranças, representando um total de 27 etnias, e da CEO do Agroindígena Elisangela Lima, responsável por este elo entre as tribos e DAKILA Pesquisas. Foram lives com uma mistura de denúncia e emoção. Com certeza tudo que foi falado, toda a troca de energia, conhecimentos, e informações serviram para uma abertura mental de todos que participaram das lives, tanto presencialmente quanto online, e também contribuiu para a formação de parcerias duradouras. “Luto pelo meu povo, por todas as etnias. Eu tinha a esperança que algum grupo pudesse nos ajudar, pois perdemos as expectativas nas lideranças governamentais. Mas agora vamos mudar isso para melhor.” Estamos abertos a todas as inovações, tecnologias, descobertas e tudo que possamos construir juntos. E assim para toda humanidade que é o foco, para quem estiver aberto as mudanças positivas.” Roger Xavier dos Guaranis Infelizmente existem separações estratégicas de certa indisposição política de se fazer acontecer algumas ações de uma forma maior para uma melhor qualidade de vida dos indígenas. No entanto como “povo” temos essa obrigação, fazer com que os indígenas nos olhem como coligados e vice-versa. Consequentemente isso irá reverberar em todas as etnias fazendo com que sejamos uma voz em prol da união. “Nesse bate-papo socializamos nossas idéias. Somos índios do século XXI, e estamos abertos a novas formas de pensar, onde buscamos um sucesso, tanto para nossa sociedade como um todo, quanto para nós individualmente.” Lupedro dos Macuxi As pesquisas de RATANABA contribuiram também para a criação desse quadro pois, percebemos que seria falta de empatia fazermos uma pesquisa, que está diretamente ligada a esses povos originários, e simplesmente ignorar a realidade e as necessidades deles. Nada é por acaso, mas sim por uma causa! A pesquisa trouxe essa demanda até Dakila que está levando ao mundo. Assim como as investigações sobre RATANABA vão para o mundo, a voz deles, através de “A Voz das Etnias”, está indo para o mundo também. Este movimento com certeza irá ajudar as etnias do Brasil, o próprio governo, e a população brasileira. Serve de referência também, o que o Ecossistema já fez em Corguinho, Rochedo, em outros países e em pequenas comunidades que tinham certa carência, e hoje estão transformadas!! “A demanda entre nós é muito similar, críticas e dores também muito semelhantes. Pode-se averiguar que tudo que realmente está acontecendo nessa reunião, dá abertura para uma eterna parceria tanto para com DAKILA quanto para com Elisangela no agroindígena. O que vamos levar daqui são muitas expectativas para a nossa região." Tuxau Amazonas da Raposa Serra do Sol Em Resumo A cada encontro tivemos características diferentes, mas o que chamou a atenção foi terem o mesmo foco, união e busca. Nós seres humanos deveríamos pensar, repensar e voltar as nossas origens, pois sabemos que toda essa modernidade e tecnologia trazem mudanças, transformações, no entanto nada melhor do que poder buscar nossa Chama, nosso Padrão Original como eternidade. O Presidente Urandir Fernandes de Oliveira foi chamado de cacique, grande chefe, e conversou com muitas pessoas. A inserção de DAKILA Pesquisas neste cenário pode se dizer que na avaliação final, sente-se muito honrada, pois presenciamos dois aspectos: a necessidade destes povos falarem, interagirem conosco, com a nossa “sociedade” de uma maneira muito respeitosa, pois todos são assim e também uma conquista geral, porque em busca de uma cidade perdida – RATANABA – encontramos nossa “turma perdida”, um povo menosprezado que agora nesta troca de conhecimento e informação gerou uma união, que com certeza teremos com os povos indígenas, pois somos um só povo com o mesmo DNA. Dakila agradece a todos os envolvidos e principalmente ao cacique Roger Xavier e a responsável pelo movimento Agroindígena Elisangela por terem sido mediadores que possibilitaram essa parceria do ecossistema para com os povos indígenas participantes de "A voz das ETNIAS". Totalizando foram feitas 7 lives ao todo com a presença de diferentes grupos indígenas. As lives se encontram na plataforma do You Tube nos canais: (Dakila Pesquisas e Urandir Responde).

  • Concretização das parcerias indígenas com Dakila Pesquisas

    O quadro “A Voz das Etnias” iniciado em março de 2023 vêm rendendo frutos. O Ecossistema Dakila, depois da sequência de conversas com várias etnias, vem consolidando essa parceria cada vez mais. As rodas de conversas no Youtube renderam diversas campanhas, de associados e não associados, arrecadando alimentos, roupas e afins para auxiliar as aldeias que necessitam. Vale ressaltar, que até pessoas de outros países entraram nessa ação, enviando doações para Dakila e essa executando a distribuição. Além disso tudo, o Ecossistema levará para aldeia Ecué dos Guaranis, do Cacique Jorginho, um parquinho para as crianças além de outras doações. Cacique Jorginho, Pesquisadora Fernanda e CEO de Dakila Pesquisas. Link da live abaixo: (55) Bate papo com Cacique Jorginho e Roger Guarani | A Voz das Etnias | Dakila Pesquisas - TVCH - YouTube Ademais, um grupo de pessoas adquiriu uma caminhonete, através de negociações com o BDM digital e o Token Dubai9, que foi entregue aos Xavantes no dia 11 de maio deste ano. Juntamente com o automóvel, foram entregues chuteiras para as mulheres da aldeia, além de ferramentas como pás, enxadas e entre outras para utilização no preparo da terra. Toda essa entrega ocorreu no escritório do BDM Digital em Campo Grande, MS. Importante ressaltar que nada disso é doação, tudo isso é uma troca, por isso é uma parceria do Ecossistema Dakila com os povos originários. Foram ofertadas sementes e batatas, além de auxílio nas pesquisas de Ratanabá dentro das aldeias parceiras. Todo esse movimento e parceria é de suma importância para a proteção das etnias e da Amazônia brasileira. Visando crescer e expandir essas parcerias, Dakila irá conceder mais uma etapa do quadro “A Voz das Etnias”, trazendo novos debates e novas colaborações. Resumindo tudo o que está sendo feito num ditado popular “Não adianta dar o peixe e não ensinar a pescar”. Dakila não pretende fazer caridade, sem que eles andem com as próprias pernas. Toda ajuda será fornecida, mediante a troca de conhecimentos, porque só através disso poderemos trazer a mudança.

  • BDM Digital X Bitcoin

    No dia 22/04 os canais Dakila Pesquisas; Urandir Responde; BDM Mercantil iniciaram uma transmissão ao vivo pelo You Tube para falar sobre diversos assuntos incluindo: BDM Digital, Economia, Bonificações, atualizações mundiais entre outros temas. Participaram da live os pesquisadores: Otávio Reis, formado em finanças Felipe Castelo Branco, formado em ciências políticas; Rafael Hungria, formado em psicologia; Ernani Garcia de Lima, funcionário público aposentado e Urandir Fernandes de Oliveira, presidente (CEO) do Ecossistema Dakila. Urandir Fernandes inicia dizendo: “Deixo claro que o BDM é um meio de pagamento transformador e multiplicador da renda/financeiro da pessoa. Ainda não foi realizada uma campanha nacional e internacional grande o suficiente para divulga-lo á toda a população.” No 1º ano o BDM Digital teve um avanço espetacular, muito sucesso em todos os sentidos. No 2º ano a empresa do BDM passou por algumas dificuldades em relação ás mudanças de tecnologia e na questão especulativa. Muitas pessoas pensaram que se tratava de uma moeda especulativa, o que contribuiu para que houvesse um certo atraso no processo de avanço dessa tecnologia monetária. Isso porque foi necessário cuidar da proteção do sistema de segurança, que foi alvo de inúmeros hackeamentos. Felizmente nenhuma tentativa teve sucesso. Urandir afirma: “O BDM não foi criado para tornar pessoas gananciosas, mas sim para que haja um sistema alternativo de pagamento para que a pessoa multiplique os seus reais. Seu salário, herança, algum dinheiro que queira guardar, bota um pouco no BDM que vai vir a multiplicação. Não existe nada no mundo que dê uma valorização, um rendimento igual ao BDM, porque nos fazemos a real distribuição para cada pessoa que possui a moeda. Nós não ficamos com 80% ou 90% do lucro para nós, ficamos com 50% ou menos.” O BDM se diferencia e se destaca dos demais criptoativos pois possui: lastro em: prata, ouro, jazidas, terras... possui empresa física (CNPJ) e os pagamentos de impostos e demais tarifas governamentais em dia.” Com o advento das criptomoedas em 2008-2009, quando o Bitcoin foi lançado, as moedas digitais começaram a entrar com a tecnologia da Blockchain, tecnologia essa que é completamente disruptiva para o sistema. O grande sistema globalista ficou ameaçado pois a Blockchain traz uma ideia de descentralização, dos bancos, do estado... ou seja, uma moeda que estaria sob custódia do próprio usuário. Essa era a ideia inicial do Bitcoin. Além disso chamou atenção também por se tratar de uma moeda livre, deflacionária, fez com que as pessoas começassem a despertar para serem “seus próprios bancos”, por isso que o Bitcoin cresceu tanto e teve tamanha valorização. No entanto, o próprio Bitcoin e as demais moedas digitais mesmo sendo descentralizadas (algumas sendo centralizadas em empresas), estão dentro do mercado livre, mercado especulativo, estão listadas em corretoras, em exchanges. Logo, a moeda valoriza ou desvaloriza dependendo dos ciclos do mercado. Dessa forma os investidores ganham muito no entanto e na mesma proporção perdem muito, o que não acontece com o BDM.

  • Filme da Disney traz lições de vida e emociona público

    Lançado no dia 25 de dezembro de 2020 na Disney+, a profunda animação Soul nos convida a refletir sobre qual é o nosso propósito na vida e a que deveríamos realmente dar valor. Seguindo sucessos como "Divertida Mente" e “Viva - A Vida é Uma Festa”, a nova produção da Disney Pixar mergulha mais uma vez nas emoções para trazer a questão mais antiga do mundo: qual é o sentido da vida? Com humor e muita sensibilidade, “Soul” dá uma lição de humanidade ensinando o simples: o propósito da vida é viver. O protagonista é o professor de música Joe Gardner que, apaixonado por jazz, vê a oportunidade de realizar seu grande sonho ir por água abaixo ao sofrer um acidente. Após uma fatalidade, Joe tem corpo e alma separados e acaba indo parar em uma espécie de limbo “pré-vida”, em que novas almas se preparam para descer à Terra. Neste lugar, se encontra com 22,uma alma rebelde que não quer encarnar, e recebe a missão de ajudá-la a descobrir qual é sua missão na Terra. Ao longo deste caminho, a dupla faz uma série de descobertas, que vão das questões mais filosóficas às sociais - “Soul”, inclusive, já faz história ao trazer o primeiro protagonista negro da Pixar. A questão central de “Soul” já é de tirar o sono: é impossível acompanhar as dúvidas de Joe e 22 sem também se fazer essa pergunta internamente "Qual o meu propósito de vida?". Mas ao contrário do que até pode parecer a princípio, a animação passa bem longe de ser determinista: ninguém nasce fadado a algo específico, ninguém precisa obrigatoriamente ter realizações gigantescas para se sentir completo - ao menos da forma em que estamos acostumados a pensar no que isso significa. Enquanto as aflições de 22 são relacionadas à dúvida sobre sua missão na Terra, as de Joe vão no caminho contrário: ele tem certeza do que quer e pensa que será feliz quando finalmente chegar lá - onde? É o que “Soul” questiona. Sem cair no discurso fácil de “corra atrás dos sonhos”, a história de Joe encanta ainda mais ao mostrar que a jornada é tão bonita quanto o destino: a busca incansável e necessária pela felicidade pode - e deve - ser o que nos faz levantar todos os dias, mas a vida que acontece enquanto estamos nessa corrida é o que temos agora. E é a mais valiosa. Algumas lições que podemos tirar do filme: 1-Sua paixão não é o seu propósito. Viver é. 2-A validação que importa é a sua. 3-Autoconhecimento muda a sua jornada. 4-A vida não tem 1 só sentido. 5-Viver é a arte do improviso. REFERÊNCIAS: quando soul foi lançado - Pesquisar (bing.com) "Soul": filme da Disney emociona e traz lições de vida para nunca mais se esquecer | Zappeando Filmes | Zappeando (81) Soul | Trailer Oficial Dublado | Disney+ - YouTube Filme Soul: resumo, análise e explicação - Cultura Genial

  • Tecnologia 3D é usada para restaurar peças indígenas

    A digitalização de peças arqueológicas vem permitindo que ceramistas do Pará produzam trabalhos em sintonia com a arte de antigas comunidades indígenas brasileiras. Um acervo em 3D - produzido por um estúdio belga - está disponível para consulta no Museu Emílio Goeldi, em Belém. O acervo está reunido na plataforma Atlas of Lost Finds, do estúdio belga de design Unfold, especializado na criação digital e impressão de peças em cerâmica. Inicialmente, estava voltado para a reunião de objetos do Museu Nacional e tinham sido escaneados ao longo de 20 anos antes do incêndio de 2018. Posteriormente, passaram a incluir no acervo imagens 3D de peças cerâmicas ancestrais da cultura marajoara que estão dispersas pelo mundo. Colaboradora do trabalho, a artista visual Anita Ekman considera que a digitalização 3D possibilita um repatriamento simbólico. Segundo ela, há parcerias com diferentes museus onde se encontram as coleções, tais como o Peabody Museum de Harvard, o Museu do Quai Branly, da França, e o Museu Etnológico de Berlim, além de oito museus brasileiros, como o Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo (USP). Atlas of Lost Finds-Marajuára Uma Residência Artística Como Proposta de Decolonização de Acervos Museológicos- Francisco Simões (O projeto utiliza da palavra 'decolonização' pois entendem que seria errôneo o uso da palavra 'descolonização' visto que é impossível (descolonizar algo/alguém)) ORIGEM DO PROJETO: Bacharel em imagem e som pela UFSCAR, com experiência na área de arte principalmente em- música, educação, tecnologia, fabricação digital e cultura colaborativa, Francisco Simões que atualmente trabalha no CEMADEN- Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais, unidade de pesquisa vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), iniciou uma pesquisa em meio a pandemia sobre impressão 3D com cerâmica, o mesmo já utilizava de impressão 3D a mais de 8 anos. Buscando passar por um momento de altas crises e fechamento de comércios e escolas, Francisco procurou se reiventar. Ao entrar em um site relacionado a impressões com cerâmica, de um estúdio na Béligica de nome (Unfold) pode observar que havia uma chamada aberta em andamento, convidava artistas e interessados para recriar em cerâmica uma peça que foi perdida no incêndio que afetou o Museu Nacional no Rio de Janeiro em 2018. Essa tragédia acabou levando a perda de milhões de artefatos importantíssimos para a história do Brasil. Incêndio no Museu Nacional-RJ Francisco foi o único brasileiro a participar dessa chamada aberta. Junto aos demais presentes reconstruíram uma garrafa Chimú. Chimú é onde hoje conhecemos como Peru, país da américa latina. Uma civilização que fez uma importante contribuição na história da cerâmica (objetos e cerâmicas com formato de animais). Francisco conheceu Claire Warnier e Dries Verbruggen, designers do estúdio (Unfold) o casal o ajudou com a impressora 3D para que Francisco pudesse utiliza-la com argila. Nesse processo Francisco aproximou sua irmã (Anita Ekman), pesquisadora da cultura pré-colombiana, artista e performance, que foi quem o auxiliou na parte de contatos e comunicação para compartilhar esse projeto e demais conhecimentos alinhados. Após imergir nesse projeto que reproduz artefatos/objetos arqueológicos do Brasil que estão espalhados pelo mundo a fora, (com a mesma argila usada pelos povos criadores) ILHA DO MARAJÓ-PA afim de manter os artesanato dos povos indígenas eternizados na história. Vendo as possibilidades que poderia explorar, Francisco teve a ideia de replicar esse projeto para a recuperação de urnas Marajoaras. O projeto conseguiu financiamentos com o governo da Bélgica, com o consulado da Fraça com instituições e universidades para levar o projeto a diante. Abaixo alguns participantes da equipe que estiveram durante 10 dias na Ilha do Marajó, recriando urnas que os mesmos escanearam. Cerâmica Marajoara Pintada em preto e branco com pintura geométrica espiralada e ondulante, este vaso apresenta um padrão decorativo associado ao movimento das águas, que se repete em outros suportes, como urnas funerárias e pratos. Qual a origem da cultura Marajoara? A Cerâmica Marajoara é uma dentre as artes em cerâmica mais antigas e elaboradas do Brasil, sendo reconhecida por sua sofisticação. Ela começou a ser produzida pelos índios da Ilha do Marajó (próximo a Belém, no estado do Pará). Quais são as principais características da arte marajoara? A arte marajoara ora caracteriza-se pelo zoomorfismo (representação de animais) ou antropomorfismo (representação do homem ou parte dele), bem como a mistura das duas formas (antropozoomorfísmo). Como viviam a cultura Marajoara? Essa complexa civilização viveu em um ambiente extremamente inóspito: muito quente e úmido, sujeito a enchentes e com solo pobre. E essa é uma das razões que levavam os marajoaras a construir enormes morros, chamados tesos, para abrigar suas casas. Estima-se que eles dominaram a ilha até o ano 1400. Como a arte marajoara virou um símbolo da identidade nacional? Por serem caracterizadas como peças extremamente requintadas, alguns cientistas do primeiro Museu de História Natural do Brasil consideraram a arte marajoara como digna para se tornar símbolo da identidade nacional. A utilização da argila como material para a impressão em 3D, além de trazer para o meio uma matéria-prima natural não poluente, possibilita que, mesmo após ser modelada pela impressora, possa ainda ser reinserida nela para uma nova tentativa, evitando assim o desperdício. Este aspecto é muito importante já que a imprevisibilidade é algo inerente à produção de peças em cerâmicas, tanto manualmente como mecanicamente: deve-se considerar a consistência, a composição, a esmaltação, a queima. Uma impressora 3D de cerâmica é um tipo especializado de impressora 3D projetado para imprimir objetos tridimensionais usando materiais cerâmicos. O processo de impressão 3D de cerâmica é semelhante ao processo de impressão 3D padrão, mas com algumas diferenças específicas. Em geral, o processo de impressão 3D de cerâmica envolve os seguintes passos: 1. Preparação do modelo: Primeiro, o modelo 3D do objeto a ser impresso é criado usando software de modelagem 3D. Isso pode ser feito por um designer ou por meio de varredura 3D de um objeto existente. 2. Preparação do material: O material cerâmico é preparado em uma forma líquida ou semi-líquida que pode ser extrudada pela impressora 3D. Isso geralmente envolve a mistura de pó de cerâmica com um líquido aglutinante. 3. Impressão: O material cerâmico é extrudado pela impressora 3D em camadas finas, que são depositadas uma sobre a outra para construir o objeto 3D camada por camada. A impressora 3D usa um bico de extrusão controlado por computador para depositar o material na posição correta. 4. Secagem: Depois que o objeto é impresso, ele precisa ser permitido para secar completamente antes de ser cozido. O tempo de secagem pode variar dependendo do tamanho e da complexidade do objeto. 5. Cozimento: O objeto impresso é então cozido em um forno de alta temperatura para endurecer o material cerâmico e torná-lo resistente e durável. O processo de cozimento é um processo crítico e deve ser cuidadosamente controlado para garantir que o objeto final tenha as propriedades desejadas. Em geral, uma impressora 3D de cerâmica funciona de maneira semelhante a uma impressora 3D padrão, mas usa materiais cerâmicos em vez de plástico ou metal. O resultado final é um objeto 3D de cerâmica que pode ser usado para uma variedade de fins, incluindo decoração, cerâmica de uso diário e peças de arte. Cristiana Barreto, pesquisadora e arqueóloga do museu Emílio Goeldi-PA, participa de perguntas e respostas no canal do YouTube (Arte é Investimento) Introdução: As cerâmicas arqueológicas da Amazônia tiverem início aproximadamente a 7000 anos atrás, antes da chegada dos português ao Brasil. Até meados do século XX, acreditava-se que essas cerâmicas haviam sido feitas por povos de fora da Amazônia que haviam passado naquela região. No entanto com o avanço e amadurecimento das pesquisas arqueológicas, constatou-se que essas cerâmicas foram criadas por povos originários da própria Amazônia. História das cerâmicas: Tem se descoberto na Amazônia cerâmicas muito antigas, podendo ser relacionadas as mais antigas das Américas. Muitos pensam que os desenvolvimentos pré-colombianos começaram nos Andes ou na Meso-américa, quando na verdade, essa tecnologia do uso da cerâmica se iniciou na Amazônia. A diversidade das cerâmicas, que foram feitas ambas pelos povos indígenas, no entanto de culturas diferentes, é tão grande que ultrapassa o número de línguas indígenas (+/- 300 línguas (hoje)), o que prova que antes existiam muito mais línguas (como cada um tinha uma maneira de processamento e design diferenciados pode-se avaliar as inúmeras diferenças/diversidades culturais existentes.) Muitas dessas cerâmicas carregam uma tecnologia milenar, baseada em conhecimentos passados de geração em geração (cumulativos) que foram aprimorados, e assim conseguiram fazer as cerâmicas com técnicas bastante simples, mas de uma durabilidade, resistência e beleza grande. Os cronistas que descreveram a Amazônia (por exemplo a expedição Orellana- a primeira a descer o rio Amazonas) que nunca haviam visto cerâmicas tão belas e que apenas a cerâmica de Málaga na Espanha poderia se comparar a essas nacionais do Amazônia. Referências: https://jessfugler.com/Atlas-of-Lost-Finds https://www.bing.com/search?q=incendio+em+museu+nacional+2018&cvid=1429018abde149b899bb3adc8e47c196&aqs=edge..69i57j0l8.6583j0j1&FORM=ANNTA1&PC=LCTS https://youtu.be/IpCQd_LMtSg https://epocanegocios.globo.com/tecnologia/noticia/2023/05/tecnologia-3d-e-usada-para-recuperar-pecas-indigenas.ghtml https://www.gov.br/mcti/pt-br/composicao/rede-mcti/centro-nacional-de-monitoramento-e-alertas-de-desastres-naturais (75) Atlas os Lost Finds – Marajoara: Uma residência artística como proposta de decolonização de acervos - YouTube

  • O BDM DIGITAL VAI ACABAR?

    COMO TUDO COMEÇOU: O dinheiro digital da plataforma criptografada BDM foi criado para realizar compra e venda de produtos e serviços, assim como o Real, o Euro, Dólar, entre outras. Graças à criptografia que evita a interceptação de informações, as operações online ficaram mais seguras rápidas e com baixo custo. Além de não haver necessidade de intermediários como bancos ou operadoras de cartão de crédito. Durante anos a Associação Dakila Pesquisas elaborou e implementou diversos mecanismos para desenvolver uma economia independente e autossustentável que pudesse ser expandida para toda a população e com isso beneficiar o maior número de pessoas no mundo inteiro. Sempre contando com a colaboração e a união de seus milhares de associados no Brasil e em diversos outros países, criaram o (BDM) Bônus Dourado Mercantil, uma moeda social na versão física (papel) já utilizada em algumas cidades. Os BDM’s físicos logo nas primeiras semanas de circulação, fizeram com que a economia local prospera-se e abrisse novas possibilidades de negociações entre a população, comerciantes e empresários. Visando o objetivo original do grupo de expandir esta implementação até mesmo em outros países, a equipe técnica de Dakila Pesquisas desenvolveu a Block Chain BDM, uma plataforma 100% nacional e criptografada, a única com o dinheiro BDM Digital. Graças à esta constante busca pela evolução, principalmente em relação ao mercado mundial, todos podem usufruir desta tecnologia que permite o envio e recebimento de valores ilimitados e sem fronteiras. PROPÓSITO: O BDM nasceu com o propósito de desenvolver alternativas e disponibilizar soluções plausíveis para as oscilações do cenário econômico. Através de ferramentas tecnológicas de referência mundial, criou-se oportunidades e caminhos para transformar vidas. BDM Digital cujo grande diferencial é aumentar a liberdade e o poder de compra da população, fomenta negócios de grandes e pequenos empreendedores. O BDM Digital é a revolução financeira e tecnológica que veio para romper os paradigmas econômicos e sociais. BDM Digital VAI ACABAR!? O que está ocorrendo é a finalização dos últimos ativos do primeiro lote, visto que houve uma procura acima da média, a empresa esperava que isso ocorre-se em meados de 2024, para a alegria dos diretores, os últimos ativos estão sendo negociados e devem encerrar até o final do mês de Maio de 2023. O segundo lote estará disponível possivelmente no início de 2024. Além disso será lançada uma campanha criada com o objetivo de facilitar, trazer clareza para as pessoas que não tem intimidade com a tecnologia (financeira principalmente), para que dessa forma consigam aprender de maneira fácil e lúdica como utilizá-la além de terem a possibilidade de trocar seu pagamento em reais por BDM, visto que a valorização é imediata, o que irá contribuir para o aumento do poder de compra. Referência: https://bdmercantil.com.br/

  • 22ª Sessão do Fórum Permanente da ONU sobre Questões Indígenas – Enfoque nacional – BR

    A 22ª sessão do Fórum permanente da ONU sobre Questões Indígenas (UNPFII – sigla inglês), foi realizada entre os dias 17 e 28 de abril de 2023 em Nova York, USA. O UNPFII foi criado no ano 2000, no intuito de tratar das questões indígenas relacionadas à saúde, ao desenvolvimento econômico e social, cultural, ambiental, educacional e aos direitos humanos. Esse ano o tema foi “Povos Indígenas, saúde humana, saúde planetária e territorial e mudanças climáticas: uma abordagem baseada em direitos”. Logo na abertura o secretário-geral da ONU, António Guterres, destrinchou os inúmeros desafios enfrentados pelos povos originários, entre eles: exploração ilegal de territórios ricos em recursos; desapropriação e despejo de suas terras ancestrais; marginalização e exclusão; negação dos direitos humanos; e até mesmo ataques de violência. Guterres ainda ressalta que as áreas ocupadas pelos indígenas incluem 80% da biodiversidade mundial, entretanto grande parte desses povos ainda lutam por seus direitos à territórios e recursos. O Brasil celebrou um marco esse ano, onde pela primeira vez o país foi representado por uma mulher indígena como ministra do Estado, Sônia Guajajara. Durante entrevista com a ONU News, a ministra evidenciou algumas das medidas que estão sendo adotadas em relação aos povos Yanomami. Dentre elas, está a construção de uma pista de pouso maior para facilitar o transporte de materiais para a construção de hospitais. Além disso, em um cenário a longo prazo, se planeja fortalecer a fiscalização e monitoramento do território, impedindo o retorno da mineração ilegal. Relacionando as questões indígenas com o meio ambiente, a ministra ainda ressalta “Se nós povos indígenas já somos considerados como os maiores guardiões do planeta, os maiores guardiões do meio ambiente, da floresta. Se nós somos o próprio meio ambiente, a própria floresta. E se os direitos dos povos indígenas estão em risco, essa biodiversidade toda também está ameaçada. E se a biodiversidade toda está ameaçada, a humanidade inteira também está.” Contribuindo para essa discussão, o secretário-geral comunicou durante o fórum a necessidade de realçar o conhecimento e experiências dos povos originários na preservação do meio ambiente. Guterres também lembrou o fato de que esses povos não fizeram nada que contribuísse com as crises climáticas e se encontram na linha de frente dos impactos naturais, tendo a sua sobrevivência ameaçada. A fala de Beto Góes, liderança Yanomami, durante o quadro “A Voz das Etnias”, concilia com as discussões do fórum da ONU. Contando sobre os impactos que as alterações climáticas trazem no dia a dia dos povos indígenas ele relata “Só que dessa vez a mudança climática também afetou meus parentes daquela região. A região de surucucus é montanhosa e esse período aqui, esses anos, o clima mudou gente. [...] Precisamos falar para o mundo, pras autoridades mundiais, os grandes poluidores do nosso meio ambiente, do nosso clima, que o clima deve ser olhado com olhar humanizado de fato. Olha o que já aconteceu com meus parente ali, eles costuma plantar na lua certa sim. Yanomami ele se orienta através da lua, através do sol, do tempo. Então desta vez, ele achou que choveria no período tal, só que ele errou. As roça mínima que eles fizeram, o pouco que eles plantara, que conseguiram plantar não brotou, porque choveu muito. Choveu no periodo errado, que ele achou que não Iria chover” Esse quadro faz parte dos canais do youtube Dakila Pesquisas e Urandir Responde. O quadro foi criado em março de 2023, com intuito de conceder a fala aos povos originários para que dissertem sobre suas vivências e dificuldades sem a interferência das grandes mídias. Além disso “A Voz das Etnias”, também propõe revelar as verdades indígenas, no sentido de trazer suas reivindicações e mostrar a realidade de suas aldeias. Durante o mês de março, ocorreram 7 lives tendo representantes de 27 etnias entre elas a etnia Gavião, Guarani, Kalapalo, Karitiana, Macuxi, Mura, Tukano e Xavante. As lives trouxeram assuntos pertinentes e como observado acima, pelo relato do Yanomami Beto Góes, foram de encontro ao discutido na 22ª sessão do fórum permanente. Ademais, outro ponto importante levantado no debate, foi a questão do direito indígena. No âmbito nacional, a advogada e especialista em direito indígena, Tatiana Ujacow, aponta a falta de consideração das peculiaridades de cada povo, incluindo suas comunidades, línguas e costumes. Esse fato coloca o direito indígena a margem do direito positivo brasileiro. Inclusive, Ujacow relata “Muitas vezes, lhes é negado o direito à tradução, que a convenção 169 da OIT traz como premissa, como condição de se comunicar. Como uma pessoa pode ter direito à ampla defesa se ela não pode se comunicar adequadamente? Se muitas vezes ela não está entendendo o que lhe está sendo atribuído como crime.” A 22ª sessão foi encerrada pelo apresentador do evento, Dário Mejía Montalvo o qual salientou a importância do conhecimento e da participação dos povos originários em tomadas de decisão. A quem queira conferir todo o evento na integra, assim como as mesas paralelas basta acessar o site Cultural Survival. Ficou acordado a 23ª sessão do Fórum Permanente da ONU sobre as Questões Indígenas (UNPFII), no ano de 2024, entre os dias 15 à 26 de abril, tendo como tema “Melhorar o direito dos povos indígenas à autodeterminação no contexto da Declaração das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas: enfatizando as vozes da juventude indígena.” Referências: Povos Indígenas da Amazônia presentes na 22ª sessão do Fórum Permanente para as questões indígenas da ONU | Cimi "A ONU está com vocês", diz secretário-geral aos povos indígenas | As Nações Unidas no Brasil Povos indígenas são guardiões da biodiversidade e do conhecimento climático (noticiasustentavel.com.br) https://youtu.be/8BIjubtSO_g Atividades criminosas ameaçam indígenas no Brasil | ONU News “O direito indígena está à margem do direito brasileiro”, afirma especialista | ONU News

  • Rita Lee Jones rainha do rock brasileiro morre aos 75 anos

    Rita Lee, a estrela do Rock brasileiro, morreu aos 75 anos de idade na segunda-feira (8). A cantora tinha sido diagnosticada com câncer de pulmão em maio de 2021 e deixou três filhos, João Lee, Beto e Antônio, como o músico Roberto de Carvalho, seu grande parceiro de vida e na música. Com 60 anos de carreira, Rita Lee conquistou seu espaço em diversos gêneros musicais, indo do rock à bossa nova através de sua forma única de cantar e de se expressar. Uma das mais influentes mulheres brasileiras, a cantora sempre fez questão de lutar pelos direitos das mulheres e foi a primeira artista feminina a tocar guitarra em seus shows, um instrumento tachado como masculino. Figura icônica nos anos 60, 70 e 80, auges do seu sucesso, Rita Lee foi extremamente importante nas inovações musicais que surgiram em todas essas décadas e foi uma grande referência por ter conseguido se reinventar inúmeras vezes na indústria da música. BIOGRAFIA: Rita Lee (1947-2023) foi uma cantora e compositora brasileira. Considerada uma das maiores representantes do Rock no Brasil ocupou um espaço único no universo da música popular brasileira. Rita Lee Jones nasceu em São Paulo no dia 31 de dezembro de 1947. Filha do dentista Charles Fenley Jones, um imigrante americano, e da pianista italiana Romilda Pádua Jones. #O nome (Lee) foi dado a ela e a suas irmãs pelo pai em homenagem ao general (Robert E. Lee) líder das tropas sulistas na Guerra Civil Americana/Guerra de Secessão .A cantora nasceu e passou grande parte de sua vida morando no bairro da Vila Mariana, localizado na Zona Sul de São Paulo. Rita era poliglota (falava português, inglês, francês, italiano e castelhano) achava que seria médica, atriz ou dentista. Chegou a iniciar o curso de Comunicação Social na USP, em 1967, mas percebeu que não era aquilo que queria e acabou deixando o curso após o primeiro semestre. Apesar de já ter tido contato com a música na infância (teve aulas de piano com Magdalena Tagliaferro, famosa pianista brasileira e francesa), Rita Lee só começou a se interessar pela carreira na sua adolescência, quando compôs sua primeira canção. Rita tinha como influências musicais muitos nomes grandes, como Beatles, Elvis Presley, Carmen Miranda, João Gilberto e Maysa. Foi em 1963 que ela decidiu dar uma chance para a música, criando, com mais duas amigas, o trio Teenage Singers. Depois de muitas mudanças, o trio feminino se juntou com o trio masculino Wooden Faces, formando o Six Sided Rockers, chegando a gravar duas músicas em estúdio. Mais tarde, 3 integrantes do grupo saíram e sobrou apenas Rita, Arnaldo e Sérgio, que passaram a ser chamados de Os Mutantes. CARREIRA EM GRUPO: De acordo com o crítico musical Bernardo Araújo na entrevista do dia 09 de Maio de 2023 ao Jornal O Globo comenta: “Na música começou mais precisamente com (Os Mutantes) junto com os irmãos Sérgio dias e Arnaldo Baptista. Ela frequentava a família dos dois irmãos, que eram como professores pardais, além de serem muito ligados a tecnologias. Rita deu um lado ‘Porra louca” pra banda.” Como vários outros artistas, Rita Lee também teve fases em que cantava em bandas. Na época d’Os Mutantes, seis álbuns foram gravados. Em 1967 a banda se destacou ao acompanhar o cantor Gilberto Gil na apresentação da música Domingo no Parque, que ficou em segundo lugar no III Festival da Música Popular Brasileira. O grupo tornou-se um grande nome do rock de vanguarda da música brasileira. Participou do disco-manifesto Tropicália ou Panis et Circensis e dos discos de Gilberto Gil. #TROPICÁLIA/TROPICALISMO: Se insere dentro do contexto pós-guerra, do desenvolvimento da indústria cultural e da introdução e consolidação dos meios de comunicação (rádio e televisão). Se destaca como um marco na arte brasileira, evidenciando discussões políticas e estéticas. O III Festival de Música Popular da TV Record de 1967, foi um dos eventos mais marcantes desse movimento. Um movimento cultural ocorrido no Brasil no final da década de 1960 que modificou o panorama cultural da época. Sob a inspiração da esfera pop local e da estrangeira, principalmente do pop-rock e do concretismo (movimento vanguardista que influenciou as artes literárias, musicais e figurativas). Foi uma renovada forma de agir e de participar do cenário cultural nacional, com ares críticos e transformadores. Algumas características desse movimento: -Mistura de diferentes estilos (Rock psicodélico, cultura popular, música erudita, cultura brega etc) -Inserção de gêneros musicais estrangeiros no país -Rompeu com a arte militante existente durante a ditadura Entre 1968 e 1972, Rita foi casada com Arnaldo Baptista, companheiro de banda. Após diversos conflitos, ela foi expulsa da banda pelo próprio ex-marido, gerando grandes discussões na época. Mesmo assim, Rita não abaixou a cabeça e não abandonou seu sonho de ser uma cantora de sucesso. Sua fase na banda Tutti Frutti Rita Lee, Lúcia Turnbull, Sérgio Carlini e Lee Marcucci deram início à banda Tutti Frutti e lançaram o primeiro disco em 1974, chamado Atrás do Porto Tem Uma Cidade, no qual continha os famosos singles Menino Bonito, Mamãe Natureza e Ando Jururu. Mas foi apenas com o segundo disco, Fruto Proibido, que a banda (e principalmente Rita) conquistou o público, com músicas que são referências até hoje no rock brasileiro — como Agora Só Falta Você, Ovelha Negra, Dançar Pra Não Dançar e Esse Tal de Roque Enrow, vendendo mais de 700 mil cópias no país e ganhando o certificado de platina duplo. No entanto a banda não se manteve por muito tempo. Em 1977 Rita Lee conheceu o músico Roberto de Carvalho e iniciou uma parceria musical e amorosa. Lançou Babilônia (1978) que fez sucesso com as músicas Miss Brasil 2000 e Disco Voador. Nos anos 80 Rita Lee seguiu um caminho mais ligado ao Pop, criando canções populares e menos experimentais comparadas aos tempos da banda Os Mutantes. A dupla fez grande sucesso dentro e fora do país, aderindo ao estilo de música pop e lançando o álbum Rita Lee, que ficou mais conhecido como Mania de Você, repleto de canções que foram aclamadas pelo público. Doce Vampiro, Papai Me Empresta o Carro e Chega Mais são algumas das músicas que levaram Rita Lee, na época, a ser a maior cantora do Brasil. Em seguida, o segundo disco da dupla bateu recordes internacionais com a canção Lança Perfume, ficando em 7º lugar na parada da Billboard. Com o passar dos anos, a dupla continuou lançando diversos álbuns com músicas que são hits nacionais, como, Cor de Rosa Choque e Desculpe o Auê. Em 1990, após lançar o álbum Rita Lee e Roberto o casal decidiu que seria melhor se ambos seguissem carreira solo. CARREIRA SOLO: Após começar sua carreira solo, Rita seguiu com sua primeira turnê e, em 1993, lançou o disco Rita Lee, que tem uma pegada mais natural de rock. Nos anos 90, seu maior sucesso foi o Acústico MTV. Na década seguinte, lançou o disco 3001 que fez sucesso com a música Erva Venenosa. O CD Balacobaco, lançado em 2003, superou as expectativas de vendas e teve repercussão positiva junto à crítica. O CD foi indicado ao Grammy Latino na categoria de Melhor Disco Pop Contemporâneo. Rita Lee, além dos inúmeros sucessos que compôs para seus discos, teve músicas gravadas por artistas como Caetano Veloso, Gilberto Gil, João Gilberto, Elis Regina, entre muitos outros cantores. APOSENTADORIA: Depois de alguns anos sem gravar, em 2012, Rita Lee lançou o seu último álbum de estúdio, chamado Reza. Depois de 2 anos, decidiu não pintar mais seu icônico cabelo de vermelho e começou a apostar nos fios grisalhos, o que marcou o fim de uma carreira inspiradora, repleta de obstáculos e vitórias. Ao longo de sua trajetória, Rita Lee lançou 40 álbuns, sendo 34 em carreira solo e 6 junto com Os Mutantes. Desde que se aposentou, Rita Lee evitou dar entrevistas, fez pouquíssimos shows e raramente apareceu nas redes sociais. Porém, além do talento para compor e cantar, ela sempre gostou muito de escrever (inclusive, é autora de vários livros infantis) e, em 2016, lançou a sua primeira autobiografia. O livro conta detalhes dos bastidores de sua carreira e traz fotos incríveis de seu arquivo pessoal. Rita lançou mais um livro em 2023, Rita Lee: outra autobiografia, onde contou detalhes de seu tratamento contra um câncer de pulmão, diagnosticado em Maio 2021 desde então se submeteu a um tratamento de imunoterapia e radioterapia. A doença chegou a entrar em remissão em 2022, mas infelizmente, a cantora se encontrava em um estado de saúde delicado. No dia 24 de fevereiro de 2023, Rita foi internada no Hospital Albert Einstein bastante debilitada, com um quadro de desnutrição. Aos poucos a doença foi se agravando. Rita Lee faleceu em sua residência, em São Paulo, na noite do dia 08 de maio de 2023. Dona de uma personalidade marcante, que encantou legiões durante sua carreira, Rita registrou o que imaginava do momento de sua morte em suas próprias palavras: "Quando eu morrer, posso imaginar as palavras de carinho de quem me detesta. Algumas rádios tocarão minhas músicas sem cobrar jabá, colegas dirão que eu farei falta no mundo da música, quem sabe até deem meu nome para uma rua sem saída. Os fãs, esses sinceros, empunharão capas dos meus discos e entoarão Ovelha Negra, as TVs já devem ter na manga um resumo da minha trajetória para exibir no telejornal do dia e uma notinha no obituário de algumas revistas há de sair. Nas redes virtuais, alguns dirão: ‘Ué, pensei que a veia já tivesse morrido, kkkk’. Nenhum político se atreverá a comparecer a meu velório, uma vez que nunca compareci ao palanque de nenhum deles e me levantaria do caixão para vaiá-los. Enquanto isso, estarei eu de alma presente no céu tocando autoharp e cantando para Deus: ‘Thank you Lord, finally sedated’ (‘obrigada Senhor, finalmente sedada’). Epitáfio: “Ela nunca foi um bom exemplo, mas era gente boa." Rita Lee fez história e contribuiu de forma única para a ascensão das mulheres na música brasileira, deixando sua marca e seu estilo singular como referência para milhares de artistas que vieram depois. OUTRA BIOGRAFIA: novo livro de Rita Lee, será lançado em 22 de maio. A cantora havia anunciado a nova obra sobre sua história em 7 de março, data em que disponibilizou o projeto para pré-venda. "Outra Autobiografia" faz referência ao "Rita Lee: Uma autobiografia", lançado em 2016. A cantora havia escolhido a data de lançamento por ser o dia de santa Rita de Cássia. Segundo Phantom, o "fantasminha" que dialoga com a cantora no primeiro livro, a nova obra da cantora "vai mexer profundamente com o leitor". A foto escolhida para a capa do livro é de Guilherme Samora, que também é assessor da cantora, e foi pintada por Rita, ganhando cores mais fortes e vibrantes. A equipe Dakila News deixa uma reflexão sobre a musa: Partiu alguém especial, uma grande dimensional que marcou a vida de inúmeros brasileiros, uma mulher guerreira que não se rendeu ao machismo e patriarcado midiático da época. Uma alma cheia de luz, admirável. Rita trouxe clareza e autos questionamentos para quem ouvisse suas canções. Deixa a todos suas lindas memórias e uma profunda saudade. Descanse em paz. Referências: https://www.letras.mus.br/blog/rita-lee-biografia/ https://www.ebiografia.com/rita_lee/ https://escolaeducacao.com.br/tropicalismo/#Caracter%C3%ADsticas https://www.infoescola.com/movimentos-culturais/tropicalia-tropicalismo/ https://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2023/05/09/livro-outra-autobiografia-de-rita-lee-sera-lancado-em-22-de-maio-obra-tem-capa-pintada-pela-cantora.ghtml

  • Canal Paranormal Experience recebe presidente de Dakila pesquisas em live impactante

    A Paranormal Experience é um instituto de pesquisas heurísticas e paranormais, que conta com um programa no youtube, toda terça e quinta às 18:30, com os apresentadores Guru do Himalaia e Alexandre Ache. O intuito desse programa é buscar respostas e compartilhar conhecimento. Sendo assim, no dia 21 de março de 2023, contando com 50 mil vizualizações ao vivo, foi ao ar a entrevista com o presidente de Dakila Pesquisas, Urandir Fernandes de Oliveira Inicialmente Urandir relatou sobre a sua trajetória como paranormal. Expondo desde a origem das suas habilidades, seu desenvolvimento, a criação de Dakila e tudo que se deu a partir disso. Urandir trouxe importantes dados para ufologia brasileira, resaltando que o Brasil é o local com mais registros de objetos não identificados. - "As pessoas costumam pensar erroneamente que é nos EUA que esses fenomenos mais se manifestam. Lá podem ser mais divulgados, mas é aqui que temos mais registros" - Urandir Fernandes de Oliveira Dentre todas as ações e pesquisas que se deram a partir da fundação de Dakila, a pesquisa mais recente é a de Ratanabá, cujos cientistas tradicionais não pouparam esforços para tentar desqualificar as descobertas do ecossistema. Apesar disso, os pesquisadores seguem trabalhando e estudando para levantar dados sobre este assunto e trazer cada vez mais informações à público. Reforçando que toda essa pesquisa conta com a autorização dos órgãos públicos locais e nacionais. Essa pesquisa é de suma importânica "precisamos pesquisar e ir a campo para conseguir preservar o patrimônio brasileiro, através de uma exploração responsável", disse o presidente da associação. Apesar das inúmeras polêmicas e contradições com a ciência tradicional Urandir acentua "O que estamos oferecendo são outras visões, novos questionamentos e conhecimentos. Não impomos nada, apenas apresentamos nossas pesquisas e convidamos a todos para vivenciar as nossas experiências e tirar suas próprias conclusões"

  • Poderá as inteligências artificiais em algum momento se revoltarem contra os humanos?

    Love, Death & Robots é uma série de antologia que reúne contos animados em uma mistura de ficção científica, fantasia, terror e comédia. Produzida por diretores do mundo todo – entre eles David Fincher (de Mank) e Tim Miller (de Deadpool). Amor, morte e robôs foi aclamada pela crítica e ganhou fãs no mundo todo. Lançada pela Netflix em 15 de março de 2019, tornou-se um sucesso da plataforma por sua maneira revolucionária de apresentar uma série de animação. Isso porque ela conta com uma coleção de curta-metragem onde cada episódio possui um tipo de direção artística, narrativa e gênero, como aventura, sci-fi, drama, terror e comédia. A primeira temporada da série possui 18 episódios, a segunda tem apenas oito, e a terceira, nove. O episódio a ser tratado é o primeiro da 2ª temporada da série com o nome de “Atendimento automático ao cliente”.O curta convida o público a imaginar uma sociedade poucos anos no futuro que conseguiu automatizar a maior parte das atividades humanas, evidenciando não mais a necessidade de presença humana. Inclusive na prática do serviço de atendimento/suporte das inteligências artificiais/robôs. O que pode ser perigoso, visto que a máquina jamais terá cem por cento de eficácia e sempre poderá haver um erro. Na trama, uma dona de casa está tentando desativar um robô doméstico assassino, mas a cada nova interação com o telemarketing, a situação fica mais absurda. A graça do episódio é exatamente essa sátira com o atendimento automático que sugere soluções absurdas para problemas que eles mesmo inventaram. O curta prima pelo humor absurdo da situação, mas consegue criar boas doses de tensão, levando a um final surpreendente e digno do tom construído na história. Os episódios transportam o espectador para diversos lugares que poderiam acontecer no mundo real, porém, ao mesmo tempo fantasiosos. Ainda que divirjam há sempre um ponto de interseção entre eles: a presença de episódios reflexivos, divertidos e de crítica. Referências: https://www.legiaodosherois.com.br/lista/love-death-robots-episodios-temporada-2-ranqueados.html https://porcoespinho.com.br/cinema-tv/love-death-robots-ganha-segunda-temporada-mais-curta-e-menos-anarquica/ https://jpontodepartida.wordpress.com/2022/09/12/serie-love-death-robots-traz-novas-reflexoes-para-seus-espectadores/

  • Sítio arqueológico brasileiro com mais de 600 anos é descoberto no estado de Goiás.

    Quando andamos pelas ruas e avenidas, vamos a praia e visitamos cidades, muitas vezes não paramos para pensar em como chegamos até aqui. Você já se perguntou como o mundo era antigamente? Quem vivia aqui antes de nós e o que faziam? Os sítios arqueológicos no Brasil podem ajudar a responder essa questão. Denomina-se sítio arqueológico, toda área onde são encontrados vestígios de ocupação humana que sejam relevantes para a compreensão da história da humanidade. Estes vestígios podem ser encontrados na superfície do solo de um quilombo abandonado, nas ruínas de uma igreja do século VXI ou até mesmo em uma praça antiga. Para ser determinado como um sítio arqueológico, o local precisa passar pela inspeção de um arqueólogo, uma espécie de detetive que coleta e estuda pistas e evidências que podem indicar a presença de atividade humana naquele recinto no passado. No Brasil, os sítios arqueológicos são considerados bens patrimoniais da União, de acordo com o Art. 20 da Constituição Federal, destruí-los é tido como crime. Existem diversas evidências que podem servir como pistas para o arqueólogo desvendar o modo de viver de povos passados, sendo divididas em três categorias: Artefatos: qualquer objeto feito ou modificado pelo homem, como vestimentas, instrumentos de trabalho e de caça, objetos pessoais como cerâmicas, vasos e brinquedos. Estruturas: construções ou arquiteturas como cemitérios, abrigos, igrejas, taipas e depósitos de alimentos. Ecofatos e biofatos: vestígios do meio ambiente como restos de animais, sementes, plantas, pedras e conchas. O contexto em que estes vestígios são encontrados podem ajudar a compreender e deduzir o que pode ter acontecido naquele local, naquele momento da história. Dessa forma, diferentemente do que muitos imaginam, a arqueologia não é uma atividade de caça ao tesouro, não sendo comum o encontro de potes de ouros e afins. Ao contrário, é extremamente comum que os vestígios arqueológicos estejam fragmentados, demandando estudo para sua reconstituição e compreensão. Algumas das peças das coleções encontradas são cerâmicas utilitárias, como urnas funerárias, vasos e vasilhas diversas; instrumentos de trabalho ou de defesa, como pontas de flecha, machados, lascas; adornos, objetos utilitários com formas zoomórficas (formato de animais) ou antropomórficas (formato humano) etc. O Iphan é responsável pela gestão do patrimônio arqueológico e sua proteção é garantida pelo artigo 216 da Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 e pela Lei n°. 3.924, de 26 de julho de 1961, sendo considerados patrimônio cultural brasileiro e Bens da União. A pesquisa arqueológica realizada no município de Mara Rosa, localizado na região norte do estado de Goiás, identificou a existência de sítio arqueológico de 700 anos de idade. A descoberta ocorreu por meio da ação de Salvamento Arqueológico e Educação Patrimonial na área do empreendimento “Projeto Posse – Mina de Ouro”, e foi confirmada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional em Goiás (Iphan-GO). O sítio descoberto atesta a volumosa presença de indígenas no centro-oeste brasileiro há séculos anteriores à chegada dos portugueses. No local foram encontradas pedras polidas; cerâmicas; carimbos (foto) com fins de pintura corporal; e um enterramento humano em urna funerária. Todos os fragmentos detectados, em torno de 12 mil peças, foram destinados ao Museu Histórico de Jataí (GO) para pesquisa. O arqueólogo do Iphan-GO, Danilo Curado, explica que Mara Rosa é reconhecida como um local consagrado pelo período colonial devido à quantidade de ouro que foi explorada pelos bandeirantes, mas é preciso ir além. “É necessário perceber que há um potencial cultural muito anterior aos bandeirantes, vinculado aos indígenas que moravam na região, pois ainda temos sítios arqueológicos com petroglifos (desenhos em baixo relevo feito nas rochas por meio de fricção) que se encontram preservados”, informa o arqueólogo. Para o superintendente do Iphan-GO, é o que há “de mais valioso para ser humano: suas raízes, sua história e memória”. Referências: https://www.gov.br/iphan/pt-br/patrimonio-cultural/patrimonio-arqueologico https://www.gov.br/iphan/pt-br/assuntos/noticias/sitio-arqueologico-de-700-anos-e-descoberto-em-mara-rosa-go https://www.melhorescola.com.br/artigos/sitios-arqueologicos-no-brasil-conheca-a-riqueza-historica-presentes-nesses-locais https://www.politize.com.br/iphan/

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